Resenha - Slave To The Grind - Skid Row
Por Ben Ami Scopinho
Postado em 18 de dezembro de 2004
1991 - Ano em que houve dois mega-lançamentos hard rock: os pretensiosos "Use Your Ilusions" do Guns, e o "Slave to the Grind", segundo trabalho dos recém-novatos Skid Row.
Skid Row, banda de New Jersey, desde a época de seu primeiro lançamento homônimo em 1989, já conseguiram fazer alguma diferença no saturado mercado hard rock norte-americano, trazendo faixas um pouco mais pesadas que a grande maioria das bandas da época e tendo emplacado vários hits nas rádios, além das óbvias e famosas baladas. Apadrinhados por Jon Bon Jovi, fazendo extensas turnês pelo mundo ao lado destes, de Kiss, Aerosmith e Mötley Crüe ajudaram a consolidar seu estrondoso sucesso.
Sebastian Bach, Dave "the Snake" Sabo, Scotti Hill, Rachel Bolan e Rob Affuso elaboraram "Slave to the Grind" de maneira que este saísse nada romântico e bem mais heavy metal, ou seja, o oposto de seu antecessor. Produzido por Michael Wagener, que conseguiu extrair dos membros da banda muita energia de seus instrumentos e feeling na marcante voz de Sebastian, resultando num álbum de puro hard rock pesadíssimo com algumas influências de Aerosmith e Kiss dos bons e velhos tempos, que deixou de boca aberta a grande maioria das pessoas que ouviu este trabalho na época de seu lançamento.
O álbum já abre com seu maior hit, "Monkey Business", com seu início instigante para explodir em puro peso, com riff galopantes, refrão facilmente assimilável, solos entre as duas guitarras, tudo o que uma boa música pede. A faixa "Slave to the Grind", acreditem se quiser, tem seu começo quase thrash e refrões bem rock n´roll. "The Threat", boas guitarras e um contrabaixo pulsante, bem na manha mesmo, cuja letra segue uma temática de juventude rebelde que segue por todo o álbum.
Rogerio Antonio dos Anjos | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
Até mesmo as baladas "Quicksand Jesus", "In a Darkened Room" e a melhor de todas: "Wasted Time", são diferentes, não se encaixando em nada no padrão meloso de seu primeiro disco. "Psycho Love" é outro exemplo da linha pesada e anti-romântica que Skid Row adotou e que ficou excelente, principalmente as intervenções de baixo de Rachel Bolan. Outro grande destaque é "Livin´ on a Chain Gang", música seca e crua, onde Sebastian de sobressai em muito. A influência punk de Bolan mostra sua cara em "Riot Act", bem direta. E por aí vai, porrada atrás de porrada.
Em seu próximo álbum de estúdio, o Skid Row decide novamente seguir novos rumos, lançando um álbum bem interessante, mas que foi ignorado pelo público, o que não teve um final nada feliz, acabando pela dissolução da bandas por vários anos, voltando pouco tempo atrás, sem Sebastian e Affuso e lançando um trabalho pouco mais que mediano.
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