Motörhead: Um divisor de águas, rumo à fase final

Resenha - Kiss of Death - Motörhead

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Por Rodrigo Contrera
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O texto representa opinião do autor, não do Whiplash.Net ou dos editores.

Faço minha resenha deste que é, talvez (opondo-se a "Inferno"), meu CD preferido dessa banda que moldou e ainda molda parte de minha história, com bastante efusividade mas também parte de tristeza. A efusividade vem do próprio CD, que comprei na Alemanha (Hamburgo), quando passava por lá a trabalho, e que tem, como bônus, a versão que a banda do Lemmy fez de "Whiplash", do Metallica (versão essa que ganhou o Grammy). Já a tristeza vem de ordem pessoal, pois, como quase todos os que me lêem sabem, eu ainda não superei por completo a separação por que passei há cinco anos recém-completados (3 de setembro), e considero que parte disso (da separação) se deve a algo que passei a incorporar para mim da banda, mas, mais especificamente, deste CD. Mas não irei entediá-los com questões pessoais que, com toda certeza, só me dizem respeito. Ao contrário, irei, com esta resenha, tentar superar todos os obstáculos que me impedem de curtir a banda como se deve, assim como comentar alguns aspectos positivos ligados ao CD, que é o máximo (como todos que me lêem bem sabem). Na verdade, o último CD do Motörhead que eu realmente curti na medula, em toda sua profusão, e - por que não - riqueza (de muitas formas).

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Antes de mais nada uma excusa pessoal que não tem nada de lamento. No dia em que comprei este CD, em Hamburgo, numa loja bem grande de música, eu também comprei uma coletânea do Lemmy, especificamente dele, a "Damage Case" (2 CDs), que me dava uma boa ideia daquilo que ele havia sido, e daquilo em que ele iria se tornar. Mas não posso negar que, comparativamente, a coletânea, que é historicamente superior, deixa muito a dever a este CD de temporada, que não rendeu especificamente nada de mais ao Lemmy e banda. Porque nenhuma faixa (tirando Whiplash, que é um bônus, e que não está nas edições brasileiras) rendeu um maior destaque em shows ou outros aspectos. Comparativamente, por exemplo, "Kiss of Death" perde para "Rock Out", que ao menos rendeu um vídeo interessante, ou para outros CDs mais recentes, que renderam por sua vez vídeos ainda melhor feitos. Talvez porque o Lemmy estivesse sendo melhor cuidado, ou porque estivesse envelhecendo, e alguns se tocassem da morte eventual. Não sei. Mas Kiss of Death não está dentre os destaques na discografia mesmo recente do Lemmy e turma. Bastante longe disso. O seu caráter, na verdade (refiro-me ao caráter do CD), é, ao que parece, outro. O som nele parece combinar como nunca àquilo em que o Motörhead iria se tornar nos CDs subsequentes. Há no som do CD algo de sujo que não ocorria antes, que aparecia de outra forma (mais como um "Sacrifice"). Os especialistas entrarão em méritos quanto aos equipamentos, e tudo mais. Mas o fato é que Kiss of Death soa diferente. Soa como um fim. Como um beijo da morte.

Sucker

Mas vamos direto às faixas (meus pequenos lamentos vão nas entrelinhas). Eis que surge esta porrada, que qualquer um de nós pode entoar com muito gosto: Sucker. Um xingamento que é uma verdade, e que se aplica a muitas situações. Um dia inclusive um sujeito (que eu mal conhecia) fazia um Sucker meio que emulando o Motörhead referindo-se ao CD, e eu mal sabia por quê. Ocorre que a faixa, além de ser uma porrada, e de ter uma mensagem que parece só afastar (inclusive minha ex-esposa, imagino), começa com um agudo que o Philip Campbell talvez tenha imaginado de alguma estática de seu equipamento. Mas que agudo, e que efeito! Algo que ele devia adorar usar, e que deve ter levado um bom tempo para encontrar do jeito que pedia. Um jeito que afastava e que meio que dizia, se afastem que agora vem bomba. E veio. O Lemmy também ainda mantém um vocal preservado, na hora, e não parece se esgoelar como nos CDs posteriores, em que a idade parecia surtir efeito. O melhor vocal que eu imagino para ele, muito embora ele tenha deixado, em CDs anteriores, boas marcas de sensibilidade e tudo mais.

One Night Stand

Mas aí a pegada muda, se torna algo mais palatável a quaisquer universos, e sentimos o cheiro da estrada. Pois "One Night Stand" não bem explica, mas avança no tema de estar na estrada e dar uma rápida com uma roadie, passar uma noite apenas num hotel perdido no caminho, ou mesmo ficar por uma noite só com alguém. Algo típico do universo roqueiro, que Lemmy aborda de forma clara, mas ao mesmo tempo sutil. Pois não é uma música de afirmação, tipo "sexo, drogas e rock'n roll", mas algo que meio que desconstrói qualquer coisa que poderia haver de negativo na impressão que outros têm desse tipo de vida. Claro que é rock, claro que é afirmação, em última instância, mas não tem o clima de alguém que tem algo em que se esforçar para ser. Simplesmente é uma constatação de uma vida que existe e que não irá mudar. Note-se que o próprio Lemmy já admitia, se não me engano nessa época, que tomava Viagras, que precisava de uma força deles de vez em quando, mas mesmo assim ele não mudava, não mudava suas regras, nem o pique com que tocava a vida. Não à toa ele é considerado um dos últimos que seguia suas próprias regras, sem se render jamais à sociedade e aos seus enquadramentos. Nesta música, como em poucas outras, é que sentimos assim o sabor da estrada. Eu curtia essa faixa adoidado, e não me lembro se minha esposa (na época) a ouvia, ou reparava no que dizia. A faixa, claro, não era o que eu vivia, e expressava um ideal que não era bem o meu (mesmo hoje, que vivo só, mas tenho meus amigos e amigas), mas expressava algo de um ideal de liberdade com que compartilho, no fundo de minhas crenças. Porque considero que a sociedade enquadra demais, e que não precisamos nem devemos nos submeter a seus ditames. A liberdade precisa estar acima de tudo.

Devil I Know

É quando chegamos a essa que é talvez minha faixa preferida neste CD, cuja embalagem, comigo, está completamente zoada de tão usado ele foi (e ainda é). "Devil I Know" é, como fica bem claro, uma faixa "Kick your ass" que dá aquele recado simples, de chutar o pau da barraca. No caso, vemos um relacionamento rompido, e uma espécie de assunção de que quem canta sabe a situação em que manda a outra pessoa, onde ele conhece o Diabo (Devil I Know), uma situação bastante conhecida por ele. Claro que a energia não é nada boa. A gente sente uma raiva contida, ou mesmo um saber por detrás daquele que manda o outro para aquele lugar. E notamos a rudeza da abordagem, um jeito nada apalermado de quem sabe mais da vida do que a outra pessoa, e bem mais. Pois essa pessoa não sabe apenas o que é cair naquele lugar, mas a sensação que é se sentir falando com o Diabo, algo duro e cruel, típico em quem já viveu muito. Essa faixa é do tipo que afasta todo aquele que insiste em acreditar no entendimento, que parece lhe dizer que não há chance, que a distância é ou será inelutável, e que não adianta chorar. Não à toa considero que parte de meu problema no casamento, se não foi criado, foi alimentado por esta forma cruel de ver o mundo - e na qual eu me senti em seguida, enfrentando a conversa com o Demônio. Ou seja, se eu levantava a bola, ela é que me mandou para aquele lugar. Ela não deve, claro, ter ouvido a música tão bem assim. Mas que fez uso do conselho, ah, isso fez - e me deixou na merda. Ou seja, no meu caso, especificamente, foi um tiro inteiramente pela culatra.

Trigger

Eis que chega até nós essa faixa feia, bastante pessimista, que encara as pessoas como perdidas em meio ao mundo, e em que nós temos um gatilho para apertar. Ou seja, em que não há saída, e em que a perdição parece dar a deixa. Confesso que desta faixa eu nunca gostei muito, embora ela tenha sido até bastante divulgada, nos vídeos sobre a banda, como se fosse uma espécie de exemplo daquilo que eles faziam. Eu a deixava correr, em geral, antes de chegar a "Under the Gun", a minha preferida até então, e entendia que ela, a faixa, meio que exemplificava um ser meio perdido, ao deus dará, em que certos valores ficavam mais ou menos claros, embora eu não concordasse definitivamente com eles. Era como se aqui o Lemmy dissesse sua forma de ver o mundo, e como ela lhe dizia respeito, em gênero, número e grau. Uma forma bastante distanciada da minha, em suma, mas que eu iria tentar nos anos subsequentes, sem saber como fazer jus a toda sua moral. Porque, passado muito tempo, eu iria me encontrar de outra forma, e notaria o quanto isso se afastava do que eu era. Mas, claro, era apenas uma faixa. Não era um tratado de moral ou maus costumes. Nada disso. Até chegar em Under the Gun, que, esta sim, me convencia.

Under the Gun

Mas aqui, realmente, era onde eu me encontrava, ao menos naquele momento em que curtia uma vida com ideais relativos a garota que poderia se aproximar, não agora apenas por uma noite, mas realmente para curtir. Esta faixa não é rápida, como bem podemos notar. É uma faixa que avança lenta mas fortemente, com uma pegada bem blues, e cuja mensagem está restrita ao universo de duas pessoas que podem gostar um do outro, e ter uma transa, e mesmo até se apaixonarem, mas que no fundo se aproximam por um desejo dele, um puro desejo, que a quer para si, nem que seja por alguns instantes, mas que possa, nesse intuito, levá-lo mais longe. Em suma, o relacionamento que a gente gostaria de ter, um relacionamento em que abaixamos a guarda, em que nos entregamos, e nos deixamos ser como somos. Em suma, uma faixa de amor, mas não de amor romântico, que implora. Uma faixa de amor por conexão, em que nos vemos em algum lugar, e em que ele mostra, pelo olhar, que a quer, e ela reluta, mas dança ao seu redor, como que atiçando o seu lado animal. Em suma, tudo o que queremos para nós, nem que seja uma vez na vida, e que possa nos conduzir a outros ambientes, a outros mundos, ou ao fim do mundo. Algo que tive posteriormente, e que de alguma forma aproveitei - mas não como gostaria. Claro que com isso eu meio que dizia a mim mesmo que a vida que eu levava não era a vida que eu queria ter, sendo que, venhamos e convenhamos, a música é quase um ato de implorar, de pedir para algo nos tirar da vidinha que vivemos, e que nos deixa abandonados. Pois é quase uma faixa de socorro, pedindo para que ela nos leve a um lugar em que queremos ficar, nem que seja por um instante. É lindo, e adoro a pegada de toda a música, em especial o solo de baixo que acontece em 2/3 da música, quando o baixo grita, meio que em meio à dança dela, que imaginamos assoberbados de nós mesmos. Uma faixa maravilhosa que ainda não me canso de ouvir, esperando que isso um dia volte a acontecer comigo. Que eu saiba, não ouvia a faixa com minha ex-esposa presente, mas era isso o que eu queria - e que ela não conseguia retirar de mim, tadinha. Porque eu queria outra coisa, talvez outro ambiente, ou talvez cair na devassidão mesmo, para me deixar abandonar com alguém por apenas alguns instantes.

God was never on your side

Todos sabem que o Lemmy não curtia muito fazer baladas (existem algumas, mas estão meio que perdidas em toda sua discografia). Uma balada então sobre Deus, ou sobre como Deus parece nos abandonar (ou, segundo alguns, nos abandona), então era ainda mais raro de ver com ele. Mas esta música, que se utiliza de um violão bastante bem colocado no começo, realmente foi feita para não combinar com nada. É uma música claramente de lamento, de desconforto, de descrença, que eu ouvia com alguma estranheza, e até com algum receio - pelo seu tom descrente -, mas que ouvia também com algum carinho. Pois eu sentia que era uma forma de o próprio Lemmy dizer o que achava da vida, sendo sempre meio que abandonado por ela, não sabendo quem sabe a quem recorrer, exceto a si mesmo - born to lose, live to win. Uma balada em que a gente percebe o ponto de vista de quem, perdido em si mesmo, só tem como apelar a si, e como perde toda chance de apelar a mais alguém. Eu me sentia em parte assim, mas era errado, porque tinha minha esposa, mas depois vim a me sentir ainda mais, agora também errado, porque tenho minha família. Mas, não tendo ninguém deles, a quem apelar? A Deus? É o que ele diz, que não adianta, que Deus não estava, nem nunca esteve, do teu lado ou ao teu lado. E que, ao contrário, você só tem que lamentar mesmo, mas que por outro lado não adianta, porque a vida é assim. Parece, esta faixa, também uma espécie de ponte com os desesperançados, os perdidos, os fodidos, aqueles que se sentem perdidos realmente no mundo, sem ter em que se apoiarem. Claro que eu não ouvia esta faixa com minha esposa presente, e nem acreditava tanto nela quanto era de se esperar. Mas eu a ouvia, e lamentava com o Lemmy. Claro que hoje a questão é diferente, na medida de minha reconversão, mas nem por isso evito a faixa, ela é uma boa música, descrente, sim, para baixo, com certeza, mas uma faixa a recordar.

Living in the Past

Mas o Lemmy nunca deixou barato, e era isso o que mais nele me atraía, realmente. Ele batia aqui, e assoprava logo ali. Pois, ao passo que ele lamenta em God was never on your side, ele aqui mostra o peso de uma faixa pesada, meio à la funk, em que ele mostra qual o preço a pagar por aquele que vive no passado. Pois realmente não adianta restringir-se àquilo que foi, mal serve sequer para pensarmos a respeito de nós mesmos, o melhor então é esquecer e simplesmente tocar a vida para a frente. E voilá, eis o meu problema. Pois faço até peça relativa ao meu relacionamento passado, como se para a frente eu não pudesse realmente ter nada a me guiar (e tenho). Lembro-me bem de que, nesta faixa, o que mais me atraía era a pegada, e a sensação de lucidez de quem cantava, o Lemmy, ao dizer o preço de quem olha para trás. Um preço alto, muitas vezes impossível de pagar, com que arcar. Um preço que se assume para além de nosso desconforto, que parece nos invadir, e que nos domina, realmente. Uma faixa pesada, das que eu mais preferia no CD, e que me dizia muito da vida, de realmente como ela deveria ser tocada. Imagino que minha esposa ouvisse a faixa e não gostasse, realmente. Ocorre que o Lemmy me trazia lucidez, uma que somente muito depois eu iria ter. Na verdade, ainda não a tenho. Mas estou tentando.
Christine, Sword of Glory e Be My Baby

Eu não sei por que aconteceu isso neste CD em particular, mas realmente destas três faixas eu me afastei, realmente não gostei (e olhem que Sword of Glory é uma faixa que fala de guerra, um de meus temas preferidos). Não sei bem por que a ideia de lidar com uma faixa totalmente rock como Christine, aparentemente ligada a questões pessoais do Lemmy, realmente me afastava. Nem por que Be My Baby mal me dizia alguma coisa - talvez por minha desconfiança ao ver o Lemmy finalmente envelhecendo e parecendo mais um tiozão sem muito a acrescentar a garotas que realmente valiam a pena (porque eu não me concebo como alguém implorando por nada, muito menos por sexo ou por amor). Simplesmente as faixas, que são legais, não me atraíam, embora mantivessem o clima do som do CD. São faixas realmente de que mal me lembro, e cujas mensagens eu deixei passar. Notoriamente, essas faixas, localizadas ali, em geral eu as restrinjo ao limbo mesmo. Isso sempre acontece comigo com o Motörhead.

Kingdom of the Worm

Mas aí vinha este achado, Kingdom of the Worm, em que realmente deixamos para trás qualquer esperança. Pois sabemos que Lemmy não via mais nada para além (embora admitisse, para a mãe, que poderia ir à missa). Pois o que noto no Lemmy são dois registros. Um, da desesperança cruel, dessa ausência de rumos, em que vemos as coisas realmente e apenas como são, e outro registro, escondido, restrito a ele mesmo, em que parecia ver uma luz no fim do túnel, uma esperança, restrita porém à sua vida concreta, às reais posições das pessoas, ao amor que existe ou que deveria existir, mas do qual pouco podemos falar. Pois vejo esses dois registros em seu legado, e noto que ele fazia músicas como esta, completamente cruas e feias, talvez meio que para salientar o kick your ass, a postura de ir para a frente, de não desanimar, de apostar ainda numa vida que nos dá em geral bastante pouco (quando dá). Pois não me sinto mal ao ouvir esta faixa, embora seja tão pessimista, com vermes e túmulos à mostra (combinando com a capa do CD, que apresenta esse clima em meio a armas, balas e coisas contrárias às outras pessoas). Pois noto que aqui ele se expressa de forma crua, e mesmo cruel, mas que ainda não deixa de ser verdadeiro. Uma faixa porém com a qual é impossível dançar, no máximo fazer caretas de homem mau.

Going Down

Eis que chegamos ao fim do CD, com essa porrada que mais parece uma festa e que me remete a um Rock Out ou algo do tipo. Uma música cuja composição é, em parte, de um amigo da banda, e que é tocada com o baixo do Lemmy na maior distorção, numa pegada características que somente ele poderia fazer. Uma faixa curta, que porém, por repisar um tema simples, demora para terminar, como se fosse realmente o fim de um show. Porrada pura, que eu sempre adorei e que ainda adoro.

Whiplash

Ocorre que o CD do Kiss of Death, quando vendido lá fora, apresentava um bônus respeitável, que era Whiplash, tocada pelo Motörhead. O próprio Lemmy era porém bastante prosaico em seu comentário a respeito. "Eles nos deram o Grammy porque a música não era nossa", foi o que ele disse, e era impossível de disfarçar, na moça (não sei quem é e não tenho paciência de procurar) que os apresentou na cerimônia, o desconforto ao vê-los subir o palco e falar com todos. Pois o Motörhead sempre foi isso mesmo, uma presença incômoda que todos os que deles não gostavam tinham que aceitar e aturar. Uma porrada latente que incomodava, e que fazia as pessoas saírem de perto do palco para se protegerem do que viria. Porque, ao contrário de com outras bandas, do barulho feito pelo Motörhead só os que adotavam a banda realmente queriam se aproximar. Como eu, na época, e hoje, também, embora de vez em quando. Porque uma vez Motörhead, para sempre Motörhead. Minha esposa? Bom, a dor ainda continua um pouco, mas a história dela ficou para a história. Um dia realmente supero.

Espero que tenham gostado.

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Sobre Rodrigo Contrera

Rodrigo Contrera, 48 anos, separado, é jornalista, estudioso de política, Filosofia, rock e religião, sendo formado em Jornalismo, Filosofia e com pós (sem defesa de tese) em Ciência Política. Nasceu no Chile, viu o golpe de 1973, começou a gostar realmente de rock e de heavy metal com o Iron Maiden, e hoje tem um gosto bastante eclético e mutante. Gosta mais de ouvir do que de falar, mas escreve muito - para se comunicar. A maioria dos seus textos no Whiplash são convites disfarçados para ler as histórias de outros fãs, assim como para ter acesso a viagens internas nesse universo chamado rock. Gosta muito ainda do Iron Maiden, mas suas preferências são o rock instrumental, o Motörhead, e coisas velhas-novas. Tem autorização do filho do Lemmy para "tocar" uma peça com base em sua autobiografia, e está aos poucos levando o projeto adiante.

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