Children of Bodom: "Halo of Blood" é um soco no estômago

Resenha - Halo of Blood - Children of Bodom

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Por Guilherme Niehues
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A banda CHILDREN OF BODOM acertou em cheio! O lançamento de “Halo of Blood” é como se fosse um soco no estômago e fará com que o fãs da era antiga da banda (até o ótimo Hatecrew Deathroll) relembrem os ótimos momentos tanto em composição, criatividade e energia posto em um único disco. Nenhuma música é descartada ou passa em branco, o que permite ao ouvinte a prestigiar cada segundo em que este disco está sendo executado.
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É engraçado pensar que a cerca do álbum existe toda uma atmosfera voltada ao “inverno”, especialmente pela capa (que ficou sensacional) até a sua data de lançamento, mas o álbum passa longe de ser frio e sem vida, muito pelo contrário. Alexi Laiho e companhia demonstram toda a sua proatividade na criação de riffs memoráveis e uma ambientação tipica da banda, que retratam os anos dourados facilmente. A guitarra empunhada pelo frontman ainda é o ás da manga, tanto nos riffs quantos nos solos, e que aliás neste novo álbum Roope (guitarra) possui um maior espaço para mostrar que é também um guitarrista brilhante, seja na base ou nos solos. O responsável por retratar melhor ainda o aspecto “Bodom”? Janne Warmen (tecladista) nos brinda com os melhores teclados em anos, especialmente por colocar a prova e estar no mesmo nível que Alexi, quando se trata da competição que ambos possuem no Teclado x Guitarra em cada música.

Agora, algo que não se via há muito tempo nas músicas do Children of Bodom eram os famosos “blastbeats” que são cortesias de nosso amigo Jaska (bateria) e acompanhado de perto pelo baixo de Henkka que demonstra uma ótima presença nas músicas (e que aliás, em algumas passagens, é possível perceber que ele ainda não perdeu o jeito). A banda, que possui excelente músicos, continuam a mostrar que além de dominarem seus instrumentos sabem como cativar seus ouvintes.

Halo of Blood é cheio de agradáveis surpresas, onde é possível observar elementos familiares da era de ouro e também do novo estilo do CoB de tocar. E, apesar de não ser uma evolução do álbum Relentless Reckless Forever (2011), o que para este que vos escreve é algo positivo, a banda desce um pouco do seu pedestal e pisa um pouco fora de sua zona de conforto, tentando retratar uma linha mais original e em alguns momentos fugindo um pouco da sua sonoridade habitual, como é no caso da balada “Dead Man’s Hand on You”, que é uma música mais lenta, porém não deixa de ser ótima.

Ao que tudo indica, a banda volta ao seu auge e pode estar ao final deste ano no Top 5 de qualquer mídia especializada. Um álbum que nenhum fã, seja aquele da velha guarda ou da nova poderá colocar defeito.

E a melhor dica que eu posso dar a vocês é: ouça o álbum, mas ouça no volume máximo, vale a pena.

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