Spellblast: sonoridade particular em panorama congestionado
Resenha - Battlecry - Spellblast
Por Ben Ami Scopinho
Postado em 08 de julho de 2010
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Ainda que em 1999 o italiano SpellBlast tenha iniciado sua carreira como uma típica banda de Power Metal, seu debut "Horn Of Silence" causou tal impressão pela inclusão de elementos folclóricos que rapidamente passou a ser distribuído em seu país via Fuel Records e, melhor, atingiu toda a Europa e América do Norte via Frontiers Records. Um belo e inesperado começo.

E agora chegou a vez de "Battlecry" e, bom, certamente a ilustração da capa não ajuda muito, mas é inegável que, musicalmente, sua proposta avançou significamente. Os componentes folks - violinos, gaitas de foles e teclados - estão ainda mais fortes e melhor integrados às estruturas do Power Metal, com a banda trabalhando com afinco para que tudo adquira um caráter mais épico, com aquela conhecida vibração de triunfo guerreiro.
Assim, o SpellBlast parece estar se aproximando de uma sonoridade particular em meio a um panorama congestionado pela mesmice. A audição é fácil, com uma agressividade devidamente calculada ao lado de melodias que cativam mesmo. E há dois convidados para aumentar o brilho de "Battlecry". O sempre impressionante Fabio Lione (Rhapsody Of Fire) cantando em "History Of A Siege – Heroes" e "History Of A Siege – Slaughter" e Lorenzo Marchesi (Folkstone) tocando suas gaitas de fole.
Com "Battlecry", os músicos do SpellBlast mostraram o quanto cresceram como compositores - inclusive se encarregando da própria produção em um resultado totalmente satisfatório ao exibir cada instrumento em seu devido lugar e com uma apropriada nitidez. Em suma: Um registro muito bacana que será apreciado pelas mais variadas vertentes do Heavy Metal, em especial a do Power e Folk Metal Melódico. Pode conferir!
Contato:
http://www.spellblast.com
http://www.myspace.com/spellblast
Formação:
Jonathan Spagnuolo - voz
Luca Arzuffi - guitarra
Claudio Arzuffi - guitarra
Ivan Dellamorte - teclados
Xavier Rota - baixo
Edo - bateria
SpellBlast - Battlecry
(2010 / Twilight Records - importado)
01. Cold Wind Of Death
02. Drinkin' With The Gods
03. History Of A Siege - Heroes
04. Path On The Sea
05. Ragnarok (Dream Of The End)
06. Soldiers' Angels
07. Raid Day
08. History Of A Siege - Slaughter
09. Northern Star
10. Brave And Fierce
11. Command Charge
12. Battlecry
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O supergrupo que tinha tudo pra estourar num nível Led Zeppelin, mas foi sabotado pela gravadora
A canção que, para Bono, traz "tudo o que você precisa saber sobre música"
The Troops of Doom une forças a músicos de Testament e Jota Quest em versão de "God of Thunder"
As 10 maiores bandas da história do power metal, segundo o Loudwire
Filhos imploraram para que Dee Snider não fizesse mais shows com o Twisted Sister
Novo disco do Exodus conta com participação de Peter Tägtgren, do Hypocrisy
Os melhores álbuns de rock e metal lançados nesta década, segundo o Loudwire
O clássico do Pink Floyd que David Gilmour não toca mais por ser "violento demais"
Em número menor, Crypta fará apresentações simbólicas pelo Brasil em 2026
Alissa White-Gluz lança clipe de "Checkmate", novo single do projeto Blue Medusa
Trailer de documentário do Iron Maiden mostra músicos do Anthrax, Metallica e Public Enemy
Com filho de James Hetfield (Metallica) na bateria e vocal, Bastardane lança novo single
A melhor música de "The X Factor", do Iron Maiden, segundo o Loudwire
As duas bandas consagradas que Robert Plant detonou: "Que porcaria rimada é essa?
O músico que zoou Bruce Dickinson por releitura de música dele feita pelo Iron Maiden
A canção do Metallica que Ronnie James Dio elogiou por ser diferente; "Fiquei muito surpreso"
A dura crítica de Angus Young a Led Zeppelin, Jeff Beck e Rolling Stones em 1977
Fernanda Lira conta que foi deixada para trás pela Crypta durante parada em posto de gasolina


A todo o mundo, a todos meus amigos: Megadeth se despede com seu autointitulado disco
"Old Lions Still Roar", o único álbum solo de Phil Campbell
Virgo um dos álbuns mais importantes da carreira de Andre Matos



