Steve Vai: Ele não coleciona guitarras

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Por Rafael Espinoza, Tradução
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Phillymag.com conversou em outubro de 2007 com a lenda da guitarra STEVE VAI, que falou sobre a inexistência de uma coleção de guitarras e sua fama mundial, apesar de ausente da mídia.

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Phillymag.com: Todo garoto adolescente quer comprar uma guitarra e tocá-la. Por quê?

Vai: “Não são só os garotos adolescentes. São os homens em geral, adultos também. É um instrumento muito expressivo, mais do que os outros. Você pode tocá-la alto e com extrema agressividade – ela pode ser mais agressiva que qualquer outro instrumento, mas pode ser também mais serena. É muito sexy.”

Phillymag.com: Você tem muitas guitarras?

Vai: “Não, eu não coleciono. Eu costumava colecionar molhos picantes, que é um hobby legal. Eles vêm em frascos muito coloridos, e posso coseguí-los em todas as partes do mundo! Mas acho que satisfiz meu desejo por aqueles frascos”.

Phillymag.com: Existe uma certa imagem associada ao Rock N´Roll, uma imagem que você claramente incorporou nos palcos na época do Whitesnake, mas fiquei sabendo que você agora está um cara mais modesto, mais pé-no-chão.

Vai: "Nos anos 80, ser um Rock Star era muito chique. As roupas, o jeito que agíamos, a performance de palco, personagens, eu abracei aquilo tudo e foi muito divertido, legal mesmo. Eu gosto de experimentar com estilos e moda. Todas as minhas roupas são feitas por encomenda e eu as troco três vezes por show. Faz parte da minha performance. Mas não me considero um Rock Star. Eu sou uma pessoa extremamente treinada musicalmente que cria composições com o instrumento".

Phillymag.com: Você tem uma quantidade imensa de seguidores, mas alguns dos músicos que tocam com você são grandes nomes (N.T.: Billy Shehan, Tony MacCalpine) que atuam em grandes projetos. Isso te deixa com ciúmes?

Vai: “Quando deixei aquelas bandas de Rock e decidi fazer a minha música, pensei que não teria nenhum público. E o fato é que posso viajar o mundo e encontrar público em virtualmente qualquer lugar que eu for, incluindo a China, o que é um privilégio extraordinário. Sou um cara com virtualmente zero projeção nas rádios, nunca apareço na [revista] Rolling Stone, nem na MTV, VH1 ou outro canal, e ainda estou tocando por mais de 27 anos. Eu vejo isto e digo ’cara, é melhor você ser grato’”.

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Post de 25 de outubro de 2014


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