Viva el rock!: a tradição argentina de traduzir para o espanhol os títulos dos LPs

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Por Ricardo Seelig, Fonte: Collectors Room
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"Deja Que Sangre", "Asesinos", "A Tiempo En Algum Lugar", "Defensores de la Fe", "Diario de un Loco", "Algunas Chicas", "Tristes Alas Del Destino", "Presencia": todos clássicos incontestáveis do rock, presenças obrigatórias na coleção de qualquer fã do gênero.

Mas você sabe mesmo de quais álbuns estamos falando? Traduzo: "Let It Bleed", "Killers", "Somewhere in Time", "Defenders of the Faith", "Diary of a Madman", "Some Girls", "Sad Wings of Destiny" e "Presence". A razão é simples: durante a ditadura argentina nas décadas de 1960, 1970 e 1980, uma lei nacional obrigava que os títulos dos discos e músicas das bandas estrangeiras fossem traduzidos para o espanhol, para que o ouvinte soubesse do que a obra estava falando.

O que isso gerou? Além de curiosidades como as citadas acima, itens altamente colecionáveis, que hoje são vendidos por altos valores mundo afora. E que, com alguma sorte, podem ser encontrados em sebos espalhados pelo Brasil.

Abaixo estão alguns exemplos dessa curiosa tradição argentina, com algumas capas de álbuns e singles lançados em nosso país vizinho e que geram estranheza, sorrisos e um forte desejo em adquiri-los.

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Sobre Ricardo Seelig

Ricardo Seelig é editor da Collectors Room - www.collectorsroom.com.br - e colabora com o Whiplash.Net desde 2004.

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