City Weezle: Um disco realmente muito esquisito
Resenha - Taboo - City Weezle
Por Ben Ami Scopinho
Postado em 23 de setembro de 2011
Bom, certamente o City Weezle conseguiu oferecer a capa de disco com o gosto mais duvidoso que presenciei na última década. É feia de doer... Este é um quarteto que tem como base Paris, mas sua formação é uma completa Torre de Babel, com músicos oriundos da França, Irlanda e Japão. O pessoal está batalhando por seu espaço desde 2005 e já rodou por vários países divulgando as demos "City Weezle" (06) e "The Leprechaun (08).
"Taboo" marca a estreia do City Weezle em disco – um disco MUITO esquisito, diga-se. Os caras primam pela mais absoluta experimentação em composições completamente anti-convencionais que misturam muito funk, metal, jazz, blues ou qualquer outra coisa que aparecer pela frente – esse pedacinho é música celta?!? – em um resultado que certamente gerará aquele curioso sentimento de amor / ódio entre o público.
São malucos hiperativos e cheios de ideias, mas também se revelam talentosos. E, além de tudo ser incoerente e da mais difícil digestão, a cereja em cima deste bolo é um vocalista que somente colabora para desestabilizar ainda mais as canções. Tudo, desde a abertura "Hot Potato" (título perfeito!) até "Farmhouse Love", se mostra um verdadeiro exercício de paciência para o ouvinte se manter focado e (tentar) compreender aonde o City Weezle quer chegar com essa quantidade gigantesca de arranjos caóticos.
Visionários ou pretensiosos irritantes? Sei lá... O City Weezle é um grupo que parece levar na mais alta conta o fator ‘arte’ em sua música; e "Taboo", com todas as suas esquisitices, será muito apreciado pelos fãs incondicionais de Primus, Faith No More ou do falecido Frank Zappa. Se o caro leitor se encaixa neste perfil, não deixe de conferir, pois poderá se transformar em um ferrenho defensor deste grupo!
Contato:
http://www.myspace.com/cityweezle
Formação:
Simon Fleury - voz, guitarra e banjo
Rudy Blas - guitarra
Maxime Gibon - baixo e clarinete
Raphaël Chevet - bateria
City Weezle – Taboo
(2011 / independente – importado)
01. Hot Potato
02. Cunning Linguistics
03. Welcome to Hicksville
04. Taboo
05. Mary Jane
06. El Mutador
07. Fair Game
08. Abuse
09. Nimformation
10. The Leprechaun
11. The Creeps
12. Farmhouse Love
Nota: boa pergunta!!!!
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Mantas, guitarrista original do Venom, homenageia Cronos
Sepultura esgota ingressos do último show da carreira
A banda inglesa que recusou Rock in Rio 1985: "Pessoas decidiram que não era boa ideia"
Gary Holt e Mille Petrozza homenageiam Cronos, falecido nesta quinta-feira
Scott Ian (Anthrax) lembra como reagiu quando o Metallica demitiu Dave Mustaine
A lenda nordestina que é o Van Halen brasileiro, segundo Rafael Bittencourt
O curioso tema do TCC de Fernanda Lira que professora reprovou e a fez largar a faculdade
O guitarrista apontado como melhor do mundo que Alex Lifeson não curte: "Não me tocava"
Immortal anuncia box-set com sua discografia completa em vinil para 2027
Alice Cooper revela quando se deu conta de que não era Alice Cooper
Mötley Crüe emplaca primeira música no Clube do Bilhão do Spotify
As 5 melhores músicas do Metallica que foram gravadas por Cliff Burton, segundo a Revolver
Nightwish lança novo videoclipe "Tribal (Live In Amsterdan 2022)"
A chave oculta no disco do Led Zeppelin que Raul usou para abrir as portas do conhecimento
Regis Tadeu explica porque ele detesta o Engenheiros do Hawaii
O álbum onde, para Joe Perry, o Aerosmith atingiu seu apogeu de criatividade
O Julgamento do Metal Clássico: Rock Justice impressiona na estreia com "You've Been Served"
Carach Angren - O horror dentro da caixa em "Dance and Laugh Amongst the Rotten"
Animals (1977) - quando o Pink FLoyd resolveu chamar todo mundo de bicho
Moonspell - A grandiosidade do Heavy Metal e da música erudita em "Opus Diabolicum"
Resenha: "Hard-Fi" - Rosa Tattooada (2026)
Depois da ressurreição, Marilyn Manson declara vingança em novo álbum
O álbum pesado e melancólico do Soilwork que ajudou a salvar a minha vida
Iron Maiden: Grata surpresa e despedida perfeita do gigante
Death: Responsáveis por elevar a música pesada a novo nível



