Vingador: JacareZine entrevista Alexandre Cabral
Por Cláudia Nascimento
Fonte: JacareZine Brasil
Postado em 01 de dezembro de 2014
Alexandre Cabral, vocalista e guitarrista da banda VINGADOR, concedeu entrevista ao JACAREZINE BRASIL. O músico falou sobre a fundação e início das atividades, dificuldade de manter a formação estável, como conciliar o trabalho regular em paralelo com a banda, lançamento do primeiro álbum de estúdio "Dark Side" (2012).
A banda formada em 1999, porque demoraram tanto tempo para lançar o primeiro disco? Como tem sido a repercussão?
Alexandre Cabral: Tivemos muitos contratempos durante esses anos, o primeiro deles foi porque éramos muito novos, não trabalhávamos, dependíamos dos pais e não tínhamos dinheiro para gravar um debut na qualidade que queríamos. Pouco depois, quando isso já era possível, convivemos com as dificuldades de crescer, trabalhar e estudar em outra cidade e com isso tivemos muita entrada e saída de integrantes durante a maior parte desse período citado, que nos impossibilitou focar em uma gravação. A repercussão não poderia ser melhor, ela tem sido 100% positiva, até agora e isso é realmente gratificante, pois esse álbum resume cerca de 10 anos de trabalho da banda.

Como é administrado o tempo para banda? Levando em consideração ensaios e dedicação dos músicos.
Alexandre: Sabendo da realidade de uma banda de metal, nós sempre tivemos como prioridade trabalho e família. Dentro da banda nós dividimos tarefas, funções além das dos instrumentos, isso é dividido conforme o tempo que cada um tem disponível para se dedicar, baseado nessas prioridades que citei. Nossos ensaios são semanais, de forma geral e mesmo que um ou outro não possa, a gente acaba se encontrando para resolver alguma coisa, seja uma detalhe de composição com o baterista, uma entrevista junto do baixista, etc. O importante não é a quantidade de tempo, mas a pro atividade de cada integrante.

Em relação a influências da banda, quais são e como elas interferem no som do Vingador?
Alexandre: Musicalmente somos influenciados pela atmosfera de alguma banda, mas nunca totalmente, e sempre nos preocupamos em não soar diretamente igual a ninguém, estamos sempre verificando se criamos algum riff que inconscientemente é igual a de outra banda e isso é muito complicado porque na linha que tocamos, tudo já foi explorado. Apesar disso, creio que conseguimos fazer um som que é do Vingador. Temos muitas influências, Slayer, Metallica antigo, Death, Motörhead sempre foram influencias, mas recentemente confesso que bandas como Gama Bomb, Evile, Mutant, Violator, entre outras, tem sido grande influencias, musicalmente e/ou nas temáticas abordadas.
Rogerio Antonio dos Anjos | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel | O Vingador está completando 15 anos de atividade. Como avalia todo esse tempo de estrada com a banda?
Alexandre: Foram bons anos, passamos por dificuldades, momentos de desanimo, desavenças, mas banda é como um casamento e sempre tem altos e baixos. Acho que o mais importante é a amizade que criamos dentro desse projeto coletivo que é uma banda, e um impulsiona o outro, pois uma das coisas mais gratificantes que posso citar, é esse sentimento de compartilhar de musica, show, idéias entre nós, fazer essa arte acontecer, esse sentimento mutuo. Não posso negar que os últimos 4 anos tem sido de longe os melhores anos para o Vingador, mas eu não me arrependo de nada desses 15 anos. Foram bem aproveitados e vivemos nosso sonho de rock, juntos.

Ainda em relação a esses 15 anos de estrada, olhando para trás, o que vocês consideram como um erro e que, se pudessem, tentariam evitar?
Alexandre: Erros que cometemos, creio que foram úteis para aprendermos com isso e sermos quem somos hoje, então realmente não me arrependo das cagadas. Mas um erro que não pretendemos cometer novamente é o de demorar tanto para lançar material novo.
A atual formação da banda parece estar bem afiada. O que a banda tem de planos em relação a um novo disco: direcionamento, músicas prontas, data de gravação?
Alexandre: Já estamos compondo desde que lançamos o DARK SIDE, e continuamos neste processo, gostaríamos muito de estar com o material todo pronto para 2015, mas ao mesmo tempo não temos pressa em compor, em prol de que o material fique o mais satisfatório possível para nós, trabalhando com calma e dando a atenção devida. Além das novas também devemos lançar material antigo que não chegou a entrar no DARK SIDE. A linha de som esta a mesma, talvez pouco mais amaducerido. Mas o grande destaque deverá ser um foco maior em musicas com criticas sociais/políticas e com isso também, mais musicas em português.

Para ler entrevista na íntegra,acesse:
http://jacarezine.com/2014/11/26/entrevista-vingador/

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