Resenha - Sword and Sorcery - Majesty
Por Haggen Kennedy
Postado em 09 de maio de 2003
Nota: 7 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Imagine que você, leitor, tenha em mãos um CD cuja capa mostra um guerreiro empunhando um machado de guerra, bem ao estilo Conan, à frente de uma horda de bárbaros, e que o nome dessa banda seja "Majesty", e o título do petardo, "Sword & Sorcery". Agora imagine músicas com nomes do tipo "Fields of War", "Heavy Metal", "Epic War", "Fist of Steel" e "Metal to the Metalheads". Imaginou? Agora imagine também que, relanceando por entre as letras das canções, você se depara com construções do tipo "all together we are one, but the false we can’t forgive", "Heavy Metal, our strength and religion, the meaning of our lives" ou "the power of Heavy Metal is present in our minds, we are hearing the sound our hearts start to pound and cry". Se isso não fosse um review as amostras acima já seriam o bastante para descrever que tipo de música os alemães aí fazem.

Mas isso é um review, o que significa que, mesmo desembocando num palavrório desnecessário, vamos comentar um tanto mais.
O som altamente épico do Majesty tem tudo a ver com a temática do grupo, levada por uma influência musical maciça de Manowar – adivinhem qual é a primeira banda da lista de "hails" no encarte do CD? O interessante da banda, apesar de parecer engraçado, é que, apesar de os refrões serem notadamente uma marca em qualquer conjunto, na maioria das músicas desse CD o punch maior fica nas estrofes não-estribilho de cada canção. A noção harmônica do conjunto é muito boa, e em faixas como "Aria of Bravery" a beleza da melodia presente nas composições do quinteto é bem enfatizada.
Tarek "MS" Maghary, vocalista, guitarrista, tecladista e cabeça da banda definitivamente mostra um trabalho melhor nesse que é o segundo long play do conjunto (que, na verdade, data de 2002). As músicas são coesas, mas um pouco cansativas quando se escuta o disco inteiro. O vocalista, de timbre mais grave, chega, em algumas poucas partes, a lembrar Ville Laihiala (Sentenced); os agudos, por outro lado, são definitivamente Eric Adams.
As melhores do CD são "Sword and Sorcery", "Fields of War", "Fist of Steel" e a última, "Metal to the Metalheads", sem contar com a já mencionada balada e – ah! – a faixa bônus "Ride and Fight", que tem uma levada legal. Numa esfera de análise mais abrangente, o Majesty diverte, mas é claro ver que ainda não possuem uma identidade própria.
Site Oficial – http://www.truemetal.org/majesty
Line-Up:
Tarek "MS" Maghary (Guitarra, vocais, teclados)
Udo Keppner (Guitarra, backing vocals)
Martin Hehn (Baixo, backing vocals)
Michael Gräter (Bateria, backing vocals)
Andy Moll (Teclados, backing vocals)
Material cedido por:
Hellion – http://www.hellionrecords.com
Rua 24 de Maio, 62 – Lojas 280/282/308 – Centro
São Paulo/SP, CEP: 01041-900
Telefones: [11] 5083-2727, 5083-9797, 5539-7415
Email: hellion@hellionrec
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



As 4 melhores músicas de 1986, segundo Robert Smith, vocalista do The Cure
O maior vocalista da história, de acordo com a ciência
Combat Records anuncia retorno global com foco na América do Sul
5 clássicos do rock nacional cujas letras envelheceram mal
As 5 melhores músicas do Yes de acordo com o guitarrista Steve Howe
A música do Pink Floyd que fez Roger Waters mudar de discurso sobre ex-colega de banda
Axl Rose revela problema de saúde que tornou show do Guns N' Roses um desafio
5 bandas clássicas do prog rock que não têm mais nenhum membro original
Os 10 discos essenciais do nu metal, segundo a Louder
Deep Purple compartilha fotos de reencontro com Ritchie Blackmore
Veja Ritchie Blackmore tocando "Smoke on the Water" com o Deep Purple após 33 anos
A música do Rainbow que Ritchie Blackmore adorava, mas não conseguia tocar ao vivo
Ritchie Blackmore sobre o Deep Purple: "Nunca senti que fosse algo extraordinário."
Paul Simon escolhe o maior vocalista de todos os tempos e diz que ninguém chegou perto
Edu Falaschi reúne convidados nacionais e internacionais em superprodução em São Paulo
A banda de progressivo que Angus Young nos anos 70 disse ser insuportável de assistir
A opinião de Marko Hietala sobre os dois únicos álbuns do Nightwish que gravou com Tarja
Motorhead: Nem queda de avião conseguia abalar a calma de Lemmy Kilmister



A Magia Ancestral do Green Lung: O Impacto Monumental de "Woodland Rites"
Resenha - Skylab VI - Cadê Meu… Álbum?
Left To Die, o supergrupo tributo ao seminal Death, lança seu primeiro disco



