Brutal Morticínio: o mais importante é a mensagem que o som passa
Por Renato Sanson
Fonte: Heavy And Hell Press
Postado em 11 de setembro de 2015
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São quase 10 anos em nome do underground e Metal Extremo, onde o BM vem conquistando seu espaço, por mais árdua que seja o caminho, com muita dedicação e humildade esses guerreiros estão indo longe.
Mas ainda muitos desconhecem a Horda, ou até mesmo como anda sua atual formação, então para esclarecermos alguns pontos, conversamos com o guitarrista/vocalista Tormento, confira:
De um modo geral como você enxerga hoje o reconhecimento do Brutal Morticínio?
Acredito que dentro dos limites que o underground impõe, temos uma boa aceitação e um certo reconhecimento pelos álbuns que produzimos, pelos shows, entrevistas, etc. Claro, não quer dizer que não poderíamos fazer algo diferenciado, ou que o trabalho executado na produção ou na divulgação por parte da banda foi perfeito. Longe disso. Gostaríamos por exemplo, de conhecer e poder tocar em outras regiões do Brasil, além do centro-sul onde conseguimos nos apresentar. Trabalhamos para isso, para tentar alcançar esses objetivos. Além disso, acho que o mais importante é a mensagem que o som passa, a idéia, enfim, que o maior numero de guerreiros possíveis, possa conhecer as nossas músicas.
Você também toca em outras bandas do underground, poderia nos falar um pouco delas?
Toco atualmente na Serbherus, banda que posso intitular de Thrash/Black Metal. É uma antiga Horda. Eu e Mephistopheles (Movarbru/Immortal Perséfone) fundamos ela no ano 2000. No ano de 2005 Abadom passou a integrar a banda e posso dizer que contribuiu muito com a nossa proposta. Passamos por um tempo afastados, cuidando de outros projetos e posso dizer que Abadom foi o grande responsável pela volta da Serbherus. Gravamos ao total 3 demos e também encontramos muitas dificuldades, mas aos poucos fomos conhecendo a cena underground, e posso dizer que atualmente a Horda tem tido o respeito que merece, por parte do público, zines, distros, produtores de eventos, enfim. Estamos no meio do processo de gravação de mais um álbum e esperamos que esse registro seja ainda superior aos demais. Toquei em outras bandas ao longo desse tempo, mas atualmente dedico o meu esforço musical, por assim dizer para essas duas Hordas.
Rogerio Antonio dos Anjos | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
Atualmente como anda a formação da Brutal Morticínio?
No momento, além dos três componentes, eu na guitarra e vocal, André Rodrigues na bateria e Lamazzus no baixo, está entrando mais um guitarrista. Erebus que é também guitarrista da banda Diablerie Progenie. A ideia é tornar a sonoridade um pouco mais pesada e também trazer uma nova cara para os sons, mantendo a melancolia, entretanto colocando um pouco mais de peso e caos nas composições. Mais um guerreiro tocando junto também agrega mais elementos e outras influências.
Falando sobre o último lançamento ("Obsessores Espíritos das Florestas Austrais"), o que você mudaria nele? Ou o que você não mudaria?
Tento não pensar muito nisso. Mudaria alguns detalhes e acrescentaria outros, faria algumas experiências. Entretanto acho que o álbum de alguma maneira da o seu recado e apesar de alguns detalhes que poderiam ser alterados, guarda também um registro da época em que ele foi gravado. As idéias que tínhamos, e acho que também marca o amadurecimento da banda, com uma produção um pouco mais pensada e "regrada". Marca também uma influência que tínhamos na época voltada tanto para o Black Metal tradicional quanto para o DSBM e para o Doom.
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