Bjack: banda é entrevistada pelo Rafampaz Blog

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Por Rafael Marinho da Paz, Fonte: Rafampaz Blog
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Uma banda em que teve seu início marcado nos anos 2000, gaúcha, e inclusive passou por várias mudanças, em seu nome, nos integrantes e até mesmo no estilo musical. Claro, é normal com várias bandas em nosso rock nacional ocorrer alterações, até mesmo em suas letras, pois o artista evolui, juntamente com o seu fã, isto é, o crescimento do artista é o reflexo da maturidade do seu público especifico. Tive uma conversa com os caras da BJACK, e abordamos vários assuntos, inclusive uma novidade para muitos que acompanham a banda, que está no caminho certo.
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Rafael: Antes de tudo eu agradeço a atenção e gostaria que vocês me falassem um pouco do processo de formação da banda e como surgiu o nome BJACK?

Boto Wesz {vocalista / guitarrista}: A banda foi sendo construída aos poucos, com anos de diferenças e convivências. Passamos por diversas formações sempre deixando amigos e nunca inimigos para trás. O nome foi feito devido a uma união do antigo nome da banda, que era Black Jack e tornou-se BJACK.

Marco Lopez {guitarrista / tecladista}: Bom, a banda começou como a grande maioria: Reunião de amigos para animar festas, e deu certo. Desde cedo acreditamos que poderíamos fazer a diferença, que poderíamos ser alguém. Quanto ao nome, no início era Black Jack, mas por motivos de força maior (banda registrada com esse nome) tivemos que trocar, e optamos na época por tirar o “lack” e deixar apenas B Jack, tanto que no início era separado, após algum tempo é que juntamos tudo, BJACK.

Rafael: A influência musical de vocês?

Boto Wesz {vocalista / guitarrista}: As minhas influências são diversas. (Sic)Escuto muita coisa para ter uma opinião formada. Mas as bandas que mais me influenciam são: Red Hot Chili Peppers e Foo Fighters, e aqui no sul são Cidadão Quem e Rosa Tattooada.

Marco Lopez {guitarrista / tecladista}: (Sic) Sou da velha escola do hard “farofa”: Guns, Skid Row, Van Halen, Warrant, Toto, Mr. Big e alguns outros dos quais me envergonho, porém são minha escola. Mas admiro muito o rock gaúcho, tipo Rosa Tattooada, e também bandas que trouxeram uma nova inspiração ao rock como Foo Fighters, Arctic Monkeys, finado Audioslave...

Denis Brauner {baixista}: Minhas influências vêm de Nirvana, Ramones, AC/DC, Red Hot Chili Peppers, Foo Fighters, Green Day e até Oasis, além claro, de um bom rock gaúcho.

Zé Scheffer {baterista}: (Sic) Sempre ouvi muito rock, seja ele nacional ou internacional. Gostava muito de Raimundos e Nirvana, mas conforme foram passando os anos, passei a escutar Pearl Jam, Radiohead, Paralamas do Sucesso, Angra, etc...

Rafael: A banda existe há 12 anos, quais dificuldades já passaram ao longo da carreira?

Boto Wesz {vocalista / guitarrista}: Todas! Mas estamos sempre passando por dificuldades que nos ensinam a lidar com elas novamente. O mais difícil nós aprendemos: Crescer nas dificuldades!

Zé Scheffer {baterista}: Acho que manter a banda de forma independente durante 12 anos já poderia ser considerada a maior dificuldade. Mas acho que a maior está por vir, que é o projeto que temos de ir pra Porto Alegre e nos mantermos financeiramente através da música no meio de tantas bandas talentosas que existem lá. Sabemos que vai ser uma baita experiência pra todos, pois vamos crescer musicalmente com isso.

Rafael: Vocês ainda não vivem 100% de música, que fazem quando não tocam?

Boto Wesz {vocalista / guitarrista}: Eu ministro aulas de música em escolas da rede Municipal de Santa Maria. Ainda sou formado em Educação Física Licenciatura e estou cursando Educação Física Bacharelado. Mesmo assim, estamos tomando decisões de mudar para Porto Alegre para tentarmos viver somente da música e tudo que ela puder nos proporcionar.

Marco Lopez {guitarrista / tecladista}: Sou formado em Ciência da Computação e estou me formando em Produção Musical. As vezes, faço freela com design, produção musical e também trabalho como técnico de áudio em shows. Ainda não conseguimos viver 100% de música, porém conquistamos muitas coisas apenas com o dinheiro de nosso cachê. Essa mudança, para morarmos em Porto Alegre, faz parte do objetivo de apenas vivermos de música, trabalhar apenas nosso repertório autoral, e conseguir uma estabilidade como um bom nome no rock gaúcho, e sabemos que caso for preciso, teremos o apoio familiar caso estejamos realmente necessitando.

Denis Brauner {baixista}: (Sic) Bom pra mim era como um hobby, sempre levei como segundo plano ter banda, pois trabalho. Mas tocava com responsabilidade, pois se eu não fizesse a minha parte direito, pegava mal para todos da banda e principalmente para mim. Mas acredito que virará um trabalho em tempo integral a partir do momento que a banda mudar - se para Porto Alegre, pois quero viver de música lá.

Zé Scheffer {baterista}: Não vivemos 100% de música, eu há pouco tempo trabalhava em um supermercado, mas larguei o emprego pra me dedicar à banda já que decidimos sair de Santa Maria e ir para Porto Alegre. Não tem como fazer as duas coisas ao mesmo tempo quando você precisa viajar pra fazer shows e 2 horas depois do show estar de volta a sua cidade pra trabalhar... É uma rotina complicada que faz com que você não consiga fazer bem nenhuma das duas coisas.

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Rafael: A banda disponibilizou o download das músicas na internet, o que acham de redes sociais, ajuda o suficiente a uma banda e de que forma ela a ajuda?

Marco Lopez {guitarrista / tecladista}: Bom, o mundo mudou. Antigamente se gastava muita grana para gravar um disco, e uma grana maior ainda para enviá-lo aos canais de comunicação. A internet veio para facilitar esse envio. Ficou mais fácil aparecer, e não culpo a internet por “banalizar” a música, como muitos artistas enxergam. Acho que quem trabalha da forma correta com ela, e trabalha honestamente com a sua proposta, será visto e encontrado entre milhões de banda. Pelo menos, estamos conseguindo. E seria muito mais difícil para a BJACK atravessar as barreiras se não tivesse a internet. Imagina as vendas que temos pelo Itunes, Amazon e Nokia Music Store sem a ajuda da internet?

Zé Scheffer {baterista}: Ajuda muito quem trabalha de forma correta. Hoje em dia tem milhares de bandas lançando músicas boas e ruins na internet, as ruins somem depois de um tempo e as boas ‘’sobrevivem’’, até ganhar outras formas de mídia. Nós da Bjack só temos a agradecer a internet, pois graças a ela pessoas do mundo todo acessam nossas matérias e escutam nossas músicas.

Rafael: E o cenário do rock nacional como analisam?

Boto Wesz {vocalista / guitarrista}: Permanece, evolui e tende a voltar com toda a força.

Marco Lopez {guitarrista / tecladista}: Não sou pessimista, apenas acredito que o Rock não está mais na moda como estava nas décadas passadas, como 70, 80 e 90. Mas temos o efeito “cauda longa” com ele. que tem sua fatia do mercado, e por mais que não cresça muito, tem seu público fiel, que está sempre consumindo informação “rocker”, e com a internet, consegue “garimpar” melhor novas bandas e manter assim um mercado.

Denis Brauner {baixista}: Ele está meio parado, sem uma banda grande em destaque.

Zé Scheffer {baterista}: Com muitas bandas, mas no momento com pouca qualidade. Parece que as bandas pararam de estudar música antes de criar, hoje em dia poucos frequentam palestras, workshops, até mesmo quando eles são abertos ao público em geral. Parece que isso é ‘’culpa’’ da tecnologia, só que os músicos esquecem que por trás de um grande equipamento precisa existir um grande músico, senão não adianta nada.

Rafael: No sul quais outras bandas do meio underground vocês destacam?

Boto Wesz {vocalista / guitarrista}: O underground está numa fase confusa. Existem bandas que se tornam “grandes”sem deixar o lado “under”. Mas o sul está voltando a ter aquela fase de renovação de qualidade... Uma banda que tem um excelente trabalho e tem destaque por aqui são os amigos da Rinoceronte. Vale a pena conhecer.

Marco Lopez {guitarrista / tecladista}: O mercado sulista é muito forte, tem várias bandas boas, que se dizem underground, porém já são mainstream, como o caso da Cachorro Grande. Mas têm outras que estavam em mainstream e voltaram para o underground, porque conseguem ter um plano de carreira muito bom, como o caso dos nossos amigos da Tequila Baby, Rosa Tattooada, Acústicos & Valvulados, Comunidade Nin-Jitsu e a “dinossáurica” Graforréia Xilarmônica.. E na nossa cidade atual (Santa Maria), uma banda que está fazendo muito show pelo país, no roteiro de festivais undergrounds é a Rinoceronte.

Denis Brauner {baixista}: Bom, destaco a banda de uns amigos meus, a Press, que agora esta novamente em São Paulo tentando fazer shows. Outra que eu gosto de ouvir é a Nocet, que é uma banda das antigas daqui de Santa Maria, é realmente boa e merece destaque nacional e por fim, Vera Loca está em alta nas baladas pop do estado, acho que irão deslanchar em todo país.

Zé Scheffer {baterista}: As que se destacam hoje são: Cachorro Grande, a Rosa Tattooada, a Comunidade Nin Jitsu, enfim, bandas que conseguem tocar e se manter no eixo Rio-SP e até fora dele. Uma banda que também vem crescendo é a Vera Loca.

Rafael: Analisando a capa do último EP, tive a curiosidade, de saber de quem foi a ideia?

Marco Lopez {guitarrista / tecladista}: Foi um “mix” entre banda e designer contratado, quando começamos a compor o atual EP, vimos que tínhamos um número parelho de baladas e de músicas pesadas. Porém não estávamos à vontade para gravar as baladas, queríamos sair um pouco do estereótipo do primeiro CD (banda pop/rock com muitas baladas, quase emo), então focamos em trabalhar primeiramente apenas nas músicas que traduzissem o que estávamos sentindo na época da gravação. Acabou que quando percebemos, tínhamos gravado apenas músicas mais pesadas, e nenhuma balada (a faixa “Deixa” consideramos uma semi-balada).

Quanto a arte do disco, pensamos em fazer algo que remetesse ao mundo mais rocker, então contratamos o designer Jean Michel, da Art Designations, que já fez trabalhos para diversas bandas e artistas como Edu Falaschi (Angra / Almah), SoulForged, Deliver, além de trabalhos para a gravadora Eternal Hatred Records e também foi destaque na revista Photoshop Creative, e a arte da capa é uma concepção toda dele, apenas orientado pela banda de como queríamos que o público enxergasse a nossa música. E acredito que conseguimos, porque muita gente elogiou o trabalho. Ficou uma BJACK, versão mais madura, séria, ainda mais rock.

Rafael: E sobre o EP lançado, faça uma comparação ao antigo CD que vocês lançaram em 2007, ou seja destaque as principais mudanças ocorridas na banda desde aquele tempo até os dias de hoje?

Marco Lopez {guitarrista / tecladista}: A meu ver, a principal mudança foi a composição de músicas mais maduras, letras mais consistentes, instrumental melhor produzido. Crescemos muito, entre o primeiro CD e o atual EP, e a estrada de shows, fez com que chegássemos a esse resultado.

Este EP é verdadeiro, somos, pensamos, e principalmente, tocamos aquilo que está no atual EP, pois conseguimos pela primeira vez mostrar nossa essência, sem ter medo de rótulos, ou qualquer preconceito. (Sic) Chegamos ao nosso consenso como banda, “todos estão jogando no mesmo time”. Agora é trabalhar para cada vez mais melhorar nosso show e nossas músicas.

Denis Brauner {baixista}: Neste Ep, eu destaco o amadurecimento de todos nós como banda e como músicos. Mostra bem nossas raízes, do que queremos que seja nosso som, e como nós gostaríamos de ouvir. Não tem nenhuma modinha e sim o que queremos tocar.

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Quais dificuldades enfrentaram na produção do último EP e também no CD lançado em 2007.

Marco Lopez {guitarrista / tecladista}: No primeiro álbum, em 2007, éramos “virgens” em termos de produção/gravação, então realmente fizemos o que podíamos fazer para que tudo ocorresse bem. Enfrentamos muitas dificulfades com o primeiro, e destaco a “geladeira” de quase 3 anos, que a gravadora da época nos colocou sem podermos divulgar o CD. Já no atual EP, trabalhamos da forma correta, aprendemos com os erros, e tivemos fortes nomes ligados ao rock gaúcho palpitando e aconselhando em como deveríamos trabalhar, para não cometermos os mesmos erros, e nem os erros deles. Foi um grande diferencial o convívio e troca de experiências que tivemos com músicos e produtores renomados na cena rock gaúcha, dessa vez não tivemos dificuldade alguma que impedisse a produção deste atual EP

E a repercussão do último EP, como tem sido por parte de fãs e críticos?

Marco Lopez {guitarrista / tecladista}: Fantástica. É a palavra mais sincera que posso descrever no momento. Está todo mundo adorando, fãs e críticos, mas sabemos que o caminho é longo, então estamos consolidando nossa carreira “tijolo por tijolo” e o “feedback” por parte de fãs e críticos está vindo, e muito bem. O EP foi lançado em Setembro passado (2011), então agora é que o mercado começa a digerir o EP, e assim, soltar suas opiniões.

Zé Scheffer {baterista}: Acho que nem a banda imaginava que a repercussão seria tão boa! Tem muita gente falando bem do EP no Brasil todo, o que surpreendeu muito a gente. Até quem não gosta do estilo musical aponta nem que seja uma música como favorita no álbum, é muito gratificante pra gente, e é sinal que estamos no caminho certo.

Quais músicas que mais identifica o estilo da banda?

Boto Wesz {vocalista / guitarrista}: O EP resume o estilo da banda. As seis músicas foram feitas para cada um identificar o estilo e ter sua própria opinião. E realmente isso está acontecendo.

Marco Lopez {guitarrista / tecladista}: Bom, gosto é gosto. Mas acredito que a faixa que abre o disco, “Meus Erros Foram Feitos Pra Você” consegue mostrar ao público quem somos, como pensamos, como é nosso show e como o disco irá soar no seu som. E sempre peço: escutem o disco em um aparelho de som, ou então com fone de ouvido no notebook. Vale a pena o esforço.

Denis Brauner {baixista}: Bom, a primeira música do EP, “Meus Erros Foram Feitos Pra Você” é a que melhor mostra o estilo da banda, pois ela é meio que um anúncio do que está por vir. (sic) Acredito que se a pessoa não gostar dela, não escutará as outras, porém se gostar, não vai parar de ouvir o Ep inteiro.

Zé Scheffer {baterista}: A “Cansei” é a minha favorita, mas a que mais tem a ver com a banda é a ‘’Meus Erros Foram Feitos Pra Você’’. A letra é uma mensagem direta, transmite o que tem que transmitir, sem rodeios. É um rock bem definido, maduro, com letra forte. A frase ‘’tua auto-piedade nunca me atraiu’’ mostra a nova fase que a banda vive.

Existe algo em produção? Videoclipe, CD, Single?

Marco Lopez {guitarrista / tecladista}: Por enquanto estamos agora focados na mudança de cidade, temos muita coisa para resolver. Já estamos fazendo os shows de despedida de nossa região, mas para futuro próximo, algo pelo fim do ano, acredito que a banda inteira queira gravar um single, a moda antiga, com a sonoridade e vivência adquirida em Porto Alegre.

Quais bandas os integrantes mais ouvem ultimamente, seja no carro, MP3?

Boto Wesz {vocalista / guitarrista}: Os últimos sons que estou ouvindo diariamente é o álbum Wasting Light do Foo Fighters, Get Born do JET, WolfMother, e ouço diariamente a rádio, um costume bom para saber como está o mainstream radiofônico.

Marco Lopez {guitarrista / tecladista}: Eu costumo me apaixonar por discos inteiros. Ultimamente o que estou ouvindo sempre em casa é o Kicking & Screaming do Sebastian Bach; III do Chickenfoot; Wasting Light do Foo Fighters e uma coletânea das Runaways.

Denis Brauner {baixista}: (sic) Agora apenas Foo Fighters e uns rocks da antiga.

Zé Scheffer {baterista}: O Marco e o Boto me falaram tanto do Foo Fighters que é uma banda que voltei a escutar depois de algum tempo, outra que o Marco foi no show em Porto Alegre e é bem do meu gosto é o Sebastian Bach. Mas gosto muito daquelas coletâneas de rock ballads, por exemplo, que inclui bandas tipo: Scorpions, Iron Maiden, Queen, Badfinger, Pink Floyd, The Police. Outra banda que tenho escutado bastante é Avantasia.

Planos para o decorrer do ano?

Boto Wesz {vocalista / guitarrista}: Fazer o que a gente sempre quis: TOCAR MUITO! O sonho é trabalhar todo os dias com música e esse vai ser o nosso foco nessa mudança para a capital gaúcha, Porto Alegre.

Marco Lopez {guitarrista / tecladista}: Trabalhar muito. Estabelecer uma forte conexão com a cena rock gaúcha à partir de Porto Alegre. Visitar cidades das quais ainda não levamos nosso show, e preparar um novo disco.

Deixe um recado para os fãs

Boto Wesz {vocalista / guitarrista}: Queria agradecer as pessoas que fazem valer a pena cada gota de suor, cada noite perdida, cada dia cansativo só para fazer o que a gente mais gosta: Tocar. Fazer cada show ser o MELHOR show de nossa vida! VALEU!!!

Marco Lopez {guitarrista / tecladista}: Muito obrigado por tudo que vocês tem nos proporcionado. Obrigado pela atenção e paciência, e obrigado por lutar junto com a banda. Vocês são nossos heróis.

Denis Brauner {baixista}: Comprem nosso EP, se ainda não tiverem comprado, ali está nossa essência musical. Sempre que subo em um palco penso em nossos fãs. Muito obrigado galera por sempre estarem juntos aonde estivermos. Obrigado!

Zé Scheffer {baterista}: É engraçado a palavra fã, antes não caía a ficha do que realmente significa, mas depois que você começa a fazer shows em outras cidades e ver que tem sempre um pessoal te acompanhando, você vê a real dimensão e importância que tem essa palavra. Só tenho quatro palavras pra dizer a todos: MUITO OBRIGADO POR TUDO!

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Sobre Rafael Marinho da Paz

Nascido em 1993, sou back vocal e guitarrista da Bob do Rock. Posso dizer que sou contestador e sempre tenho metas em minha vida. Estudando para que no futuro me torne um jornalista especializado em música. Embora tenho preferência pelo Heavy Metal, desde muito cedo especificamente com 10 anos de idade, passei parte da adolescência aficionado pela banda Red Hot Chilli Peppers. Além disso, sempre acompanho outros grandes nomes do rock como, Dead Kenedys, Bullet For My Valentine, Suicide Silence, entre outras. Tenho um blog em que busco um só objetivo: Mostrar que existe rock de qualidade em nosso país. Pois é dessa forma que sigo na missão de mostrar bandas existente no meio underground.

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