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Gamma Ray: "Sigh No More" é fraco e o pior da banda

Resenha - Sigh No More - Gamma Ray

Por
Postado em 09 de julho de 2013

Nota: 5 starstarstarstarstar

Um após a estréia, o GAMMA RAY já lançava seu segundo trabalho, "Sigh No More". Na minha polêmica e já xingada opinião, o álbum de estréia ("Heading for Tomorrow) não é muito bom, muitos altos e baixos, o que não me agrada, mas tem seus clássicos, claro. E o que esperar do segundo trabalho do gênio maior do Power Metal? Kai Hansen não tinha nada a provar, afinal ele era uma das cabeças criativas por trás do fenômeno chamado HELLOWEEN.

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Para minha infeliz surpresa, "Sigh No More" é fraco e o pior não só da fase Ralph Scheepers, mas também de toda a carreira da banda. São 10 músicas em pouco menos de 50 minutos, o que me pareceu adequado. No entanto, a qualidade das músicas não agrada, com raras exceções.

"Changes" é fraquíssima, nada que se aproveite. Certamente, poderia ter sido deixada de fora. "Rich and Famous" é uma das mais conhecidas, mas não passa de regular, uma nota 6 estaria de ótimo tamanho. Scheepers manda bala nos vocais, mas sempre parece estar faltando algo mais na música, fora o refrão fraco.

E aí vem a grande obra do CD, "As Time Goes By". Facilmente, essa música poderia ser encaixada dentro do primeiro quartil das melhores composições da banda. Vocal exemplar beirando o exagerado liderando um instrumental fenomenal e muito bem capitaneado pela guitarra de Kai Hansen.

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Infelizmente, na seqüência temos 3 músicas que deixam a desejar, que é o caso de "(We Won’t) Stop the War", "Father and Son" e "One with the World". Todos os integrantes contribuíram de alguma forma para a composição das 3, menos o baterista Uli Kusch. Mesmo assim, de novo, sempre falta algo, as músicas não progridem e elas sempre acabam e deixam aquela sensação ruim e de que o álbum não agrada muito já passando de sua metade.

A boa notícia é que "Start Running" tenta trazer o álbum de volta para a briga de uma boa crítica. Guitarras alinhadas, baixo e bateria fazendo a cozinha perfeitamente e Scheepers não extrapolando para levar a composição a uma boa nota 7. A má notícia é que depois dela é ladeira abaixo. "Countdown", "Dream Healer" (apesar de letra interessante) e "The Spirit" falham onde "Start Running" acertou e despencam com a média do trabalho todo. Uma pena.

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No final das contas, para mim, "Sigh No More" é válido por 2 músicas, "As Time Goes By" e "Start Running". E só. Um trabalho para ser esquecido no fundo do baú da banda. Mesmo se comparado a outros trabalhos lançados entre 90 e 92, ele fica bem atrás. Nesse período, tivemos nada menos que o lançamento de mitos como "Painkiller" do JUDAS PRIEST, "Metallica" do METALLICA, "No More Tears" do OZZY OSBOURNE, entre outros. Ou seja, "Sigh No More" fica devendo.

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Sobre Ricardo Mazzo

Cresci ouvindo muito Punk Rock e Hardcore, mas migrei para o Heavy Metal há alguns anos. No entanto, não abro mão de um bom Bad Religion. Acredito piamente que se Pelé fosse um pouco melhor seria chamado de Kai Hansen ou teria composto a "The Trooper". Estudei guitarra, tive banda, freqüentei inúmeros shows e criei o blog #dicarock. Up the Irons!
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