Os aspectos do Black Sabbath que até hoje pouca gente percebe, segundo Tobias Forge
Por Gustavo Maiato
Postado em 02 de abril de 2025
Quando se fala em Black Sabbath, a imagem que vem à cabeça da maioria é a de riffs pesadíssimos, letras sombrias e hinos como "Paranoid", "Iron Man" e "Children of the Grave". Mas, segundo Tobias Forge, líder do Ghost, essa visão acaba deixando de fora uma das facetas mais profundas e inovadoras da banda: o lado progressivo. Vale lembrar que o músico estará no show final de despedida do grupo inglês.
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Em entrevista recente ao The Mistress Carrie Podcast (via Ultimate Guitar), Forge refletiu sobre a influência do Sabbath em sua própria obra e destacou justamente esse aspecto "negligenciado" do som do grupo de Birmingham. "Eu adoro 'Symptom Of The Universe'. Eu adoro 'Children Of The Grave' também, mas eles eram muito mais do que isso, muito mais do que isso", disse.
Para o frontman do Ghost, os discos mais experimentais da banda, como Vol. 4, Sabotage e Sabbath Bloody Sabbath, são os que realmente mostram a coragem criativa do grupo. É nesses trabalhos que Forge encontra inspiração para as ambiências dramáticas, os climas sombrios e até o uso de teclados que aparecem com frequência no som do Ghost.
"Especialmente os discos mais progressivos deles... Quando falo da minha influência do Black Sabbath, especialmente no Ghost e como compositor, é muito mais aquele lado melancólico, as grandes baladas ou as músicas épicas desses discos, quando eles foram realmente corajosos", explicou.
Forge também faz questão de destacar a profundidade das letras escritas por Geezer Butler, que, segundo ele, vão muito além do estereótipo do "metal sombrio". "As letras do Geezer eram tão profundas e despidas, nada sombrias ou deprimentes. Obviamente, todo mundo reconhece isso, mas às vezes acho que esquecem…", afirmou.
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