Abstratti: entrevista com Fabio Lione, atual vocalista do Angra

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Por Leonardo Daniel Tavares da Silva, Fonte: Abstratti
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A Abstratti Produtora, que tem sido responsável pelos últimos shows do ANGRA, publicou hoje em seu site uma entrevista com Fabio Lione (RHAPSODY OF FIRE), atual vocalista da banda ANGRA. Lione tem se apresentado em várias cidades brasileiras com a banda em 2013. Em 24 de agosto, o vocalista e o ANGRA estarão junto com o SOULFLY, de Max Cavalera, em Fortaleza para um show. Confira a entrevista abaixo.

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Em entrevista exclusiva para a Abstratti, via e-mail, Fabio comentou sobre a dificuldade de executar com perfeição as composições dos amigos brasileiros, e revelou um pouco de sua história até o convite para integrar o Angra. Confira o bate-papo a seguir!

Abstratti: Antes de qualquer coisa: como você conheceu o pessoal do Angra e como surgiu a ideia de assumir o vocal da banda?

Fabio Lione – Bem, conheço o Kiko Loureiro e o Rafael Bittencourt há um bom tempo. Por volta de 2000, eu estava com eles na América do Sul, durante a primeira tour do Vision Divine, e rolou um feeling bacana. Então, podemos dizer que somos bons amigos. Em seguida, encontrei o Ricardo Confessori e o Kiko na Itália. Acho que, provavelmente, o Kiko foi o primeiro a ter a ideia de me chamar. Ele me pediu para colaborar com o Angra e fazer os festivais 7000 Tons of Metal e Live ‘n’ Louder. Em seguida, pediu para acompanhá-los durante essa turnê sul-americana. Preciso dizer que estou muito feliz de ter aceitado, pois os caras são muito legais e a banda é ótima.

Abstratti: Tem ideia do legado que o Angra representa para a cena metal do Brasil?

Fabio Lione – Acredito que não completamente. Eu sei que o Angra é excelente e que a banda é bem conhecida. Porém, tenho certeza que vou saber mais sobre eles durante essa nossa turnê.

Abstratti: Lembra quando foi a primeira vez que ouviu Angra?

Fabio Lione – Sim, muito bem! Ouvi o primeiro disco (Angels Cry, de 1993) assim que ele saiu. Logo em seguida, também conheci algum dos caras da banda na Itália e vi alguns shows deles. Então, para o segundo álbum (Holy Land, de 1996), eu estava na Alemanha, acho que no Pathway Studios, e ouvi algumas faixas. Eu realmente gostei do trabalho.

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Abstratti: Até o momento, como tem sido os shows e a reação do público? Você gostou do que viu nas apresentações?

Fabio Lione – Em geral, confesso que fiquei surpreso (uma reação parecida com a que tive cantando no Kamelot durante mais de um ano excursionando com eles, pois os fãs são muito entusiastas). Com o Angra, fizemos alguns festivais e a receptividade da plateia foi boa. As pessoas estavam cantando, gritando e sorrindo. Acredito que os admiradores da banda estão contentes neste momento, e estão ao lado dos caras, dando suporte e confiando no que estamos fazendo. Isso é importante, porque os músicos percebem essa reação.

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Fabio Lione ainda falou sobre outros detalhes de sua carreira e da união com o ANGRA e sob a possibilidade de um disco novo com a banda. Confira a entrevista na íntegra no site da Abstratti:

http://abstratti.com.br/renascidos-mais-uma-vez-entrevista-c...




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Sobre Leonardo Daniel Tavares da Silva

Daniel Tavares nasceu quando as melhores bandas estavam sobre a Terra (os anos 70), não sabe tocar nenhum instrumento (com exceção de batucar os dedos na mesa do computador ou os pés no chão) e nem sabe que a próxima nota depois do Dó é o Ré, mas é consumidor voraz de música desde quando o cão era menino. Quando adolescente, voltava a pé da escola, economizando o dinheiro para comprar fitas e gravar nelas os seus discos favoritos de metal. Aprendeu a falar inglês pra saber o que o Axl Rose dizia quando sua banda era boa. Gosta de falar dos discos que escuta e procura em seus textos apoiar a cena musical de Fortaleza, cidade onde mora. É apaixonado pela Sílvia Amora (com quem casou após levar fora dela por 13 anos) e pai do João Daniel, de 1 ano (que gosta de dormir ouvindo Iron Maiden).

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