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Black Sabbath: Em 1975, um dos marcos da história do hard/heavy

Resenha - Black Sabbath - Sabotage

Por Paulo Finatto Jr.
Em 14/07/03

Em 1975, quando as coisas começaram a ficar meio complicadas para Ozzy Osbourne no Black Sabbath, seja pela sua personalidade forte dentro da banda focalizando todo o sucesso do Sabbath nas suas costas, ou melhor, na sua voz – motivo de problemas (ciúmes) internos – seja pela sua vida lado a lado às drogas e álcool, a sua saída da banda já estava certa para breve. Além de Ozzy, Tony Iommi (guitarra), Geezer Butler (baixo) e Bill Ward (bateria), os membros originais do Sabbath continuavam na banda, mas por tantos problemas seus direcionamentos musicais estavam bem diferentes se compararmos "Sabotage" com "Black Sabbath", o primeiro LP.

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Com um som mais pesado e sombrio, "Sabotage" pode ser considerado como um dos marcos da história do hard/heavy metal, onde pela primeira vez os riffs de guitarras estavam ainda mais distorcidos e pesados, acompanhados de melodias vocais igualmente agressivas. Apesar de não ser um grande fã do estilo de cantar de Ozzy Osbourne, acredito que em "Sabotage" ele tenha alcançado a sua melhor perfomance no Sabbath, ajudado pelas músicas pesadas que já foram citadas anteriormente.

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Com a hard/heavy "Hole in Sky" o LP (versão em CD lançada posteriormente, claro) abre; mesmo tendo uma participação de Ozzy na voz, pode incomodar alguns ouvintes que não estejam habituados ao seu estilo de "gritar". Após a curta introdução em violão ("Don’t Start"), "Sabotage" passa para a música que na minha opinião é a melhor do álbum, "Symptom of the Universe", simplesmente perfeita! Uma faixa muitíssima bem composta, que na sua parte lenta poderá levar o ouvinte aos discos do Led Zeppelin (pela similaridade das melodias). "Megalomania" começa com uma parte mais cadenciada e até certo ponto psicodélica, mas na hora que começa a ser um "rockzão" fica muito boa. Para fechar o disco, "The Wirt" é uma música um pouco diferente das citadas anteriormente, por provavelmente ser a composição mais parecida com os trabalhos anteriores do Black Sabbath.

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Você encontra este CD facilmente nas lojas em versão remasterizada. Pouca coisa muda no som. O encarte foi refeito (novas fotos e um pequeno relato de Hugh Gilmour sobre tudo que cercou os quatros ingleses na época do lançamento deste LP). E o melhor, os preços desta série de ‘remasters’ do Sabbath costuma ser mais em conta do que os CD’s normais. Corra atrás do seu, já que a responsável por esta série é a falida Abril Music).

Line-up:
Ozzy Osbourne (vocal);
Tony Iommi (guitarra);
Geezer Butler (baixo);
Bill Ward (bateria).

Track-list:
01. Hole in the Sky
02. Don’t Star (Too Late)
03. Symptom of the Universe
04. Megalomania
05. Thrill of It All
06. Supertzar
07. Am I Going Insane (Radio)
08. The Writ

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Sobre Paulo Finatto Jr.

Reside em Porto Alegre (RS). Nascido em 1985. Depois de três anos cursando Engenharia Química, seguiu a sua verdadeira vocação, e atualmente é aluno do curso de Jornalismo. Colorado de coração, curte heavy metal desde seus onze anos e colabora com o Whiplash! desde 2000, quando tinha apenas quinze anos. Fanático por bandas como Iron Maiden, Helloween e Nightwish, hoje tem uma visão mais eclética do mundo do rock. Foi o responsável pelo extinto site de metal brasileiro, o Brazil Metal Law, e já colaborou algumas vezes com a revista Rock Brigade.

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