Exciter: Grande fase do vocalista Jaccques Bélanger
Resenha - Blood of Tyrants - Exciter
Por Thomas Zilio
Postado em 16 de abril de 2015
Nota: 7 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
O Exciter é uma banda canadense, fundada em 1978 pelo trio John Ricci (guitarra), Dan Beehler (bateria e vocal) e Allan James Johnson (baixo). Conhecida por popularizar o estilo Speed Metal mundo afora. Os integrantes são donos de uma energia musical singular, por vezes, beirando ao exagero.
O álbum avaliado - Blood os Tyrants – é o segundo trabalho do Exciter com o excelente frontman Jacques Bélanger, John Ricci (guitarra), Mark Charron (baixo), Rick Charron (bateria) que completam a formação. A voz de Bélanger se mostra consistente e volumosa tanto nos tons médios quanto nos agudos, e que lembra rapidamente o estilo Tim Ripper Owens de "soltar o canto".
O guitarrista John Ricci demonstra pegada rápida nas bases das músicas e os solos encaixam-se muito bem em cada faixa. Destaque para a instrumental War Cry que apresenta dobras de terças, trazendo um clima diferente para o álbum, surpreendendo o ouvinte.
O baixista Mark Charron faz bem seu papel de acompanhar as bases rápidas da guitarra e em outros momentos interagir com a bateria direta, rápida e sólida do baterista Rick Charron.
Bateria, baixo e guitarra sustentam com fidelidade a visceralidade que o estilo pede. Mas nem tudo é alegria; o que incomoda um pouco são os timbres dos instrumentos e a mixagem de forma geral. A guitarra é extremamente "abelhuda", escondendo diversas vezes a melodia e alguns outros detalhes das faixas, onde, por momentos soam como música de uma só nota musical.
Nas primeiras audições fica fácil perceber que a produção do álbum não é tão qualificada, além de não apresentar grande complexidade. Os backing vocals apresentam ataques desnecessários de volume que destoam quando comparados à voz principal. Mas isso não tira o brilho dos músicos e das faixas do álbum, inclusive a produção mais simples tem seu lado positivo. Nesse caso colabora para que o som aparente ser mais direto, sincero e de certa forma até mais orgânico, remetendo levemente como se o ouvinte estivesse frente a um ensaio ao vivo da banda.
Enfim, de maneira geral é um trabalho que vale a pena ter em sua coleção. Divirtam-se com 10 faixas do mais puro speed metal sem enrolação.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O disco que define o metal, na opinião de Amy Lee, vocalista do Evanescence
Produtor de "Master of Puppets" afirma que nada acontecia no Metallica sem aval de Cliff Burton
Com brasileiros e lendas do rock, Eric Clapton anuncia cast do Crossroads Guitar Festival 2026
Após quase 40 anos, Wacken Open Air acaba com tradição do festival: o lamaçal
Regis Tadeu explica por que o Rush tocou "Finding My Way" em seu show de retorno
A banda de rock que mudou para sempre a vida de Scott Ian, guitarrista do Anthrax
Aos 82 anos, Keith Richards conta como dribla limitações para seguir tocando
O local caótico que inspirou a criação de um dos maiores clássicos do thrash metal
A opinião de Kerry King sobre Layne Staley, saudoso vocalista do Alice in Chains
Prika Amaral explica por que a Nervosa precisou sair do Brasil
Alissa White-Gluz reflete sobre ser injustiçada e simbologia do Blue Medusa
Com instrumentistas do King Diamond nos anos 1980, Lex Legion lança primeiro single
Por que Julia Lage não faz backing vocals no Smith/Kotzen? Ela explica o motivo por trás
A surpreendente faixa apontada pelo Loudwire como a melhor do primeiro disco do Guns N' Roses
A reação de James Hetfield ao ver Cliff Burton após o acidente que matou o baixista
Produtor que vive nos EUA explica como Angra e Sepultura são percebidos por americanos
Os maiores artistas da música brasileira, segundo Regis Tadeu (um deles resvala no rock)
Cinco grandes bandas de metal que vieram de países com pouca tradição na música pesada


Com dois ex-integrantes do Exciter, Powerrage anuncia primeiro álbum, "Beast"
Death: Responsáveis por elevar a música pesada a novo nível



