Tesla: "dinheiro não compra atitudes positivas"
Por Ligia Fonseca
Fonte: Brave Words
Postado em 21 de outubro de 2008
O site HardRockHideout.com publicou uma entrevista com Brian Wheat, baixista do TESLA, que falou sobre o novo guitarrista e o processo de composição da banda, dentre outras coisas.
Vi o Tesla ao vivo algumas vezes no ano passado na turnê "Real To Reel". Dave Rude se encaixou bem na banda. Como vocês o encontraram?
Brian: "Frank encontrou o Dave no MySpace. Foi bem documentado que tínhamos problemas com o Tommy Skeoch. Quando começamos a procurar alguém para substituí-lo, Frank começou a olhar no MySpace e buscar pessoas na área de Sacramento. Dave é de Oakland, Califórnia, então estava bem perto".
Você ainda fala com o Tommy Skeoch?
Brian: "Não, nunca mais falei com o Tommy".
"Forever More" é o primeiro álbum com Dave Rude com material novo de estúdio. Que influências musicais ele traz para o Tesla?
Brian: "Dave gosta de GUNS N' ROSES, TESLA e MÖTLEY CRÜE. Ele também escuta muitas das bandas novas, tem 30 anos. Frank tem 42 anos, estou com 44. Ele traz um entusiasmo mais jovem, muita coisa positiva para a banda e é um ótimo guitarrista. Todos compusemos as músicas deste álbum. Ele tem uma atitude positiva e dinheiro não pode comprar isso".
Por quais circunstâncias a banda passava que serviram de inspiração para as músicas do "Forever More"?
Brian: "Aconteceu muita coisa, de pessoas novas a decisões que mudaram nossas vidas. O fundamento geral é que não quisemos mais aguentar besteiras. Só queríamos ir para frente, como diz a música 'I Wanna Live'. Quero viver antes de morrer e não quero que o mundo me ignore. 'Breaking Free' é sobre estarmos fartos de negativismo, vamos continuar com coisas positivas".
Quando o Tesla se prepara para gravar um álbum novo, com quantas músicas vocês geralmente entram em estúdio e o que acontece com as que ficam de fora?
Brian: "Entramos com idéias para músicas, com trechos delas. Trouxemos Terry Thomas para este álbum. Mesmo com as idéias que tínhamos, ele as descascou até sua forma básica e reescrevemos todas. No final, ficou ótimo. Durante o processo houve algumas 'dores de crescimento'. Quando tudo foi dito e feito, os resultados ficaram brilhantes. As músicas que ficaram de fora eram idéias que não concluímos."
Leia a entrevista completa (em inglês) neste link.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A música do Rainbow que Ritchie Blackmore chama de "a definitiva" da banda
A melhor música de cada álbum do Iron Maiden, segundo ranking feito pela Loudwire
"I Don't Care", do Megadeth, fala sobre alguém que Dave Mustaine admite ter implicância
Uma cantora brasileira no Arch Enemy? Post enigmático levanta indícios...
Metal Church anuncia seu décimo terceiro disco, o primeiro gravado com David Ellefson
Ao lidar com problemas de saúde, Dee Snider admitiu fazer algo que rejeitou a vida inteira
O disco "odiado por 99,999% dos roquistas do metal" que Regis Tadeu adora
A música épica do Rush que mexeu com a cabeça de Dave Mustaine
35 grandes músicas que o Megadeth lançou no século XXI
"O Raul, realmente é pobre também assim, é tosco"; Guilherme Arantes entende fala de Ed Motta
"Não tenho mágoa nenhuma": Luis Mariutti abre jogo sobre Ricardo Confessori e surpreende
Summer Breeze anuncia mais 33 atrações para a edição 2026
O ícone do thrash metal que era idolatrado na Bay Area e tinha um lobo de estimação
Com show no Brasil, After Forever confirma datas na América Latina
A música dos Beatles odiada tanto por John Lennon quanto por Paul McCartney
Ace Frehley diz que tem documento que pode arruinar carreira de Paul Stanley e Gene Simmons
Amy Lee, do Evanescence, aponta a jovem banda que vai carregar a tocha do som pesado


Com Tesla e Extreme, Mötley Crüe anuncia turnê celebrando 45 anos de carreira
6 bandas que são chamadas de metal farofa mas não deveriam, de acordo com a Loudwire
Cradle Of Filth: o lado negro do vocalista Dani Filth
Bob Daisley: baixista dá detalhes de sua briga com Osbourne



