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Tunecore 2

Joe Satriani: Em Surfing With The Alien, rumo aos céus

Resenha - Surfing With The Alien - Joe Satriani

Por Rodrigo Contrera
Em 30/11/16

Lembro-me bastante bem quando surgiu Surfing with the alien, de Joe Satriani. O mundo naquela época ainda era dominado pelos guitarristas clássicos das bandas dos anos 70. Os programas na TV reproduziam hits mais recentes dessas bandas, ou mesmo hits mais antigos, mas a imagem dos guitarristas parecia remeter a rebeldes sem causa, gente ensimesmada que dava o tom de bandas que mudaram o rock de formato - e de geração.

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Não havia ainda a imagem do real guitar hero, do verdadeiro guitarrista herói, pairando por cima da carne seca. O único exemplar desse tipo que realmente convencia era Jimi Hendrix, mas ele estava já descansando e deixara sua marca até por cima da própria imagem de guitarrista herói. Faltava algo para termos uma nova ideia do que era a guitarra e do que era a marca do guitarrista na trupe de fãs que estava surgindo ou se estabelecendo.

Claro que havia bons guitarristas. Ótimos guitarristas. Havia até mesmo guitarristas com imagem por cima dos outros, criadores (ou divulgadores) de técnicas para todos, definidores de tendências, e mesmo virtuosos de diversos gêneros, que pareciam inatacáveis, cada um no seu métier. Mas a guitarra ainda não virara o instrumento sem tempo nem local, num lugar indevassável em que o timbre passasse a orientar novas sonoridades, em que as habilidades escapassem do meramente humano.

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O disco

Lembro-me bem de quando comprava as edições de histórias em quadrinhos do Frank Miller. E de como aquelas histórias marcaram, tanto o meu leque de opções temáticas, quanto minha linguagem visual. Pois essas histórias - que ainda possuo - meio que me diziam algo que parecia fugir do mero realismo, e que, se caía em heróis e tudo mais, por sua vez me dizia que poderia haver mais algum além a que dar relevância na vida. E foi nessa época que me peguei com o Surfista Prateado.

O Joe, muito espertamente, saía então do registro de bandas de rock e guitarristas ensimesmados para entrar numa outra seara, com outras influências, uma pegada em parte mais leve, e nada de referências. Ele parecia vir de outro mundo. De um mundo do futuro. E era esse mundo que me interessava. Afinal, eu era um garoto de 18 anos, quando muito, e pensava naquilo que o mundo poderia vir a me oferecer, só isso. Eu não queria prestar tributo a gente mais velha, mesmo que fosse boa, nem queria comentar mensagens de gente passando pelos 30. Eu era apenas um garoto e queria curtir um bom som, com uma guitarra que reacendesse o futuro para mim. Só o futuro.

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O músico

Antes de entrarmos no CD em si, para mim um divisor de águas na forma como o público passou a entender os guitarristas de forma geral (embora ele, o Joe, não tenha criado um gênero, como outros criaram), é preciso lembrar que o Joe já havia lançado um CD, o Not of this heart. Nele, já era possível prenunciar sua ênfase distanciada dos gêneros tradicionais, não fazendo um rockão como ele era entendido na época ou antes, nem entrando em viagens de tipo jazzística ou de new wave. Ele parecia avançar num terreno próprio, já nesse CD, utilizando timbres diversificados para a guitarra na mesma música, efeitos que embora não inéditos pareciam sê-lo, e pegadas eletrônicas que, porém, não pareciam dizer que aquilo era música eletrônica.

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Surfing with the alien

Já no CD ele, o Joe, entra rasgando com uma música que nasceu clássica, sendo um rock bastante comedido mas apresentando algumas novidades já de cara. Primeiro, ele não parecia com os rocks de então. Sua base era simples, bastante simples, mas parecia vir de outro tipo de influência, e destacava a tal ponto a guitarra (sem dar espaço para o baixo e a percussão, que se originou do trabalho de muita gente, inclusive do Joe) que ela parecia um personagem. Pois é o que ela era. A guitarra era um instrumento que saía do seu lugar tradicional para se postar como algo diferente, como um personagem em busca de histórias para contar. Porque ela contava histórias. E neste caso a história parecia bastante simples, retirada da influência dos quadrinhos (e da capa, com o Surfista Prateado). Claro, o Joe vivia na costa Oeste dos Estados Unidos, era surfista, conhecia a vibe alegre do lugar, e com isso jogava para fora aquilo que ele era, um sujeito self-made man que ensinava e que buscava um lugar ao sol, com os poucos recursos que tinha mas com um talento que parecia ter uma cara específica. Essa cara que ele construiu para si. Reparem nos shows, ele não parece propriamente humano. Sua face é límpida, e seu jeito de se vestir é plástico, aluminizado, futurista. Ele é um ser humano, sim, e como tal se comporta e age. Mas parece distanciado de nós. Parece de certa forma um sujeito que resolveu escolher um lugar mental só para si. Pois não existem dois Joe Satrianis. Os outros são humanos demais, ao seu lado. Ele parece distante. Numa postura blasé muito costumeira, parece surgido quase de uma história em quadrinhos.

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Ice 9

Esta faixa, seguida a Surfing, ressalta ainda mais essa nova pegada genérica do Joe. Vemos uma guitarra básica bastante simples, com guitarras em diversos momentos e timbres diferenciados (acho que tratados pela engenharia de som para atribuírem limpidez maior à cena), e trechos em que vemos brincadeiras com a sonoridade dos solos. Tudo em suma parece ser guitarra (menos o baixo e a bateria, bastante tranquila), tratada de tantas formas possíveis e imagináveis quanto necessário para passar um recado. Uma faixa singela, em que parecemos não ter rock em nossas mãos, embora isso seja rock, claro, o que mais poderia ser. Pois só ao final os solos parecem reacender algo da ideia de solos como nós os imaginamos em cenas de rock. Uma faixa que, embora seja rock, puro e simples, parece dialogar com outros gêneros, sem que o notemos facilmente.

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Crushing Day

O papel preponderante e personagem da guitarra fica mais do que óbvio também aqui, nesta faixa seguinte, que parece simplesmente curtir a vida tal qual ela é. Uma faixa com certos malabarismos nos solos, claro, mas com uma base simples e monólogos guitarrísticos que nós queremos mais é emular, fazer como air guitar, assim como nos solos. Porque é uma faixa em que fica claro, como é óbvio, o virtuosismo de Joe, mas na qual tudo não parece simplesmente como uma deixa para ele mostrar do que é capaz. Ele parece subsumido numa vontade de curtir a vida, e é assim que ouvimos tudo, desde as bases passando pelos solos, e curtindo as idas e vindas deles, tudo milimetricamente tratado, sem dar margem qualquer a nenhum improviso. Porque é como se estivéssemos numa festa, na qual a estrela é a guitarra, em timbres e deixas que nos deixam boquiabertos, curtindo todo detalhe de qualquer nuance oferecida. Porque é, repito, como se estivéssemos numa festa, e como se pudéssemos fazer realmente parte dela, com air guitar ou qualquer coisa desse tipo. Para um garoto que estava cansado de malabarismos egóicos, isto parece realmente novo.

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Always with me, Always with you

Poucas bandas e mesmo poucos artistas da música de forma geral conseguem alcançar o topo sem se darem ao sabor (ou dissabor) de criarem alguma balada romântica que possa alcançar as multidões. Mas este caso, de Always with me, always with you, é, apesar de concordar com o dito, de algumas maneira singular, porque a música em questão é instrumental com guitarra e portanto não teria o link do conteúdo (letra) para ajudar. Ocorre que a faixa em questão é obviamente uma música de amor, se não me engano a primeira que, no caso do Joe, mereceu um vídeo dedicado inteiramente a ela, sem que houvessem - ao menos no vídeo - remissões claras a amor ou a algo romântico. Uma música simples, tocada com uma guitarra singela e uma radicalidade no rigor poucas vezes vista antes em músicas românticas ou mesmo instrumentais. Um clássico que serviu para conquistar aqueles que já estavam no papo, com as faixas de curtição anteriores.

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Satch Boogie

Joe é Satch ou Satcha, com o tempo viemos a descobrir. E nesta faixa ele avança num terreno de rock mas com uma ênfase instrumental no timbre e nos efeitos que já prenunciavam algo do que ele iria oferecer depois. Algo que parecia e ainda parece colocar sua guitarra Ibañez em lugares que os outros parecem desprezar. Uma ênfase num determinado toque que passou a torná-lo diferenciado diante dos outros guitarristas, até mesmo daqueles que surgiram ou cresceram na mesma época que ele. Pois em Satch o boogie parece descansar num passo mais além, distanciado do conservadorismo do rock e também da chatice do instrumental nos variados gêneros. Porque Joe faz uma música eclética, que reacende influências, sim, mas que não as identifica e que parece criar um lugar próprio para sua música. Claro que, nos shows, quando ele descamba a exagerar, tudo pode parecer chato demais (como me pareceu em alguns que vi), mas, se formos ficar nos CDs, aqui é o rigor que conta, e a necessidade de passar uma mensagem impossível de decifrar, ou pelo menos cuja decifração não é o mais importante. Importa é ouvir a pegada e entender como ele criou uma identificação muito própria em nós - a partir deste CD, não do outro, do primeiro, que também é bastante bom.

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Hill of the Skull

Não me lembro se esta faixa encerrava um lado ou se começava o lado B. Lembro-me apenas de seu jeito soturno, de sua remissão a caveiras que apenas prenunciamos em sonhos, ou por meio de outras riminiscências (no meu caso, Peter Pan, que me lembra esta possibilidade). Aqui, Joe é mais econômico, mais simples e claro, e parece querer passar uma impressão bastante óbvia, se bem que não sabemos bem qual deveria ser. Eu sempre ouvia esta música com bastante atenção e completamente imerso no seu clima soturno, sendo que com ela apenas imaginava como o Joe fazia com a guitarra para que ela gritasse desse jeito. Um clássico que não vi tocado em shows ao vivo.

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Circles

Esta música revela um aspecto na obra do Joe que com o tempo passou a dominar quase tudo. Esse aspecto é que ela conta uma história. Ouvimos o som dos brinquedos no parque, no começo dela, e aos poucos somos conduzidos, por uma melodia bastante simples, a um outro momento, bastante radical, em que a guitarra parece comentar algo biográfico. Sentimos que entramos num determinado acontecimento da pessoa que "narra" por meio da guitarra, mas que aos poucos isso vai adquirindo o clima habitual de mera lembrança, voltando nós ao mesmo jeito como a música começou. O título remete a esse tipo de jogo, "Círculos", bastante claro. A música termina repleta de cuidados com percussão e com sons, e parecemos ter voltado de uma pequena viagem. Esse aspecto de viagem iria se tornar comum na obra do Joe, em muitas faixas afora, com títulos imperscrutáveis ou não, com significados ocultos (impossíveis de devassar), com enigmas que permaneceriam como tal. Mas esta música é uma das primeiras dele em que ele faz o trabalho de memória com perfeição.

Lords of Karma

Esta faixa, logo em seguida a "Circles" tem um título enigmático. Algo do tipo oriental, algo que remete a deuses do passado, que nos afetam no presente, e que nos deixam marca (Carma). Uma faixa bem tocada, densa, com menos variação em timbres (exceto no começo), e que parece deixar claro que o recado o Joe já o deu, e que agora estamos simplesmente reparando que sua estrada está apenas começando. A música em si é inspiradora, cheia de relances que insistimos em querer replicar com air guitar ou não, e que não conseguimos, pois os timbres são específicos, algo muito difícil de achar. Uma faixa para cima, digamos.

Midnight

Aqui, antes de "Echo", a faixa final, uma pequena palhinha de um instrumental simples, em que a guitarra apenas parece dedilhar os dedos do guitarrista, tornando-se viva e tornando viva a impressão do que seria para ele a meia-noite. Pouco minuto e meio de uma impressão que parecia querer ser deixada como bônus, deste CD que causa impressão, e que sempre o fez.

Echo

Um excurso pessoal, aqui, é que na época em que travei contato com este CD do Joe eu enfrentava muitos problemas familiares. Um membro da família havia adoecido psiquicamente, mas os outros relutavam em tratá-lo como devido (o que me inclui). Nesse sentido, eu precisava de um escape, uma válvula de escape, uma fuga, com o qual eu pudesse me sentir adequadamente na dor daquele que sofria e dos que sofríamos juntos. Esta faixa, Echo, respondia a esse dilema. Era uma faixa, assim, que eu entendia quase de maneira autobiográfica, e que me deixava a impressão de que a dor não acabava, como no solo que parece fazer a faixa voar. É uma faixa intimista, como poucas que conheço, e que parece concluir o CD de real estreia de Satcha com um primor poucas vezes visto. Uma faixa que elenca muitas sensações, essas que ele iria retomar depois, de forma menos dramática, em CDs posteriores. Uma viagem, em suma. Como tudo o que ele faz.

Espero que tenham apreciado.

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Sobre Rodrigo Contrera

Rodrigo Contrera, 48 anos, separado, é jornalista, estudioso de política, Filosofia, rock e religião, sendo formado em Jornalismo, Filosofia e com pós (sem defesa de tese) em Ciência Política. Nasceu no Chile, viu o golpe de 1973, começou a gostar realmente de rock e de heavy metal com o Iron Maiden, e hoje tem um gosto bastante eclético e mutante. Gosta mais de ouvir do que de falar, mas escreve muito - para se comunicar. A maioria dos seus textos no Whiplash são convites disfarçados para ler as histórias de outros fãs, assim como para ter acesso a viagens internas nesse universo chamado rock. Gosta muito ainda do Iron Maiden, mas suas preferências são o rock instrumental, o Motörhead, e coisas velhas-novas. Tem autorização do filho do Lemmy para "tocar" uma peça com base em sua autobiografia, e está aos poucos levando o projeto adiante.

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