Supersonic Brewer: Pesado e agressivo como o estilo exige
Resenha - Overthrow the Bastard - Supersonic Brewer
Por Junior Frascá
Postado em 06 de março de 2014
Banda gaúcha, de Bento Gonçalves, o SUPERSONIC BREWER finalmente coloca no mercado esse seu segundo álbum, sucessor do aclamado "Broken Bones", de 2010. Com uma sonoridade suja e pesada, o quarteto se mostra em sua melhor forma, conseguindo trazer ainda mais peso e agressividade nas novas composições.
Formada por Vinicius Durli (vocalista e baixista), Rodrigo Fiorini (guitarrista), Mauricio Menegotto (guitarrista) e Evandro "Piki" (baterista) a banda é um prato cheio para os amantes de uma som que prima mais pelo peso e pelo groove do que pelo excesso de velocidade. Praticando um thrash metal na linha do que o PANTERA fazia, mas trazendo também alguns elementos de stoner e metal tradicional, o SUPERSONIC BREWER transborda atitude, com uma sonoridade energética feita para não deixar ninguém parado durante a audição.
Outro ponto chave do álbum é a produção, feita pela própria banda, e por Ernani Savaris (também responsável pela mixagem e masterização), que deixou tudo sujo, bruto e equilibrado, sem excessos de modernidade.
Em todas as faixas é perceptível o talento da banda, que embora não inove, pratica um som honesto e divertido, e não há como não se empolgar ouvindo, por exemplo, as poderosas "Terrorstorm" e "Hammerdown", que mostram um talento muito acima da média, com riffs excepcionais, vocais raivosos, cozinha intensa e ótimos arranjos. Alias, um dos pontos que mais chama a atenção no álbum é a evolução dos músicos em comparação com o disco anterior, pois é perceptível um maior apuro técnico nas composições, como fica claro, por exemplo, na quebrada faixa título.
Sem dúvida trata-se de uma banda que já passou da hora de possuir maior destaque no cenário metálico, tanto nacional, como internacional. Altamente indicado para todos os fãs da música pesada (alias, "bem pesada"), de qualidade! Pode comprar sem medo de errar!
Overthrow the Bastard – Supersonic Brewer
(MS Metal Records – 2013 – Nacional)
Outras resenhas de Overthrow the Bastard - Supersonic Brewer
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Rammstein registra novas músicas e deixa fãs na expectativa
Judas Priest lança coletânea que abrange várias fases da discografia
Ouça tributo ao Rainbow com verdadeira seleção de astros do rock e metal
"A banda de abertura mais difícil que já tivemos foi o Guns N' Roses", revela Bruce Dickinson
O ex-jogador que ouvia heavy metal antes dos jogos para se motivar
Tributo a Syd Barrett une Pink Floyd, David Bowie, Violeta de Outono e John Paul Jones
Edguy esgota ingressos do primeiro show em mais de uma década
A banda punk que Bono considera a melhor de todos os tempos
As 11 melhores bandas de rock progressivo dos EUA, segundo a Loudwire
Mamonas Assassinas: a história das fotos dos músicos mortos, feitas para tabloide
A banda dos anos 2000 que mais orgulhava Geddy Lee por seguir os passos do Rush
A banda southern que Steve Harris considera das melhores que abriu para o Iron Maiden
As 15 músicas que o Faith No More mais tocou ao vivo
A banda que fez Phil Collins perceber que o tempo do Genesis havia passado
Jeff Walker diz que sua única técnica vocal é beber uísque antes do show
Max Cavalera: "Não dou a mínima para o que pensa o pessoal do Korn ou qualquer outro!"
As dez músicas que deram origem ao Thrash Metal, segundo Scott Ian, do Anthrax
A banda que Renato Russo detestava, e com a qual a Legião Urbana chegou a ser comparada


"MI'RAJ" - quando Edu Falaschi troca a velocidade pela emoção e encerra trilogia com maturidade
A Lapidação da alma: O triunfo conceitual do Big Big Train em "Woodcut"
HellLight - Reafirmando seu espaço entre os melhores da safra do gênero.
"Betrayed By Obedience", do Infected Cells, é death metal bruto, técnico e direto
Há 40 anos o Queen lançava "A Kind of Magic", álbum que marcou a despedida de Freddie dos palcos
Michael Jackson - "Thriller" é clássico. Mas é mesmo uma obra-prima?
Iron Maiden: Virtual XI não é nem oito, nem oitenta



