O álbum do Dream Theater que foi mais difícil compor as letras, segundo John Petrucci
Por Gustavo Maiato
Postado em 31 de janeiro de 2026
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Os anúncios de turnês internacionais sempre reacendem o interesse por capítulos importantes da trajetória das grandes bandas, especialmente quando se trata de um grupo com a densidade musical e conceitual do Dream Theater. Com a confirmação de seis shows no Brasil em maio de 2026, dentro do formato "Uma Noite Com o Dream Theater", os fãs voltam a discutir não apenas o repertório da turnê, mas também os momentos mais ambiciosos da carreira do quinteto nova-iorquino.
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A nova passagem pelo país acontece em meio à divulgação de Parasomnia, álbum mais recente do grupo, que será apresentado na íntegra nos shows. Além disso, a banda promete celebrar os 30 anos de A Change Of Seasons, obra-chave de sua discografia, em apresentações que devem ultrapassar três horas de duração. Esse tipo de espetáculo reforça uma das marcas registradas do Dream Theater: a combinação de virtuosismo instrumental com narrativas musicais complexas e extensas.
Essa vocação para grandes estruturas não se reflete apenas na música, mas também nas letras. Em entrevista ao Whiplash.Net, o guitarrista John Petrucci falou sobre o processo de composição lírica ao longo da carreira e revelou qual foi, em sua avaliação, o trabalho mais desafiador nesse aspecto. Segundo o músico, nenhum outro disco exigiu tanto quanto The Astonishing.
Petrucci explicou que, diferentemente dos álbuns tradicionais, o projeto nasceu a partir de uma história completa, escrita antes mesmo das letras. "Com esse álbum, eu escrevi primeiro uma narrativa, com vários personagens, um enredo desenvolvido e tudo mais", comentou. A partir disso, o guitarrista precisou transformar esse universo em mais de duas horas de storytelling musical, algo que ele compara diretamente à escrita de um roteiro cinematográfico.
O músico ainda destacou que o nível de detalhamento foi tão grande que a edição deluxe do álbum incluiu um verdadeiro "screenplay", reunindo letras, personagens e indicações narrativas. "Foi definitivamente o trabalho mais desafiador, mas também o mais recompensador e divertido que já fiz", afirmou Petrucci.
Confira a entrevista completa abaixo.
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