Resenha - For The Lost And Found - Julian Sas
Por Paulo Haroldo
Postado em 18 de janeiro de 2000
Nota: 7 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Parece que o blues habita um lugar diferente no mundo da música. Não afeito a modismos, resiste a todas as revoluções promovidas pelo mercado sem precisar de novas roupagens ou descaracterizações. Só mesmo um gênero de alma estritamente musical poderia sair do Tenessee e alcançar o interior da Holanda com a mesma desenvoltura e paixão. E é de lá que Julian Sas lança seu 4º cd, todo recheado de hardblues e rock.

Aos 29 anos, Julian diz em sua homepage (www.juliansas.com) que resolveu abraçar o blues depois de ouvir Roy Buchanan, Alvin Lee, Jimi Hendrix, Rory Galagher e Freddie King. Porém, logo na primeira música de seu primeiro e melhor cd ("Where Will It End?") percebemos que ele foi influenciado - e bastante - por Stevie Ray Vaughan (como de resto quase todos os guitarristas de blues da nova safra).
Nas 13 faixas de "For The Lost And Found" Julian passeia do rock furioso ("This Time, My Time", "Driftin' Boogie") às baladas a la SRV ("Blues For The Lost And Found"), além de mandar pitadas de Johnny Winter ("Life's Devil Ride", em cima do violão dobro) e Roy Buchanan ("High And Low" e "Working Man's Blues", esta a melhor faixa do cd). Além de tocar muito, canta bem e é responsável pelas letras das músicas. Sua banda é formada por veteranos holandeses amantes do blues.
Em SP este cd pode ser encontrado na Aqualung Discos - Galeria do Rock ([email protected]).
Formação:
Julian Sas (vocal, guitarra)
Pierre "Boogiemachine" de Haard (bateria)
Phil Poffé (baixo)
Roel Spanjers (piano-convidado)
Lançamento: Maio/1999
Selo: Corazong Records/Holanda
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Como uma canção "profética", impossível de cantar e evitada no rádio, passou de 1 bilhão
O disco nacional dos anos 70 elogiado por Regis Tadeu; "hard rock pesado"
Cinco álbuns que foram achincalhados quando saíram, e que se tornaram clássicos do rock
A banda que é "obrigatória para quem ama o metal brasileiro", segundo Regis Tadeu
A música do Angra que Rafael Bittencourt queria refazer: "Podia ser melhor, né?"
Por que Angra não convidou Fabio Laguna para show no Bangers, segundo Rafael Bittencourt
A música de Raul Seixas que faria ele ser "cancelado" nos dias de hoje
A música feita pra soar mais pesada que o Black Sabbath e que o Metallica levou ao extremo
Playlist - Uma música de heavy metal para cada ano, de 1970 até 1999
A banda de rock que lucra com a infantilização do público adulto, segundo Regis Tadeu
John Lennon criou a primeira linha de baixo heavy metal da história?
Alter Bridge, um novo recomeço no novo álbum autointitulado
O melhor álbum de 11 bandas lendárias que surgiram nos anos 2000, segundo a Loudwire
O álbum "exagerado" do Dream Theater que John Petrucci não se arrepende de ter feito
Max Cavalera só curtia futebol até ver essa banda: "Virei roqueiro na hora"


Com "Brotherhood", o FM escreveu um novo capítulo do AOR
Anguish Project mergulha no abismo do inconsciente com o técnico e visceral "Mischance Control"
Motorjesus pisa fundo no acelerador, engata a quinta e atropela tudo em "Streets Of Fire"
Metallica: em 1998, livrando a cara com um disco de covers
Whitesnake: Em 1989, o sobrenatural álbum com Steve Vai


