Wooden Shields: Misturando melodia e groove para criar uma sonzeira boa
Resenha - Buffalo - Wooden Shields
Por Ricardo Cunha
Postado em 11 de novembro de 2019
Nota: 9 ![]()
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Rémi Bottriaux (bateria) e Morgan Briand (guitarra, canto) se encontraram na sala de estar de um estúdio de design em Paris, no primeiro dia de trabalho no novo emprego de ambos. O rock n 'roll foi o mote para que viessem a conversar e o assunto rendeu tanto que resolveram se juntar em torno de um projeto musical que, de início, seria formado apenas pelos dois.
Compartilhando influências de rock e blues (Jr Kimbrough, R. L. Burnside, Left Lane Cruiser, Black Sabbath …), eles começaram a improvisar e a gravar covers apenas por diversão, ambos guitarristas neste momento. Eles rapidamente passaram para a próxima fase, trocando uma das guitarras por uma bateria e assim, já eram dois intrumentos para que o projeto viesse a se tornar algo maior. A partir de meros ensaios, eles fizeram uma de canções que fariam parte da primeira demo de 4 faixas. "Old Man" e "She's Gone", são bons exemplos do blues rock que a dupla levaria adiante como banda.
Combinaram melodia e groove para criar uma sonzeira boa capaz de agradar a todos os fãs do bom e novo rock n' roll. Para eles, o barulho é um elemento fundamental de sua música. Nesse contexto, pode-se dizer que, como banda, a Wooden Shields foi criada em algum momento entre os primeiros dias do Black Keys e dos Rolling Stones. Com uma expressão decidida e cheia de alma, os músicos bradam todas as canções como hinos de guerra. Mas é, ao vivo que eles mostram seu real poder de fogo, pois já conquistaram fama de fazer performances tão energéticas que beiram o selvagem. E a energia que o grupo libera nos shows é tão espontânea quanto genuína.
Segundo contam, essa energia será ainda maior num futuro muito próximo, pois eles adicionaram um novo membro e agora são oficialmente um power trio. Benjamin Ménégale já posa para as novas fotos como o baixista da banda.
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