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Lothloryen: entrevista com o guitarrista Leko Soares

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Por Renato Spacek, Fonte: O Caralho a 4
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Recentemente o blog O Caralho a 4 conduziu uma entrevista com Leko Soares, guitarrista e compositor do grupo de Power/Folk Metal mineiro Lothlöryen. O grupo está divulgando atualmente seu mais novo single, "When Madness Calls", do disco com o mesmo título que sairá em breve.

Primeiramente o blog "O Caralho a 4" gostaria de agradecer a oportunidade de entrevistá-los.
R: Eu que agradeço, em nome do Lothlöryen. É uma honra participar do blog e ter oportunidade de expor um pouco de nossas ideias aos leitores.

Com o single "When Madness Calls", pudemos perceber que a entrada do vocalista Daniel Felipe na banda, mudou um pouco a sonoridade da mesma. Essa mudança foi proposital, ou apenas uma consequência de troca de membros?
R: A mudança na verdade foi inevitável. O timbre dos dois vocalistas é completamente distinto. A voz do Léo é mais médio/aguda e a do Daniel é mais para médio/grave, um timbre meio próximo ao Hansi Kürsch, mas com uma grande personalidade própria. Agora, sobre a questão de a banda estar mais pesada acredito que é um caminho que já vínhamos galgando desde o Some Ways back no More.

Falando do single, o que vocês acharam do feedback dos fãs até agora com essa nova música?
R: Foi muito legal. O primeiro mês foi perfeito. Tivemos dois mil downloads e 5 mil page views. Foi um resultado bem além do esperado. Estávamos ansiosos em relação aos comentários sobre o Daniel e posso dizer que após 3 meses do lançamento do single, 99% dos comentários que recebemos foram elogiando a nova voz e a nova sonoridade da banda.

E o que esperam do feedback do disco, que será lançado em breve?
R: Esperamos surpreender. Queremos nos libertar dos rótulos que qualquer um já tem em mente em relação ao nosso som. O trampo novo será libertador pra todos nós e não tenho dúvidas que vamos agregar uma nova leva de fãs, sem desagradar aos que nos acompanham já a mais tempo.

O Power e o Folk Metal são dois estilos extremamente populares na Europa, e vocês já tem uma turnê agendada para 2012 por lá. Como estão se sentindo?
R: Acreditamos que a tour europeia será um divisor de águas na carreira da banda. Sabemos que nosso som é bem popular por lá e ter a chance de levar o show do Lothlöryen para terras europeias é um sonho que se realizará. O mais importante é que a banda completará 10 anos de estrada ano que vem e iremos explorar essa tour europeia de uma maneira muito especial para os fãs da banda.

Como são as vendas dos seus discos? Vocês concordam que o dinheiro dos CDs vai pra gravadora e que, consequentemente, a banda praticamente só arrecada com shows?
R: As vendas dos cds do Lothlöryen hoje em dia são irrelevantes. Na verdade, esgotamos toda a prensagem de nossos dois cds anteriores e resta uma meia dúzia de cds do "Some Ways back no More" conosco. Acredito que não fizemos um bom negócio com a gravadora no lançamento do último álbum e nossa ideia agora é divulgar a banda por conta própria, nos moldes do que fizemos com o single, pois tivemos um retorno imediato muito melhor do que antes, sem contar que a divulgação via internet gera mais oportunidades para shows e outros tipos de negócios.

E os downloads ilegais na internet, o que acham disso?
R: No nosso caso, banda underground, ainda sem um nome firmado na cena, acredito que são essenciais. Como disse anteriormente, a divulgação via internet se bem feita, pode abrir portas. O essencial é que o seu trampo seja bom e honesto e aí com certeza ele repercutirá de uma maneira positiva. Temos planos de disponibilizar toda a nossa discografia para download na Internet em um futuro bem próximo para a galera que ainda não nos conhece e tem dificuldade de achar os nossos trabalhos, possa ouvir o trampo e tirar suas próprias conclusões sobre a banda.

Quais são as maiores influências musicais do Lothlöryen? Muitos fãs do grupo comparam o som mais antigo da banda com o Elvenking.
Hoje são muito variadas. Na banda os caras ouvem de tudo, desde rock dos anos 70, música irlandesa, pop rock dos anos 80 até Death, Black Metal, sem preconceitos. No meu caso, como sou o principal compositor, posso dizer que as influências atuais da banda vão desde o óbvio: Savatage, Blind Guardian, Gamma Ray até coisas mais inusitadas como Muse, Black Stone Cherry, In Flames, Soilwork e porque não U2, The Beatles, etc.

E por incrível que pareça, não temos nenhuma influência de Elvenking. A maioria dos caras da banda acredito que sequer conheçam a banda. Eu só escutei a banda depois de ter escutado as várias comparações com o nosso som.

Fica bem claro pelas letras que vocês são fãs de Tolkien. Há algum outro tipo de fantasia/mitologia que vocês se inspiram?
R: Sim. Nos cds anteriores tem algumas letras que fazem referências às Brumas de Avalon de Marion Zimmer Bradley. Porém, no novo cd, não haverá nenhuma música inspirada em Tolkien. Amamos o J.R., mas está na hora de a banda galgar por novos caminhos, para não criarmos uma prisão conceitual ao nosso redor. O tema do novo cd será a Loucura. Pretendemos explorar esse tema mostrando os diversos ângulos da relação que a insanidade e a loucura tem com os seres humanos.

Vocês gostariam de deixar alguma mensagem para os fãs?
R: Agradecer sempre. Muito obrigado aos que acompanham a banda, aos que tiveram interesse de ler essa entrevista, aos que vão aos shows etc. Pedimos que nos prestigiem acessando nossos videos no youtube, nosso myspace, perfil e comunidade no orkut, facebook, enfim, ajudem o Lothlöryen e as bandas undergrounds em geral, pois sem o apoio da "grande" mídia, dependemos de vocês para continuar compondo, gravando, fazendo shows e levando escapismo pra galera. Folk You!

A equipe do blog "O Caralho a 4" agradece a entrevista! Muito obrigado Leko, e toda a sorte para você e para o Lothlöryen com o lançamento do seu novo disco e turnê. Continuem fazendo esse ótimo trabalho!


Malvada
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Sobre Renato Spacek

Brasiliense e amante do Metal, reside no exterior e tem preferência pelos subgêneros Folk, Power e Groove, mas não se limita a isso, pois também aprecia outros estilos tais como Thrash Metal, Hard Rock, Glam Metal, Death Metal e Black Metal, mas é bem seletivo com os dois últimos. É baixista e conheceu o Rock através do KISS, em 1999, entretanto sua banda preferida é o Dream Theater. Fã de Tolkien, adora os Estados Unidos e a Suécia.

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