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Helloween: Comemorando três décadas de história em primeiro disco com nova formação

Resenha - Helloween - Helloween

Por Aleff Jefferson Paiva Ge
Em 19/06/21

Nota: 9

Helloween, certamente, é uma das bandas que marcou minha adolescência e sempre vai ter um lugar especial em meu coração. Comecei a ouvir a banda em 2010 e, naquela época, sempre que se falava sobre Helloween, era impossível não falar sobre as tretas entre os membros da banda e seus ex companheiros. Outro assunto frequente eram as comparações entre os vocalistas Michael Kiske, que saiu da banda na primeira metade dos anos 90, e Andi Deris, seu substituto. Em 2016, a banda anunciou o retorno de Kai Hansen (vocal/guitarra) e Michael Kiske (vocal) sem demitir nenhum dos membros que estavam na banda àquela altura, transformando-os assim em um septeto.

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O ano agora é 2021 e, após uma longa turnê comemorativa, a banda lança seu primeiro álbum de inéditas com a nova formação. O que se ouve no disco autointitulado é uma grande celebração a toda história do Helloween com várias influências de outros projetos que os membros da banda tiveram ao longo de suas carreiras.

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OUT FOR THE GLORY:

Vou confessar que essa primeira faixa deixou minha expectativa bem baixa com o resto do álbum. Um power metal bem clichê que, definitivamente, não conseguiu prender minha atenção. Soa longa e cansativa. Uma abertura nem um pouco empolgante.

FEAR OF THE FALLEN:

Continuamos no power metal tradicional mas aqui temos uma música bem mais interessante. Uma introdução mais lenta que evolui com um arranjo muito bem construído e um refrão que gruda na mente. Aqui podemos perceber um grande entrosamento entre Deris e Kiske ao dividirem os vocais.

BEST TIME:

A primeira mudança de estilo do disco. Aqui temos algo bem mais puxado pra o rock de arena. A construção mais simples, os vocais e o estilo hard rock me remeteram imediatamente ao projeto "Unisonic" de Michael Kiske e Kai Hansen que nos rendeu bons discos na década passada.

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MASS POLLUTION:

Logo no início já somos agraciados com uma intro de baixo e, em seguida, um riff de guitarra com uma pegada hard rock bem energética. Aqui quem comanda os vocais é o Andi Deris, nos entregando uma performance que, junto ao instrumental, remete à sua antiga banda "Pink Cream 69". Grata surpresa!

ANGELS:

Imagine se o Michael Kiske tivesse sido o vocalista no álbum "The Dark Ride". Provavelmente teria soado semelhante a essa faixa. Muito legal ver o vocalista saindo de sua zona de conforto nessa música e mostrando que pode soar magnifico nas composições com uma pegada mais cadenciada também.

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RISE WITHOUT CHAINS:

Mais uma música com um dueto de tirar o chapéu entre Deris e Kiske. Tem um refrão bem grudento que remete à sonoridade dos clássicos "Keeper Of The Seven Keys" parte 1 e 2. Confesso que, apesar de bem construída, não foi das que mais me agradou.

INDESTRUCTIBLE:

Aqui somos recebidos com um riff muito pesado. Destaque para o som do baixo que está fantástico em todo o álbum. Melodias vocais no ponto certo e um instrumental bem pesado que remete aos álbuns "Better Than Raw" e "7 Sinners". É uma fórmula que me agradou muito e certamente vai agradar muitos fãs.

ROBOT KING:

O riff de guitarra do início dessa música é fenomenal; as melodias vocais começam bem e atingem seu ápice no pré refrão de arrepiar que logo dá lugar a um refrão no melhor estilo power metal dos anos 90! Essa faixa me remeteu à sonoridade do álbum "Somewhere Out In Space" do "Gamma Ray", influência do retorno de Kai Hansen à banda. Pra mim, a melhor do disco!

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CYANIDE:

Não sei o que comentar dessa faixa. Não chega a ser ruim mas também não empolga. Em minha opinião, totalmente dispensável.

DOWN IN THE DUMPS:

A intro dessa música é simplesmente perfeita. Na primeira audição já me questionei por qual motivo a banda não colocou ela como faixa de abertura. Segue no estilo power metal tradicional. O destaque fica por conta dos ótimos backing vocals de Kai Hansen.

ORBIT:

Um interlúdio preparando o ouvinte para a faixa mais longa do disco.

SKYFALL:

Aqui chegamos ao primeiro single que foi lançado desse álbum. Os mais de 10 minutos de duração, a sonoridade power metal com direito a todos os clichês que a própria banda criou e as variações de tempo deixam na cara a intenção de entregar uma música nos moldes das clássicas e épicas "Halloween" e "The Keeper Of The Seven Keys". A música é muito bem construída e vai agradar os mais puristas. A linha de baixo é fantástica e os vocais de Kai Hansen estão ótimos nessa faixa.

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GOLDEN TIMES:

A primeira coisa que pensei, logo nos primeiros segundos, foi em como o riff de guitarra inicial me lembrou "Ain’t Talkin Bout Love" do "Van Halen"! Talvez um homenagem; talvez uma coincidência. Kiske dá um show a parte aqui e mostra porque é um dos vocalistas mais respeitados do gênero.

SAVE MY HIDE:

A última faixa do disco é curta e extremamente cativante. Algo nessa música me lembra "Waiting For The Thunder" do álbum "Straight Out Of Hell" de 2013. Os vocais de Deris estão perfeitos assim como o instrumental. Fecha o álbum com chave de ouro.

Após ouvir as 14 faixas pela primeira vez é que o disco mescla muito bem elementos de todas as fases da banda e influências das outras bandas dos músicos envolvidos. É uma experiência fantástica pra quem conhece todo o trabalho da banda e a variação no estilo das músicas torna o trabalho, apesar de longo, extremamente fácil de ouvir. Tracklist:

1 - Out for the Glory
2 - Fear of the Fallen
3 - Best Time
4 - Mass Polution
5 - Angels
6 - Rise without Chains
7 - Indestructable
8 - Robot King
9- Cyanide
10 - Down in the Dumps
11 - Orbit
12 - Skyfall
13 - Golden Times
14 - Save My Hide

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