John Bush: o Metallica não era meu destino. Meu negócio é o Armored Saint.

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Por Leonardo Daniel Tavares da Silva
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A ARMORED SAINT faz no próximo final de semana o primeiro show no Brasil. A banda formada pelos amigos de infância John Bush (vocal), Joey Vera (baixo), Gonzo Sandoval (bateria) e Phil Sandoval (guitarra) e desde 1989 complementada por Jeff Duncan (guitarra) faz única apresentação no dia 3 de junho (domingo), no Fabrique Club, em São Paulo. Por causa disso eu conversei com o mega-hiper-simpático John Bush, que declarou que gostaria muito de conhecer todo o Brasil. Quando transcritas, algumas respostas mais negativas até podem parecer que o vocalista até se irritara com algumas perguntas - eu aproveitei para perguntar também sobre o ANTHRAX (banda que ele foi vocalista por vários anos), METALLICA (banda que ele foi cogitado para ser vocalista - não me diga que você não sabia) e influências do NWOBHM - mas o cara é a simpatia em pessoa. Batemos um longo papo mesmo ele, aparentemente, tendo acabado de acordar. Você confere toda a reveladora conversa, na íntegra, logo abaixo.

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Minha primeira pergunta, obviamente, é sobre o show que vocês vão fazer no Brasil. Será a primeira vez do ARMORED SAINT no Brasil, no dia 3 de junho. Então, o que os fãs brasileiros do ARMORED SAINT podem esperar deste show.

Bem, eu acho que eles podem esperar um ARMORED SAINT cheio de energia e entusiasmado. Vamos tocar canções que cobrem o catálogo inteiro. Obviamente, como nunca fomos ao Brasil queremos que os fãs tenham uma experiência do ARMORED SAINT como um todo e não apenas o que o ARMORED SAINT anda fazendo em 2018, mas uma "headstream lapse", um dossiê do ARMORED SAINT. Então, estamos muito empolgados. Os shows que fizemos em São Paulo no passado com o ANTHRAX foram maravilhosos e eu sempre disse aos outros caras da banda que as plateias no Brasil estão entre as melhores do mundo. Eu sinto que minhas expectativas estão muito altas, mas também tento me manter firme no chão porque, falando francamente, eu não sei o que o ARMORED SAINT significa no Brasil. Eu não sei o que esperar porque, como você disse, nunca fomos aí. Mas eu espero que quem venha ao show esteja muito entusiasmado.

Existe algum dos outros caras que nunca tenha vindo ao Brasil antes?

O único que já foi, além de mim, é o Joey [Vera, baixo]. O Joey veio na última turnê que o ANTHRAX fez comigo na banda em 2005. Ele estava substituindo o Frank Bello na ocasião. Ele veio ao Brasil algumas vezes, mas nenhum dos outros caras já veio.

Vocês todos serão muito bem vindos. E que canções não podem faltar no setlist?

Eu não vou te contar o setlist. [risos] Eu nunca faço isso. Mas vamos dizer que vamos tocar pelo menos uma de cada disco. Temos sete discos de estúdio com material original. Eu acredito que vocês vão ouvir muitas canções de muitos discos, incluindo o "Win Hands Down", que foi o último que fizemos. E também, claro, do primeiro álbum, "March of The Saints".

O último álbum de estúdio, "Win Hands Down", foi gravado em 2015, seguido de um álbum ao vivo em 2016. Mas vocês tem planos para algum novo material? Quais os seus planos para o futuro?

Estamos trabalhando em algumas novas canções e elas estão ficando muito boas. Realisticamente, estamos tentando nos mover um pouco mais rápido do que fizemos, do que temos feito no passado, porque não nos movemos muito rápido. Realisticamente, honestamente, acho que teremos um disco novo no meio do ano que vem.

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ARMORED SAINT, apesar de ser uma banda americana, e apesar de não ser uma banda NWOBHM (New Wave of British Heavy Metal) é, algumas vezes, incluída em listas dos grandes nomes de bandas da NWOBHM, junto com IRON MAIDEN, SAXON, JUDAS PRIEST, TANK. Como você vê isso? Você aceita esse termo se te chamarem assim?

Bem, nós temos muitas influências de bandas dos anos 70, nas quais nos inspiramos, como o JUDAS PRIEST, por exemplo, mas também BLACK SABBATH. E, claro, às vezes, os estilos se cruzam com os do MAIDEN, do MOTORHEAD e de outras que são arrasadoras. Essas bandas realmente nos motivaram e meio que moldaram um pouco o nosso som. O engraçado é que somos de Los Angeles e somos muito orgulhosos de ser de Los Angeles. Ao mesmo tempo, ouvimos muita coisa dos anos 80 de Los Angeles, como RATT e GREAT WHITE e W.A.S.P. Algumas dessas bandas até tinham algo mais da Europa nos seus estilos. Sabe, nós sempre fomos inspirados um pouco pelo som europeu, elas coloriram o nosso som de uma certa forma, mas nós também tentamos criar o nosso próprio estilo, nosso próprio som. E eu acho que conseguimos. Mas às vezes soamos mesmo como se fôssemos de Birmingham ou algo assim.

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E tendo falado do NWOBHM, existe hoje uma nova corrente chamada Newest Wave of Traditional Heavy Metal, com bandas do mundo inteiro, do Canadá, da Suécia, como CAULDRON, ENFORCER, STEEL WING. Você segue este movimento? O que acha delas, do que elas significam e do que vocês significam para elas?

Eu não penso muito sobre isso porque eu realmente, honestamente, ouço mais aquelas que ajudaram a criar a nossa banda e nos desenvolveram. Não dá para seguir qualquer movimento 30 anos depois. Não queremos ser parte de nenhum movimento. Não quero nada além de ser o ARMORED SAINT, sabe? Muitas pessoas acabam deixando que sua personalidade dite o que o seu som vai ser. Muitas pessoas acabam copiando o que é de outras pessoas. E não é isso que eu quero fazer. Claro, quando você tem 19, 18 anos você acaba sendo influenciado por outras pessoas, mas eu só estou tentando ser o melhor músico. E isso é tudo o que eu posso ser. No começo, fazer parte de uma cena até pode te ajudar, mas não é isso que queremos ser com o ARMORED SAINT. Só queremos ser nossa própria banda. E seguir o nosso caminho.

Perfeito. E você também fez parte do ANTHRAX. Você gostaria de conversar sobre o ANTHRAX ou não?

Sobre o que quer que você queira falar, amigo.

Ok. É porque uma vez eu entrevistei o Dave Lombardo e perguntei sobre o SLAYER e ele não quis responder. Por isso que te perguntei antes. Vamos falar um pouco sobre as bandas do Big4 também. Dave Mustaine disse em sua autobiografia, "A Heavy Metal Memoir", que ele e o Lars [Ulrich, do METALLICA] tiveram uma briga com alguns membros do ARMORED SAINT numa festa nos anos 80. Nesta ocasião, ele quebrou uma perna do Phil Sandoval. Você participou desta briga? O que você lembra dessa ocasião? Qual a sua versão desses fatos?

Não foi uma briga. A versão real é que estávamos na casa de alguém. E estávamos tocando música, éramos jovens, estávamos fazendo mosh pit, pulando uns em cima dos outros. Estávamos só nos divertindo. Eu acho que teve uma hora em que a perna do Phil, sei lá, tava dando bobeira, e o Dave... Eu não sei exatamente o que ele estava pensando.

[Enquanto John repetia que não havia sido uma briga, a ligação caiu. Ligamos novamente e antes de continuar de onde paramos, John pediu para esperar enquanto escovava os dentes]

Eu estava dizendo que enquanto estávamos ouvindo "Ace of Spades" começamos a pular ao redor e ficar doidos, tínhamos 20 anos de idade. Também estávamos pulando uns em cima dos outros, fazendo um montinho de gente. Não estávamos brigando. Só estávamos nos divertindo. Aí a perna do Phil estava "sobrando" no montinho, o Dave pulou em cima e a quebrou. Não acho que tenha sido algo que ele tenha feito de propósito e essa é a resposta que eu posso dar. Isso é com o Dave dizer se ele fez isso intencionalmente ou não, se ele estava com vontade de machucar o Phil ou não. Depois ele pediu desculpas por isso. Nós definitivamente não estávamos brigando. Eu não sei dessa parte de briga. Isto não está exato.

Talvez isto nem tenha sido mesmo o que ele disse, porque eu li uma versão traduzida. Pode até ter sido perdido na tradução. [Nota: vamos acabar sem saber se foi de propósito ou não, porque a matéria da NoiseCreep em 2010, traduzida aqui no Whiplash.net - link abaixo, aponta para uma "maldade" intencional de Mustaine]

Mustaine: como ele quebrou o tornozelo de Phil SandovalMustaine
Como ele quebrou o tornozelo de Phil Sandoval

Talvez. Eu não sei. Só sei que ele pediu desculpas depois. Não posso entrar na mente dele pra saber o que ele queria fazer.

Ok. Sobre o METALLICA, se fossem um quinteto, em um universo paralelo, porque você foi chamado para ser o vocalista do METALLICA nos primeiros anos da banda. Seriam você nos vocais, com James e Kirk nas guitarras [Nesta época, James Hetfield queria dedicar-se somente à guitarra e a banda estava à procura de um vocalista]. Vamos supor que isso tivesse acontecido. Como você acha que o som do METALLICA seria? Você acha que eles teriam lançado álbuns polêmicos como "Load", "Reload" e "St. Anger"?

Sabe, eu não sei. Eu nem penso nisso, porque simplesmente não aconteceu. Não era meu destino estar no METALLICA, apesar de me sentir lisonjeado por terem pedido pra eu estar na banda. Na verdade, até fizemos um show, alguns anos atrás, no show de comemoração dos trinta anos do METALLICA e eu cantei "The Four Horseman" com eles e foi realmente maravilhoso [confira o vídeo abaixo]. Mas, sabe, como eu disse, uma das coisas que eu sei na minha vida é que não era mesmo meu destino estar no METALLICA. Eu não penso em como a banda soaria. Eu acho que soaria como o METALLICA fazendo música com a voz do John Bush. E como o estilo da banda seria? Quem sabe? Eu só sei que a voz da pessoa que é a voz do METALLICA é o James. E fim de papo. Simples assim. [risos]

E você foi também o vocalista do ANTHRAX duas vezes. Como você vê o ANTHRAX hoje?

Eu acho que eles estão mandando bem. Eu acho que estão no lugar em que deveriam estar, com o Joey [Belladonna] cantando. Eu acho que eles se dão muito bem. Acho que ele estabeleceu o seu estilo um pouco em alguns discos. Parece que é como eles vão terminar a carreira deles. Para mim, é simples como, eu sempre queria que, em um mundo perfeito, as pessoas pegassem os discos que eu fiz com eles, dessem uma chance e ouvissem porque são álbuns matadores e eu sou orgulhoso desses discos. É parte da minha história. Eu não penso muito mais nisso do que isso. Eu lembro de muitos momentos bons, alguns momentos ruins, mas principalmente bons momentos. E acho que fizemos músicas muito bacanas mesmo.

E a última questão sobre o Big 4. Quem seria o Big 5?

Quem seria o Big 5?

Sim. Eu sempre pergunto pra quem fez parte de alguma das bandas do Big 4.

Eu nem toquei em tantas bandas dessas. Você tem que entender que uma banda como o ARMORED SAINT não é realmente parte do movimento Thrash como bandas como o SLAYER, METALLICA, MEGADETH e ANTHRAX. Faz muito tempo que tocamos com todas essas bandas. Nós não éramos parte do movimento Thrash, não éramos parte do movimento hair metal, mesmo sendo de Los Angeles. Nós fazíamos parte do nosso próprio mundo. Então, o mundo às vezes se vira contra a gente tentando nos conectar com uma determinada cena em particular, mas no fim a gente apenas olha pra trás e se sente meio feliz de que tenhamos tido apenas a nossa própria coisa acontecendo e ficamos muito contentes com isso. No fim do dia você pode provavelmente colocar o OVERKILL, o TESTAMENT ou o SEPULTURA como a quinta banda, se você quiser, nesta cena, eu não sei.

Uma vez que você mencionou o SEPULTURA, existe uma questão que eu sempre faço a todos os meus entrevistados. Existe alguma banda brasileira que você goste, que você escute na sua casa ou mesmo que tenha tido alguma influência na sua música ou na sua vida?

Eu estava falando com um cara uns dias atrás que disse que ia trazer uns sons brasileiros que eu provavelmente não conheceria. Eu disse: ótimo. Ele iria trazer uns CDs. Eu sempre fico empolgado em ser exposto a bandas que eu não conheço, sejam do Brasil ou de qualquer outro país. Eu sempre estou procurando ouvir boa música. Não tem que ser só Heavy Metal, pode ser qualquer tipo de música. Então, se você tiver alguém que você queira me apresentar, eu sou todo ouvidos.

Você pode ouvir KRISIUN, KORZUS, NERVOCHAOS, tem um monte de nomes. Posso até digitar pra você quando terminar esta entrevista [fizemos mesmo isso depois, incluindo também ANGRA, RATOS de PORAO e OBSKURE].

Ok. Mande os nomes, por favor.

E fora do mundo metal, o que você escuta?

Eu escuto de tudo, sabe? Eu gosto de Jazz, eu gosto de música clássica, eu gosto de bandas como RADIOHEAD. Eu gosto de ouvir coisas novas. Mas também escuto muita música dos anos 70, como STEVIE WONDER. Ele foi provavelmente uma das maiores influências para mim como vocalista. Eu sempre gosto da experiência de ouvir música diferente e estou sempre a postos para checar coisas novas, coisas velhas, qualquer coisa a que eu seja exposto. Pra mim, eu apenas não quero ficar ouvindo a mesma coisa o tempo todo, porque isso pra mim é chato. Eu adoro a "Hotel California", dos EAGLES. Pra mim, ela é uma ótima canção, mas se eu ouvir de novo... ah, eu não preciso ouvi-la de novo pelo resto da minha vida. Nas rádios de classic rock dos Estados Unidos essa música toca umas dez vezes por dia. Mesmo que seja uma grande canção eu não preciso mais ouvi-la. Eu não preciso ouvir "Smells Like Teen Spirit" nunca mais na minha vida. Mas eu amo ouvir outras canções do "Nevermind". Entende o que eu falo. Quando você fica superexposto a algo, acaba não querendo mais. É como assistir a um filme 30 vezes. Você não precisa mais vê-lo. Eu preciso ver um filme que eu nunca tenha visto.

Como "Stairway to Heaven", "Sweet Child of Mine". Eu também não aguento mais ouvir. E são muito bonitas.

Exatamente. "Stairway to Heaven". Exatamente. Exatamente. [risos] Eu concordo com você. Completamente. Eu preferiria ouvir "When Levee Breaks", algo a que eu não tenha sido superexposto. Mas eu amo o Zíper. O LED ZEPPELIN é provavelmente ainda a minha banda preferida de todos os tempos.

Eu ia te perguntar sexta-feira passada [a primeira data em que a entrevista tinha sido programada era a sexta-feira santa] sobre suas visões a respeito de religião, se você acredita em Deus ou algo. Você disse em um álbum ao vivo que acreditava no carma. O que você pode dizer sobre religião, sobre carma e sobre como as pessoas reagem e interagem com os outros e com Deus.

Uau! Eu não sei se temos tempo na entrevista para que eu responda isso. Sabe, eu fui criado em uma família católica, apesar de não ser um praticante agora. Eu provavelmente me definiria mais como agnóstico neste ponto da minha vida. Minha esposa é judia. Algumas vezes celebramos alguns feriados judeus com sua família. As vezes eu costumo ser um pouco cínico a respeito de religião porque eu acho que muitas pessoas fazem coisas ruins e associam com a religião e, portanto, algumas vezes isso me faz sentir, como eu disse, cínico. Mas eu também acho que existem alguns bons aspectos da religião, algumas arquiteturas bacanas associadas com a religião. Tem história boa associada com a religião. Não é de todo má. Claro que há grandes aspectos e grandes pessoas que são religiosas e fazem coisas boas pela humanidade. Mas, apenas para mim, não é algo que eu gostaria que fizesse parte da minha vida em uma base diária. Eu encontro outras coisas que podem ser mais inspiradoras, mas, ei, o que eu digo é o que funciona para mim hoje. A vida é difícil às vezes. E se as pessoas precisam rezar e de religião para ajudá-las a lidar com o mundo de uma forma mais fácil, então que vão em frente.

Ok. Eu penso mais ou menos da mesma forma. Tenho que terminar esta entrevista, mas antes preciso convidá-lo para voltar ao Brasil. Talvez no ano que vem e visitar outras cidades. Não moro em São Paulo, moro em Fortaleza e adoraríamos ter o ARMORED SAINT tocando aqui também. Então, aqui está meu convite.

Massa. Antes, quando eu estava no ANTHRAX eu toquei no Rio algumas vezes. Claro que eu gostaria de tocar em outros lugares do Brasil. Eu ficaria muito empolgado de fazer isso. Algumas vezes, quando você está em uma banda, você sai em turnê e vai a um monte de cidades, mas fica apenas um breve período de tempo em cada uma. 24 horas no máximo. Eu preferia ter mais oportunidade de conhecer cada cidade. As vezes, o tempo nas cidades é muito breve. Eu e minha esposa costumamos ficar um pouco mais na última cidade em que tocamos e aproveitamos um pouco mais dessa cidade. Ás vezes isso acontece e eu acho que dessa vez vai dar certo em Santiago porque é a última cidade em que vamos tocar. Vamos provavelmente passar uns dias por lá. Mas obviamente eu amo o Brasil. Toda vez que vamos aí as pessoas ficam muito empolgadas e são muito apaixonadas. Eu respeito totalmente. É a primeira vez que o ARMORED SAINT vem, mas acho que não será a última.

Vou te contar um segredo. São Paulo não tem uma praia. Fortaleza tem. Então, se você curte uma praia, pode vir a Fortaleza.

Eu realmente gostaria de conhecer um monte do Brasil. Isso é o que eu gostaria de fazer.

Foi um prazer conversar com você. Vamos terminar com uma mensagem e um convite para todos os fãs do ARMORED SAINT para o show no começo de junho, dia 3.

A todos os fãs do Brasil, por favor, venham ver o ARMORED SAINT tocar. Vai ser muito divertido, um tempo empolgante. Eu quero ver o quanto vocês cantam alto.

SERVIÇO:
Abigail Records apresenta:
Armored Saint - Pela primeira vez, e em apresentação exclusiva no Brasil!!!
Data: 03/06/18 - Domingo
Local: Fabrique Club (Rua Barra Funda, 1075 - Próximo ao Terminal da Barra Funda e Clash Club)
Abertura da casa: 18h | Armored Saint: 20h
Ingressos online:
https://ticketbrasil.com.br/show/5731-armoredsaint-saopaulo-...
Para mais informações, siga a página do evento no Facebook:
https://www.facebook.com/events/979438258871718/

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Sobre Leonardo Daniel Tavares da Silva

Daniel Tavares nasceu quando as melhores bandas estavam sobre a Terra (os anos 70), não sabe tocar nenhum instrumento (com exceção de batucar os dedos na mesa do computador ou os pés no chão) e nem sabe que a próxima nota depois do Dó é o Ré, mas é consumidor voraz de música desde quando o cão era menino. Quando adolescente, voltava a pé da escola, economizando o dinheiro para comprar fitas e gravar nelas os seus discos favoritos de metal. Aprendeu a falar inglês pra saber o que o Axl Rose dizia quando sua banda era boa. Gosta de falar dos discos que escuta e procura em seus textos apoiar a cena musical de Fortaleza, cidade onde mora. É apaixonado pela Sílvia Amora (com quem casou após levar fora dela por 13 anos) e pai do João Daniel, de 1 ano (que gosta de dormir ouvindo Iron Maiden).

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