Resenha - Rosas e Vinho Tinto - Capital Inicial
Por Rafael Carnovale
Postado em 17 de maio de 2002
Nota: 7 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
E tome rock nacional na veia. Após um hiato de 3 anos, o Capital voltou com o cd "Atrás dos Olhos", tendo uma boa repercussão. O passo seguinte foi a gravação de um acústico para a MTV (que está se especializando em levantar bandas com esses programas) rendendo uma mega turnê e 1,5 milhões de cópias, além de um show excelente no Rock in Rio 3. Quem esperava que depois dessa a banda fosse se apegar ao formato acústico vai quebrar a cara com esse novo cd, "Rosas e Vinho Tinto". A começar pela banda, que perdeu o guitarrista Loro Jones e chamou para seu lugar o competente Yves Passarel (Viper).
Capital Inicial - Mais Novidades

O resultado é um disco que segue a linha de todos os que a banda já fez antes. Um pop rock bem elaborado, com passagens ora mais agressivas, ora mais calmas, dando um bom resultado. Os violões se fazem presentes sim, mas as guitarras continuam lá, pulsantes e agressivas. O cd abre de cara com a melhor de todas, "220 Volts", onde a guitarra de Yves se faz presente e Dinho Ouro Preto canta uma letra meio sem nexo, porém empolgante. O cd alterna músicas mais rockeiras, como "Enquanto eu Falo", "Algum Dia" e a excelente faixa título, com momentos mais pop como "A sua Maneira", "Inocente", "Pra Ninguém" e a balada "Olhos Vermelhos", com teclados bem colocados. O quinto integrante, desde o acústico, Kiko Zambianchi, novamente marca presença, dando mais um toque pop ao cd. Outro destaque é a balada "Incondicionalmente" muito bem bolada e fazendo jus ao estilo do Capital Inicial. O rock de Brasília ainda vive.
A banda é coesa e sem destaques individuais. Dinho sabe bem usar seu vocal, bem escorado pelos backings de Kiko Zambianchi. Yves foi uma boa escolha, pois toca bem e sabe colocar sua guitarra. E os irmãos Lemos (Fé e Flávio) são uma boa cozinha. Não há nenhum virtuose, mas sim uma banda super entrosada, capaz de produzir um bom cd.
Vale conferir. Um cd de destaque na história da banda. Que bom que eles não ficaram presos ao formato acústico. UFA!
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O lendário álbum dos anos 1970 que envelheceu mal, segundo Regis Tadeu
Bruce Dickinson sobe ao palco com o Smith/Kotzen em Londres
A maior canção de amor já escrita em todos os tempos, segundo Noel Gallagher
Max Cavalera celebra 30 anos de "Roots" com dedicatória especial a Gloria Cavalera
As 11 melhores bandas de metalcore progressivo de todos os tempos, segundo a Loudwire
Nenhuma música ruim em toda vida? O elogio que Bob Dylan não costuma fazer por aí
Ex-Engenheiros do Hawaii, Augusto Licks retoma clássicos da fase áurea em nova turnê
As melhores músicas de todos os tempos, segundo Dave Gahan do Depeche Mode
10 clássicos do rock que soam ótimos, até você prestar atenção na letra
Slash aponta as músicas que fizeram o Guns N' Roses "rachar" em sua fase áurea
A música mais ouvida de cada álbum do Megadeth no Spotify
Bruce Dickinson cita o Sepultura e depois lista sua banda "pula-pula" favorita
Churrasco do Angra reúne Edu Falaschi, Rafael Bittencourt, Kiko Loureiro, Fabio Lione e mais
Por que a voz de Bruce Dickinson irrita o jornalista Sérgio Martins, segundo ele mesmo
A música dos Beatles que ganhou elogios de George Martin; "uma pequena ópera"
Iron Maiden: Somewhere In Time é um álbum injustiçado?
"Músicas incríveis que mudaram o rumo da música", diz Bruce Dickinson sobre álbum que ele adora
O lendário guitarrista que o fenomenal Ritchie Blackmore considera superestimado



O megahit do Capital Inicial que, analisando bem a letra, não faz tanto sentido
As 5 melhores bandas de rock de Brasília de todos os tempos, segundo Sérgio Martins
Clássicos imortais: os 30 anos de Rust In Peace, uma das poucas unanimidades do metal



