Adrian Smith: entrevista sobre o documentário do Maiden

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Por Lucas Pinheiro, Fonte: El Universal, Tradução
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Sábado à noite em Caracas, "Venezuela é um país maravilhoso, único, comida boa e mulheres absolutamente... hummm", foi o que o vocalista Bruce Dickinson comentou em outubro de 1992 em nosso país. Dezessete anos depois o IRON MAIDEN retorna para a Venezuela, dessa vez para se apresentarem no estádio de futebol da UCV, no próximo 5 de março, pela "Somewhere Back In Time World Tour".

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A matéria abaixo foi publicada no El Universal:

Durante a turnê "Fear Of The Dark" (1992), o guitarrista Adrian Smith não estava na banda, então essa é a primeira vez dele na Venezuela. O criador de "The Prisoner" que hoje está fazendo aniversário (nota: a matéria é datada de 27 de fevereiro), atende à chamada de Monterrey, México. "Deve ser como de hábito, mas vejo muita gente suada por aqui e suponho que haverá uma grande quantidade de álcool", ele faz referência de como vai passar seu aniversário hoje.

Em abril vocês irão lançar seu documentário "Iron Maiden: Flight 666", o que querem passar com esse documentário?

"Queriamos passar uma amostra do que acontece nos bastidores, o convívio entre todos nós e como a banda goza a turnê".

Incluindo entrevistas com cada membro?

"Também. Existem muitas conversas com todos nós".

O engraçado é ver Bruce Dickinson como o piloto de seu próprio avião. Isto não lhes assusta?

"Não, ele é um piloto profissional, é como se você estivesse em um vôo normal em primeira classe. Bruce é muito cuidadoso quando está pilotando e ele fica contente com isto".

Você não estava na banda durante o show de 1992 em Caracas. Por acaso, eles lhe falaram como foi?

"No geral eles comentaram sobre a conexão do público com a banda, e como o público reagiu a cada canção".

Você foi uma das duas guitarras solo, antes de deixar a banda. Agora compartilha o peso das guitarras com Janick e Dave. Qual é a sensação do Iron Maiden com três guitarras no palco?

"É um sentimento grandioso. Há um espírito de felicidade que faz cada show mais poderoso".

Bruce falou sobre tocar o novo material, é certeza?

"Não, porque não estamos trabalhando em um novo disco".

Como é que você define esta nova ninhada de bandas que parecem optar mais por guitarras "pegajosas" e a falta de conteúdo?

"É difícil fazer valer-se desse jeito. É verdade que você percebe modismo neles, mas sempre há bandas que lhe devolvem a confiança. Gosto da filosofia e das intenções dos outros. Ainda existem bandas para serem vistas".

Mas é notável a falta de letras forte nas bandas...

"Talvez. Isso pode ser subjetivo, de acordo com o interesse do que você quer ouvir".

No DVD "Rock In Rio" vemos sua paixão para a pesca...

"Eu sou um fã de pesca. O tempo está sempre contra. Existem lugares onde você pode pescar na Venezuela?"

É claro.

"Sendo assim, gostaria de fazê-lo".




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Sobre Lucas Pinheiro

Da ponta norte do mapa (mais precisamente do Amapá), Lucas descobriu o rock e o metal cedo, influenciado pelo seu pai que é fã de carteirinha do Led Zeppelin. Lucas começou ouvindo clássicos como Led Zeppelin, Dire Straits e foi passado para Queen, Metallica, Iron Maiden, Black Sabbath e Judas Priest. Nos anos 2000, conheceu uma banda pela qual ele se apaixonaria e descobriria outras vertentes do Metal, o System of a Down. Daí conheceu o Black Metal e o Death Metal, começou ouvindo bandas como Cannibal Corpse, Dimmu Borgir e o Venom. As bandas que ele mais gosta são: System of a Down, Metallica, Dire Straits, Led Zeppelin, Cannibal Corpse, Slayer, Iron Maiden, Black Sabbath e Judas Priest.

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