Edu Falaschi: novidades sobre o Almah e situação do Angra

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no G+

Por Oswaldo Marques, Fonte: Metal-Temple.com, Tradução
Enviar correções  |  Comentários  | 

Dimitris Kontogeorgakos do site Metal-Temple.com entrevistou Edu falaschi (ALMAH) e falou sobre o novo álbum e a situação do ANGRA.

5000 acessosThe Angra Years: Tour com Falaschi, Priester e Laguna5000 acessosHeavy Metal: as trinta maiores bandas de países diferentes

Quais as diferenças entre o primeiro e o segundo álbum do ALMAH?

“Bom, o primeiro foi completamente composto por mim. É claro que eu dei espaço para os outros integrantes da banda mas eu fui o principal compositor. Este agora foi um trabalho de equipe. Eu precisei que os guitarristas acrescentassem suas idéias porque eu nunca fui um bom instrumentista (risos). Então eu gravei as melodias vocais e deixei os guitarristas fazerem seu trabalho”.

Sobre o que falam as letras? Eu li que “Fragile Equality” é baseado em um livro.

“Sim, as letras são baseadas neste livro. É um livro de ficção que fala sobre o equilíbrio na vida. O equilíbrio que precisamos para nos mantermos vivos e sermos felizes. Por exemplo, nós precisamos do equilíbrio nos relacionamentos para seguirmos em frente, em uma banda precisamos dele para mantermos todos felizes e fazermos as coisas funcionarem. O álbum é como uma trilha sonora para esse livro que é feito em estilo mangá, estilo que é muito famoso no Brasil. Dentro do livro haverá o CD que contém as músicas sem a parte vocal, de forma que você poderá usá-lo como trilha sonora ou como um playback de karaokê”.

O livro e o CD serão lançados juntos ou você está planejando fazer uma edição especial?

“Inicialmente o CD será lançado no Brasil e no Japão. Em outubro o CD será lançado no resto do mundo e o livro será lançado somente no Brasil em dezembro. Ano que vem o livro será lançado na Europa e no Japão traduzido em língua inglesa. Após isso haverá uma edição especial que conterá o CD e o livro”.

De volta à música. Eu acho que você mudou a sua forma de cantar no ALMAH comparando-se com o ANGRA, estou certo?

“Sim, eu mudei. Você sabe que no ANGRA eu tento cantar em tons altos porque as canções antigas eram cantadas pelo André de forma bem aguda, o que não é o meu estilo. Eu canto como Dio e Dickinson (alto mas não tão alto). Então no ALMAH eu uso minha voz natural que não é tão boa para falsetes como eu fazia no ANGRA. Eu me sinto mais confiante cantando naturalmente ao vivo. Porque uso o meu tom de voz natural e isso também é legal para os fãs que escutam exatamente o que está gravado no CD”.

Então podemos dizer que no ALMAH você se sente mais livre artisticamente?

“Você pode dizer que sim porque no ALMAH eu escrevo as melodias vocais. No ANGRA outra pessoa escreve as melodias e algumas vezes não são as melodias apropriadas para a minha voz. No ALMAH tudo veio naturalmente e este é o melhor álbum que já gravei. E, claro, há aquele último album que gravei no ANGRA, 'Temple of Shadows'”.

Ok, acho que é hora de esclarecer a situação do ANGRA. Há uma nota da imprensa que diz que após o final do ANGRA há uma nova banda chamada ALMAH. O que é verdade?

“Há uma grande confusão nisso. Eu tenho de afirmar que o ANGRA não morreu. Há um grande problema com o empresariamento da banda, que é o detentor do nome ANGRA. Nós tivemos uma grande briga com o empresário a respeito de questões financeiras e descobrimos um monte de coisas ruins e tivemos de separar. O empresário disse: 'OK ,como eu detenho o nome vocês não podem mais usá-lo, vocês não podem mais usar esse nome nem em discos nem em shows'. Então tivemos de encarar esse processo judicial, mas no Brasil os processos são muito demorados. Pode demorar cinco anos até chegarmos a uma sentença judicial. A verdade é que nós somos a banda e não o empresário, dessa forma, o nome é nosso. A questão é que não sabemos quando isso vai acabar e é por esse motivo que eu tenho o ALMAH”.

Isso é realmente triste. Então como tem sido o retorno em relação ao novo álbum?

“Tem sido maravilhoso. Eu devo agradecer aos fãs pelo fato de acreditarem em nós. No Japão o álbum é um grande sucesso. Nós acabamos de lançá-lo no Brasil e em um dia nós vendemos 4.000 CDs, o que significa uma grande quantidade hoje em dia com esse advento do download ilegal. Muitos programas de TV tem nos convidado a participar e isso é fantástico. É claro que muitas portas estão abertas porque eu e Felipe estamos com o ANGRA, mas eu estou feliz no tocante a esse sucesso e eu gostaria de agradecer a todos”.

GosteiNão gostei

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no G+

The Angra YearsThe Angra Years
Tour com Falaschi, Priester e Laguna

1345 acessosAndre Matos: turnê do álbum Holy Land chega ao Roça 'n' Roll965 acessosKiko Loureiro: entrevista para a Rock Master1317 acessosMarcio Guerra: A performance de Falaschi e Tarja no RIR 20111656 acessosAngra: em vídeo, primeira parte das composições para o novo álbum0 acessosTodas as matérias e notícias sobre "Angra"

Márcio BaraldiMárcio Baraldi
Cadê aquele público fiel e culto do metal?

Temple of ShadowsTemple of Shadows
A saga do Caçador da Sombra

Kiko LoureiroKiko Loureiro
Foto pagando mico em karaokê com Dave Mustaine

Os comentários são postados usando scripts e logins do FACEBOOK, não estão hospedados no Whiplash.Net, não refletem a opinião dos editores do site, não são previamente moderados, e são de autoria e responsabilidade dos usuários que os assinam. Caso considere justo que qualquer comentário seja apagado, entre em contato.

Respeite usuários e colaboradores, não seja chato, não seja agressivo, não provoque e não responda provocações; Prefira enviar correções pelo link de envio de correções. Trolls e chatos que quebram estas regras podem ser banidos. Denuncie e ajude a manter este espaço limpo.

0 acessosTodas as matérias da seção Entrevistas0 acessosTodas as matérias sobre "Almah"0 acessosTodas as matérias sobre "Angra"

Heavy MetalHeavy Metal
As trinta maiores bandas de países diferentes

Iron MaidenIron Maiden
O histórico (e atrapalhado) show no 1º Rock in Rio

Música FácilMúsica Fácil
Três bateras excelentes que você subestima

5000 acessosGilby Clarke: Axl me disse "aproveite seu último show"5000 acessosIron Maiden: veja capa original não lançada do álbum "Virtual XI"5000 acessosFascínio pelo terror: Cinco bandas que dão medo5000 acessosRockstars: mais alguns pedidos estranhos dos artistas5000 acessosCâncer na língua: entenda a doença de Bruce Dickinson5000 acessosGene Simmons: Por que Eddie Van Halen não entrou no Kiss?

Sobre Oswaldo Marques

Oswaldo Marques é casado, músico, tradutor, intéprete e admirador de um bom vinho (não necessariamente nessa ordem).

Mais matérias de Oswaldo Marques no Whiplash.Net.

Whiplash.Net é um site colaborativo. Todo o conteúdo é de responsabilidade de colaboradores voluntários citados em cada matéria, e não representam a opinião dos editores ou responsáveis pela manutenção do site, mas apenas dos autores e colaboradores citados. Em caso de quebra de copyright ou por qualquer motivo que julgue conveniente denuncie material impróprio e este será removido. Conheça a nossa Política de Privacidade.

Em fevereiro: 1.218.643 visitantes, 2.740.135 visitas, 6.216.850 pageviews.

Usuários online