Testament: "qual o problema em tocar Jazz e Metal?"

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Por Thiago Coutinho, Fonte: Testament - site oficial, Tradução
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Alex Skolnick, guitarrista do TESTAMENT, respondeu a diversas questões acerca do novo álbum do grupo, intitulado “The Formation Of Damnation”, por meio de seu website oficial.

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Como podemos comparar este álbum aos outros trabalhos do TESTAMENT?

Alex Skolnick: "Honestamente, acredito que esse seja o melhor. Não que eu esteja rebaixando os outros álbuns. Mas acredito que neste, em termos de produção, composição e o modo como tocamos seja o mais forte de todos. Ele reúne as melhores qualidades dos últimos dois álbuns lançados e dos outros também. Não tem mais aquele clima de reunião, agora é mais como um projeto atual e novo".

Foi difícil voltar a tocar neste estilo após tantos anos afastado, tocando em algo voltado mais para o jazz?

Skolnick: "Estou acostumado com isso. Para mim, o Jazz é um processo delicado que requer aprendizado e sensitividade. Já o Metal é mais voltado à intensidade, energia e agressividade, o oposto de sensitividade! Mas não vejo razão para não fazer ambos. Mas eu precisava dar um tempo e me envolver com o Jazz por muitos anos para desenvolver todas essas habilidades. E o modo como tocar Metal voltou bem rápido e melhor do que nunca. É mais ou menos como ‘yin’ e ‘yang’. Tenho esses dois elementos em minha personalidade e não vejo razão pela qual não possa fazer os dois musicalmente falando".

O quão envolvido você esteve no processo de composição?

Skolnick: "Há algumas canções em que sou o principal compositor. Uma dela é ‘Dangers of the Faithless’, baseada em partes que eu tinha. Não tinha certeza se ela se encaixaria com a banda, mas soa legal e bem diferente. Chuck [Billy, vocalista] apareceu com algumas linhas vocais ótimas e nada fáceis. A outra canção é ‘F.E.A.R.’, que quer dizer ‘False Evidence Appearing Real’, que eu trouxe praticamente finalizada. Ela examina o medo de uma perspectiva filosófica. As pessoas que a ouviram me disseram que os riffs soam como TESTAMENT clássico. Mas na maior parte do processo, deixei Chuck e Eric [Peterson] fazer as coisas deles em todas as composições. Estive fora por muito tempo e, desde então, os dois desenvolveram seus próprios processos de composição. O último álbum, ‘The Gathering’, tem ótimas composições. Respeito isso e não queria ficar muito no caminho. Mas estou muito feliz do modo como as coisas se saíram".

Como foi trabalhar com Paul Bostaph e como você o compara aos outros bateristas do TESTAMENT?

Skolnick: "Tivemos ótimos bateristas nos últimos anos. Desde que voltei posso contar uns cinco, mas foi demais trabalhar com todos eles. Mas agora que trabalhamos com Paul tudo indica que ele é o cara certo. É um prazer trabalhar com ele. Ele tem um som ótimo, um balanço sólido e uma ótima técnica. Acho que os fãs ficarão felizes. Sei que nós estamos".

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Sobre Thiago Coutinho

Formado em Jornalismo, 23 anos, fanático por Bruce Dickinson e seus comparsas no Maiden. O heavy metal surgiu na minha vida quando ouvi o vocalista da Donzela de Ferro em "Tears of the Dragon", em meados de 1994. Mas também aprecio a voz de pato bêbado do controverso Dave Mustaine, a simplicidade do Ramones, as melodias intrincadas do Helloween, a belíssima voz de Dio ou os gritos escabrosos de Rob Halford. A Whiplash apareceu em minha vida sem querer, acho que seus criadores são uns loucos amantes de rock e acredito que este seja o melhor site de rock do país, sem qualquer demagogia!

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