Black Sabbath: 10 ótimas músicas sem Ozzy ou Dio nos vocais

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Por Igor Miranda
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O Black Sabbath viveu momentos gloriosos com Ozzy Osbourne e Ronnie James Dio nos vocais. Mas o Sabbath não existiu somente com esses dois ótimos cantores.

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Outros vocalistas passaram e deixaram suas marcas pelo Black Sabbath, assim como outros instrumentistas também gravaram boas músicas com a banda de Tony Iommi. Compilei, abaixo, dez músicas que admiro dos períodos sem Ozzy e Dio, que vão de 1983 a 1990 e de 1993 a 1995.

Atenção: para não gerar (tanta) polêmica, o ranking está em ordem cronológica de lançamento. E lembre-se antes de comentar: são apenas dez músicas. Várias boas canções ficaram de fora.

"Trashed" ("Born Again", 1983)

"Trashed" é o momento mais límpido de um disco sujo. Não à toa, foi escolhida como single. Tem momentos grudentos. O instrumental é tocado de forma exímia e tem quedas rítmicas pra lá de bem inseridas. Bill Ward brilha por aqui.

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"Disturbing the Priest" ("Born Again", 1983)

"Born Again" demorou para ser devidamente reconhecido como um bom álbum do Black Sabbath. "Disturbing The Priest" une o melhor e o "menos melhor" deste disco: o som caótico, intenso e pesado do Sabbath poderia ter ficado melhor com uma produção bem feita. Ian Gillan é possuído pelo coisa-ruim na interpretação desta música - o que, neste caso, é um elogio.

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"In For The Kill" ("Seventh Star", 1986)

A faixa que abre o álbum que era para ser um momento solo de Tony Iommi não tem muito de Black Sabbath, mas não deixa de ser pesada. Glenn Hughes se impõe bem na canção e Eric Singer mostra suas credenciais para o mundo.

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"Heart Like A Wheel" ("Seventh Star", 1986)

As raízes blues do Black Sabbath apareceram em diversos discos, especialmente os registrados na década de 1970. Todavia, uma das canções que melhor utilizam essa influência é "Heart Like A Wheel". Destacam-se às interpretações de Glenn Hughes e, é claro, de Tony Iommi, que desfila bons solos por aqui.

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"The Shining" - com Ray Gillen nos vocais ("The Eternal Idol", 1987)

Com todo o respeito a Tony Martin, mas gostaria de ver Ray Gillen cantando em mais discos do Black Sabbath. A versão dele para "The Shining" mostra como Gillen era um cantor diferenciado - tinha potência, identidade e muito controle de suas cordas vocais.

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"Headless Cross" ("Headless Cross", 1989)

Uma das rendições mais oitentistas do Black Sabbath, a faixa que dá nome ao segundo álbum com Tony Martin destaca a influência de Geoff Nicholls na banda ao longo deste período. Os teclados do músico guiam praticamente toda esta boa canção.

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"When Death Calls" ("Headless Cross", 1989)

O início desta música, guiado apenas por teclado e voz, é o suficiente para deixar qualquer fã arrepiado. Entretanto, toda a música é inspirada. Tony Martin canta como nunca nesta canção, cujo solo de guitarra foi gravado por Brian May, do Queen.

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"Anno Mundi" ("TYR", 1990)

Nos momentos iniciais de minha primeira audição, eu poderia jurar que era uma demo perdida dos tempos de Dio. Todavia, a identidade de Tony Martin enquanto cantor cresce ao longo da música. Adquire contornos épicos quando o ritmo cai lá para o meio.

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"The Hand That Rocks The Cradle" ("Cross Purposes", 1994)

Em "Cross Purposes", o Black Sabbath com Tony Martin dava sinais de que ganharia uma identidade. O carro-chefe do álbum, "The Hand That Rocks The Cradle", resume o disco: um híbrido entre passagens melódicas da fase Dio aliado ao instrumental grosseiro dos tempos de Ozzy.

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"Rusty Angels" ("Forbidden", 1995)

O disco maldito do Black Sabbath tem seus bons momentos. "Rusty Angels", um heavy metal de cara oitentista (consequentemente, lançado na época errada), é um deles.

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Post de 16 de dezembro de 2016

Sobre Igor Miranda

Jornalista formado pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e apaixonado por rock há mais de uma década. Começou a escrever sobre música em 2007, com o surgimento do saudoso blog Combe do Iommi. Atualmente, é redator-chefe da área editorial do site Cifras e mantém um site próprio (www.IgorMiranda.com.br). Também co-fundou o site Van do Halen, para o qual trabalhou até 2013 – apesar de ainda manter por lá uma coluna semanal, chamada Cabeçote.

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