At The Gates: Um disco fundamental em qualquer coleção
Resenha - Slaughter of the Soul - At The Gates
Por Mateus Ribeiro
Postado em 09 de maio de 2019
Nota: 10 ![]()
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"Slaughter Of The Soul", lançado em novembro de 1995, é o quarto álbum de estúdio do At The Gates. Além de ser o disco mais conceituado da banda sueca, é considerado um dos maiores trabalhos da história do metal extremo.
A união de guitarras pesadas com passagens mais melódicas se mostrou mais que acertada, e se tornou uma das principais características do que ficou conhecido como "Som de Gotemburgo", ou então, death metal melódico. Os solos, sempre com muita harmonia, misturados com a agressividade de bases sólidas, fizeram o mundo da música conhecer mais um gênero musical, que continua se atualizando dia após dia. "Slaughter Of The Soul" é um dos álbuns mais importantes na consolidação do estilo, e éinfluente para inúmeras bandas de diversos estilos até os dias de hoje.
A faixa título, além de "Blinded By Fear", "Cold", "Suicide Nation", "World Of Lies" e "Under a Serpent Sun" mostram todo o vasto arsenal do At The Gates: guitarras afiadas, cozinha entrosada, e o vocal característico de Tomas Lindberg formaram uma das bandas mais respeitadas do metal europeu. Aliás, naqueles dias, a cena do velho continente via nascer uma banda nova por dia, e o At The Gates foi uma delas.
O sucesso de "Slaughter Of The Soul" foi tamanho, que "Blinded By Fear", teve seu vídeo veiculado na MTV norte americana por um bom tempo. Depois do lançamento de "Slaughter Of The Soul", o caminho ficou um pouco mais fácil para bandas mais extremas, e inúmeros nomes começaram a fazer mais sucesso na cena, como In Flames, Dark Tranquility e Soilwork.
"Slaughter Of The Soul" é necessário para a coleção de qualquer banger. Não apenas por ser um dos pioneiros em um estilo, mas também por ajudar a consolidar a cena metal na suécia. Além de tudo, é claro, o disco é bom do começo ao fim, e mostrou ao planeta que existia muito a ser explorado dentro da música pesada. Infelizmente, alguns mais tradicionalistas torcem o nariz para o estilo, que por fim, é um pouco subestimado em terras brasileiras.
São poucos (e privilegiados) os músicos que podem se gabar de ter uma parcela de colaboração no nascimento de algum estilo musical. Tomas Lindberg, os irmãos Björler, Adrian Erlandsson e Martin Larsson podem se orgulhar.
Infelizmente, pouco tempo após o lançamento, a banda se dissolveu, e foi retomar as atividades apenas em 2007, continuando na ativa até hoje, e lançando ótimos trabalhos.
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