RECEBA NOVIDADES ROCK E METAL DO WHIPLASH.NET NO WHATSAPP

Matérias Mais Lidas


Outras Matérias em Destaque

Yngwie Malmsteen anuncia detalhes do novo álbum, "Hell or High Water"

O clássico do Judas Priest em que Rob Halford alcançou a nota mais alta da carreira

Hibria lança videoclipe de "Pulse" e apresenta novo capítulo de "On the Shortness of Life"

"Passem mais tempo com a guitarra do que com mulheres", aconselha Richie Sambora a guitarristas

A música que tirou o Yes do esquecimento e atingiu o topo das paradas

O clássico do AC/DC considerado por Angus Young "um rock perfeito para um guitarrista"

A música do King Crimson inspirada pela separação dos Beatles

A "proposta indecente" que Brian May recebeu no início da carreira do Queen

A música que o The Who abandonou nos shows porque não conseguia parar de rir na hora de tocar

Ihsahn afirma que foi contra todas as probabilidades que o black metal virou carreira

A música prog instrumental que se transformou em canção de protesto

A instrumental do Soulfly que foi inspirada pelo Led Zeppelin

O álbum dos anos sessenta que antecipou "Kashmir" do Led Zeppelin

Por que o heavy metal segue relevante após mais de cinco décadas?

Por que "Operation: Mindcrime" segue relevante? Geoff Tate explica


A Perfect Circle
Stamp

A opinião de Regis Tadeu sobre o clássico "Somewhere in Time" do Iron Maiden

Por
Postado em 15 de julho de 2026

Há discos que conquistam o público imediatamente, enquanto outros precisam de décadas para que suas escolhas sejam devidamente assimiladas. Quando o Iron Maiden lançou "Somewhere in Time", em 1986, parte dos fãs mais puristas recebeu com desconfiança uma mudança que, quatro décadas depois, ajudaria a transformar o álbum em um dos trabalhos mais particulares da banda.

Iron Maiden - Mais Novidades

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE - CLI
Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

Em vídeo publicado em seu canal no YouTube, o jornalista e crítico musical Regis Tadeu analisou "Somewhere in Time" por ocasião dos 40 anos de seu lançamento. Segundo ele, a chegada do álbum provocou uma reação exagerada entre fãs acostumados à agressividade de trabalhos como "Killers" e "The Number of the Beast".

"Quando esse disco aqui saiu em 1986, muita gente quase teve um AVC coletivo", afirmou Regis. Segundo o crítico, houve quem enxergasse a nova direção como sinal de que o Iron Maiden estaria se transformando em uma banda de pop rock dos anos 1980. "Foi um exagero burro, evidentemente, que eu mesmo testemunhei naqueles tempos", acrescentou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE - GOO
Anunciar no Whiplash.Net Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

Regis reconheceu, porém, que existia uma mudança significativa. Para ele, a rusticidade característica da New Wave of British Heavy Metal havia sido abandonada em favor de uma produção "mais limpa, mais polida e pasteurizada", perigosamente próxima do hard rock que dominava as rádios norte-americanas naquele período.

O elemento mais controverso eram os sintetizadores de guitarra. Ainda assim, Regis admitiu que justamente essa escolha foi responsável por dar ao álbum uma identidade grandiosa e futurista. "Aqueles malditos sintetizadores de guitarra acabaram dando ao álbum uma atmosfera absurdamente ambiciosa, grandiosa e quase espacial", declarou.

O jornalista destacou especialmente "Alexander the Great" e a faixa-título, classificando-as como verdadeiras "óperas espaciais metalizadas". Em sua avaliação, gostando ou não da escolha estética, o Iron Maiden conseguiu desenvolver uma textura sonora que nenhuma outra banda de metal explorava naquele momento com a mesma propriedade.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE - CLI
Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

Regis também abordou os conflitos internos que cercaram a produção. Bruce Dickinson, exausto após a extensa "World Slavery Tour", apresentou ideias acústicas e com influência folk que foram rejeitadas por Steve Harris. Com o vocalista afastado do processo de composição, Adrian Smith ganhou mais espaço e colocou suas influências de hard rock melódico na espinha dorsal do álbum.

Foi justamente de Adrian que nasceu "Wasted Years", definida por Regis como "o único e verdadeiro e incontestável hit comercial do álbum". Para o crítico, seu riff marcante e seu caráter melódico fizeram da música uma composição perfeita tanto para as rádios norte-americanas quanto para as grandes arenas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE - GOO
Anunciar no Whiplash.Net Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

Quarenta anos depois, a opinião de Regis sobre "Somewhere in Time" é bastante positiva. Segundo ele, aquilo que originalmente foi encarado como uma possível traição comercial acabou reabilitado pelo tempo. "Hoje o 'Somewhere in Time' deixou de ser aquele patinho feio da discografia da banda e foi consolidado e blindado como um dos trabalhos mais celebrados, mais inovadores e atemporais da história do Iron Maiden."

O crítico não considera o álbum perfeito, mas acredita que sua ousadia envelheceu muito bem. "É uma audácia sonora, na verdade, que envelheceu muito bem, apesar dos pesares. É um disco perfeito? Nem de longe. Mas, perto das porcarias que se produzem hoje em dia, mesmo dentro do metal, esse álbum aqui parece uma obra de música erudita", concluiu Regis.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE - CLI
Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

Confira o vídeo completo abaixo.

Compartilhar no FacebookCompartilhar no WhatsAppCompartilhar no Twitter

Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps


Edu Falaschi 2026
Machine Gun Kelly

publicidadeGustavo Anunciação Lenza | Luis Alberto Braga Rodrigues | Paulo Eduardo Farias | Thomas Wisiak | Rogerio Antonio dos Anjos | Miguel Angelo Leal | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
Siga Whiplash.Net pelo WhatsApp
Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

Sobre Gustavo Maiato

Jornalista, fotógrafo de shows, youtuber e escritor. Ama todos os subgêneros do rock e do heavy metal na mesma medida que ama escrever sobre isso.
Mais matérias de Gustavo Maiato.

 
 
 
 

RECEBA NOVIDADES SOBRE
ROCK E HEAVY METAL
NO WHATSAPP
ANUNCIE NESTE SITE COM
MAIS DE 3 MILHÕES DE
VIEWS POR MÊS