Marty Friedman: Mesmo tendo aula de guitarra, ja sabia que sempre soaria único

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Por Carol Manzatti, Fonte: UltimateGuitar.com, Tradução
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Marty Friedman, durante uma entrevista com a Guitar Word, foi perguntado se aprendeu a tocar guitarra tendo aulas ou se era autodidata. Ele respondeu: "Ambos. Eu tive um professor muito bom chamado Tim Brooks por um tempo mas o que ele estava me ensinando já estava na minha cabeça, mas na direção errada. Era um monte de coisa meio hippie, que não me interessava."

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Ele segue: "Eu queria tocar "guitarra agressiva", fazer coisas pesadas, não ficar tocando coisa do Grateful Dead. Felizmente, o punk rock foi fácil de aprender e me deu uma base sólida sobre melodias simples e aquela sensação de 'conquista', de satisfação de conseguir fazer algo de forma rápida. Alguns caras passavam um ano para aprender só uma música 'difícil' e no mesmo período de um ano, eu já tinha aprendido uns 150 'hinos' do Punk, tipo Sonic Reducer do Dead Boys ou Teenage Lobotomy do Ramones.

"Eu não era mais esperto ou mais talentoso do que os outros, mas eu era inteligente e o grau de dificuldade para aprender era muito baixo pra mim desde o começo. O que você deve tentar desde o começo, é tornar o jeito de aprender divertido e facilitar as coisas. Eu agradeço por ter podido começar assim. Mesmo ainda sendo muito jovem, eu já sabia que bem ou mal, eu sempre soaria como eu mesmo. Não importaria o quanto eu evoluísse ao longo do tempo, eu sempre vou soar como eu mesmo. Sou grato por isso também. Por isso que eu mesmo não 'concordo' com muitas coisas dos meus trabalhos anteriores. Tem muita coisa boa sim mas, conforme eu evoluo minha música, mais percebo que chego cada vez mais perto do meu verdadeiro potencial e muitas coisas de antes, eu não faria agora. Eu coloco muito mais atenção em todas as coisas, como definitivamente da pra ouvir em Inferno e Wall of Sound, que são os trabalhos mais recentes. Ainda soa como o mesmo cara de antes mas de uma forma mais profunda e abrangente."




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Sobre Carol Manzatti

Ex-baterista, cozinheira, apaixonada por rock'n'roll. Viveria da música se possível, mas ainda não foi aceita no Iron Maiden, então seguirá só escrevendo sobre bandas. Fã do Darth Vader.

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