Dokken

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Por Mick Balboa, Fonte: Wikipedia
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Dokken é uma banda estadunidense de heavy metal e hard rock formada em 1978. Ao longo de sua carreira, o grupo emplacou várias músicas nas paradas de sucesso e tiveram mais de 10 milhões de cópias de seus álbuns vendidas mundialmente.

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A história do Dokken está ligada de forma indissociável à de seu vocalista Donald Maynard Dokken, ou Don Dokken. Em 1981, ele viu viajou para a Alemanha. Durante seu tempo nesse país, tornou-se amigo dos membros da banda alemã Scorpions. Tanto que enquanto estes gravavam o álbum Blackout, Don gravou os vocais das faixas guias do álbum enquanto o vocalista do grupo, Klaus Meine, estava com uma doença nas cordas vocais. Muitos desses vocais foram usados como backing vocals na maioria das faixas de Blackout.

Enquanto Don ajudava o Scorpions, outra banda alemã, o Accept, estava gravando no estúdio ao lado, e o manager dele arranjou para Dokken um contrato com a Carrere Records.

Capa do álbum Breaking the Chains
Capa do álbum Breaking the Chains

Juntamente com o guitarrista George Lynch e o baterista Mick Brown (ambos vindos da banda Xciter), e o produtor Michael Wagener, Don entrou em estúdio para gravar seu álbum de estreia. Peter Baltes, do Accept, tocou baixo na gravação do álbum, no entanto, os créditos foram dados para Juan Croucier, que depois assumiria efetivamente a vaga de baixista da banda. Breaking the Chains foi primeiramente lançado na Alemanha pela Carrere, e chegaram a ser feitas edições contando com o logotipo de Don Dokken.

No final do ano de 1983, enquanto o empresário Cliff Bernstein garantia o lançamento do debute do Dokken (com algumas mudanças em relação ao original alemão) nos EUA, a banda fazia uma turnê pelas arenas norte-americanas abrindo shows do Blue Öyster Cult. No entanto, após o fim da excursão, os membros da banda se viram em precária condição financeira e quase foram dispensados pela gravadora devido ao péssimo desempenho comercial de Breaking the Chains, que alcançou uma modesta 136ª posição na parada norte-americana, apesar de conter ótimas músicas, como a faixa-título “Breaking the Chains” (que foi eleita a 62ª melhor canção de Hard Rock de todos os tempos em uma eleição realizada pelo canal de TV VH1 décadas depois).

Ainda em 1983, Juan Croucier deixou o grupo para se juntar ao Ratt, sendo substituído por Jeff Pilson. Com esta formação, a banda gravou seu segundo álbum de estúdio, Tooth and Nail, lançado no dia 13 de setembro de 1984.

A capa de Tooth and Nail
A capa de Tooth and Nail

Esse álbum mostra uma banda mais coesa e madura, e sua sonoridade dá mais destaque à habilidade do guitarrista George Lynch e aos vocais melódicos e poderosos de Don Dokken. O álbum atingiu a 49ª posição na lista da Billboard e emplacou três singles nas paradas: “Into The Fire” (21ª posição), “Just Got Lucky” (27ª lugar) e a belíssima balada “Alone Again” (em 20ª), que tiveram intensa divulgação na MTV norte-americana. Atualmente, estima-se que Tooth and Nail tenha vendido mais de um milhão de cópias nos Estados Unidos e outro milhão no resto do mundo.

Após abrir alguns shows do Judas Priest e do Y&T, em outubro de 1984 o Dokken embarcou em uma extensa turnê pela América do Norte abrindo para o Dio. Após o fim da excursão, em janeiro de 1985, permaneceram se apresentando pelos três meses seguintes, abrindo datas esporádicas para diversas bandas, como Krokus, Kiss, Triumph e Sammy Hagar, antes de voltarem ao estúdio para gravar o próximo álbum.

Capa de Under Lock and Key
Capa de Under Lock and Key

Em 9 de novembro de 1985 saiu Under Lock and Key, que também se tornou um sucesso, chegando ao 32° lugar nos EUA (onde ganhou Disco de Platina) e 52° no Reino Unido. Os singles “In My Dreams” e “The Hunter” alcançaram, respectivamente, as posições 24ª e 25ª da parada de singles de rock da Billboard.

Entre novembro e dezembro de 1985, o Dokken fez sua primeira excursão pelo Japão. Durante janeiro e fevereiro de 1986, percorreram os EUA ao lado do Twisted Sister, que também estava no auge, contribuindo para o sucesso da turnê. Em abril, voltaram à Europa, fazendo shows pelo Reino Unido, Alemanha, França e Bélgica, juntamente com o Accept. Voltando para os EUA, fizeram outra série de apresentações entre maio e setembro.

Em dezembro de 1986, a banda voltou rapidamente aos estúdios para gravar “Dream Warriors”, a música tema do filme A Nightmare on Elm Street 3: Dream Warriors (no Brasil: A Hora do Pesadelo - Os Guerreiros dos Sonhos). A canção foi lançada em formato compacto, tendo como lado B uma faixa até então inédita, “Back for the Attack”, além de “Paris Burning”. O single atraiu grande atenção para o grupo, principalmente no RU.

O Dokken e o Freddie Kruger
O Dokken e o Freddie Kruger

O tão aguardado quarto álbum do Dokken, entitulado Back for the Attack, foi finalmente lançado em 27 de novembro de 1987. Contendo 13 faixas, alcançou o 13° lugar nos EUA (outro disco de platina), 19° na Suécia e 25° na Suíça. Mais uma vez, os singles impulsionaram as vendas do álbum, dessa vez foram "Burning Like a Flame" (#20 na Billboard), "Prisoner" (#37) e "Dream Warriors" (#22).


Na turnê de divulgação de Back for the Attack, o Dokken abriu uma série de shows do Aerosmith pela América do Norte e outra do AC/DC pela Europa, antes de fazer uma excursão pelo Japão, onde seria gravado o seu primeiro álbum ao vivo, Beast from the East. A banda ainda fez parte do line up da perna norte-americana do festival itinerante “Monsters of Rock”, se apresentando em grandes estádios ao lado de Scorpions, Metallica, Van Halen e Kingdom Come.

Beast from the East foi lançado em novembro de 1988, ficando em 27° lugar no Japão e 33° nos EUA (posteriormente ganharia um disco de ouro lá). Além de músicas presentes nos quatro álbuns anteriores da banda, uma faixa inédita, “Walk Away”, também compõe o material. Em 1990, o Dokken foi indicado ao Grammy de “Melhor Performance de Metal” pelo álbum.

No entanto, pouco após o lançamento de Beast, a banda anuncia o fim de suas atividades, motivado principalmente pelas constantes brigas envolvendo George Lynch e Don Dokken.

Durante o período em que a banda esteve inativa, Lynch e Brown formaram o Lynch Mob e gravaram dois álbuns: Wicked Sensation (lançado em 1990) e Lynch Mob (de 1992).

Don Dokken gravou o álbum Up from the Ashes, de 1990, bem no estilo de sua banda anterior, que alcançou o 50° lugar nos EUA, além de uma 27ª posição na Suécia e uma 38ª na Suíça. Vários músicos conhecidos participaram dessa gravação, como os guitarristas John Norum (do Europe) e Billy White (ex-Watchtower), o baixista Peter Baltes (do Accept), o baterista Mikkey Dee (do Motorhead e ex-King Diamond) e o vocalista Glenn Hughes (ex-Deep Purple e Black Sabbath), que co-escreveu e fez backing vocals para a canção "When Love Finds a Fool".

Enquanto Don lançou um álbum solo bem sucedido, Lynch formou outra banda, lançando dois álbuns aclamados pela crítica, emplacando quatro singles na parada de rock da Billboard
Enquanto Don lançou um álbum solo bem sucedido, Lynch formou outra banda, lançando dois álbuns aclamados pela crítica, emplacando quatro singles na parada de rock da Billboard

O baxista Jeff Pilson tocou na gravação dos álbuns M.S.G., do McAuley Schenker Group, e Strange Highways, do Dio, além de participar da banda War and Peace.

Lynch também lançou sua carreira solo. Em seu primeiro trabalho, Sacred Groove, ele trabalhou com Don Dokken na composição da música “We Don't Own This World”. Don também deveria gravar os vocais da faixa, mas um incidente o impossibilitou de fazê-lo, cabendo a tarefa aos irmãos Nelson, Matthew e Gunnar.

Em 1993, Don começou a trabalhar em outro álbum solo, entitulado Dysfunctional, que seria inteiramente gravado e produzido em seu estúdio. A gravadora sugeriu que George Lynch fosse chamado para tocar no álbum para que este fosse comercializado com o nome do Dokken, aumentando seu potencial comercial.

Dysfunctional marcou o retorno do Dokken
Dysfunctional marcou o retorno do Dokken

Em 1994, foi anunciada a retomada das atividades do Dokken. Brown, Pilson e Lynch regravaram a o álbum Dysfunctional, que foi lançado em 23 de maio de 1995 pela poderosa Columbia Records e alcançou o 47° lugar nos EUA, vendendo cerca de 400.000 cópias vendidas mundialmente. O single “Too High to Fly” chegou à 29ª posição na parada de singles de rock da Billboard.

Todavia, no decorrer da turnê de divulgação de Dysfunctional, as velhas tensões entre George e Don ressurgiram. Durante uma das 120 apresentações das quais a banda havia se comprometido a fazer em estações de rádio, Lynch inesperadamente abandonou o estúdio e se recusou a voltar. A emissora foi obrigada a transmitir o ensaio gravado mais cedo e, quatro dias depois, a Columbia dispensou o Dokken, provavelmente devido à série de incidentes provocados pelo comportamento antiético de Lynch.

One Live Night, um álbum acústico gravado ao vivo, foi lançado em 1996 pela gravadora CMC. Para as gravações do álbum seguinte da banda, George Lynch assumiu completamente o controle criativo da banda durante, apesar do desagrado de Don Dokken.

Capa de One Live Night
Capa de One Live Night

Shadowlife saiu em abril de 1997. O álbum marcou uma drástica mudança na sonoridade do Dokken, se aproximando mais do rock alternativo do que do hard n’ heavy tradicional, sem conseguir agradar os críticos e os antigos fãs nem alcançar uma maior visibilidade em um período de crise do rock n’ roll no mercado musical mundial, não passando da 146ª posição nos EUA e sendo apontado pela mídia musical como o mais fraco da banda.

Capa de Shadowlife, o último álbum do Dokken com George Lynch
Capa de Shadowlife, o último álbum do Dokken com George Lynch

No fim do ano, Lynch abandonou o grupo. Foi substituído por John Norum, que havia tocado previamente no álbum solo de Don, completando a formação que se apresentou pela América do Norte em turnê ao lado do Warrant, Slaughter e Alice Cooper, atraindo um bom público aos shows. Lynch tentou retornar pouco tempo depois, mas foi avisado que seus ex-colegas não o queriam no grupo. Após uma digressão pela Europa (se apresentando inclusive de uma edição do prestigiado festival de Wacken), Norum teve que sair da banda, visto que havia se comprometido com uma gravadora a lançar um álbum solo. O ex-Winger Reb Beach foi contratado para ocupar o posto.

Em 1999, foi lançado Erase the Slate, marcando o retorno do Dokken à sua sonoridade clássica. No entanto, o álbum não conseguiu atrair de volta as atenções da crítica e do público, ficando de fora das listas da Billboard. Nesse ano também foi lançada a primeira compilação da banda, The Very Best of Dokken, contendo 16 faixas.

Erase the Slate foi o único álbum do Dokken com Reb Beach
Erase the Slate foi o único álbum do Dokken com Reb Beach

Entre agosto e dezembro de 1999, o Dokken fez uma série de shows pela América do Norte para divulgar Erase the Slate, passando por pequenos clubes e teatros e contando com o Great White como banda de abertura. De um desses shows, na cidade de Anaheim, na Califórnia, saiu o material gravado para o álbum ao vivo Live from the Sun.

No ano de 2000, Reb Beach, que estava trabalhando em outros projetos, não podendo se comprometer com o Dokken a longo prazo, foi substituído por John Norum. Uma nova turnê foi realizada, dessa vez passando apenas por grandes anfiteatros, acompanhados por Poison (a atração principal), Slaughter e Cinderella. Em 2001, foi a vez do baixista Jeff Pilson deixar o grupo, em busca de maiores desafios profissionais. Barry Sparks foi chamado para ficar em seu lugar.

Em 2002, foi lançado Long Way Home, que recebeu pesadas críticas por apresentar uma sonoridade mais leve, distante da energia e do peso do material antigo. Durante uma excursão pela Europa durante a primavera de 2002, Norum machucou a mão e foi substituído por Alex De Rosso, que havia tocado no Dark Lord. Nesse mesmo ano, a banda embarcou na turnê “Metal Edge Rock Fest”, ao lado do Ratt e do FireHouse, assim como outros artistas do mesmo estilo. Em 2003, fizeram uma extensa turnê pelos EUA abrindo para Scorpions e Whitesnake. Depois dessa turnê, De Rosso, que é italiano, perdeu seu visto de permanência nos EUA e teve que retornar para seu país natal. Seu substituto foi Jon Levin, que era membro da banda da Doro e já havia participado de um show do Dokken em 1998.


O álbum Hell to Pay foi lançado em 2004. Considerado pela crítica como uma tentativa de modernizar a sonoridade clássica da banda, fracassando na tentativa de agradar os velhos fãs da banda, sem que nenhuma de suas faixas conseguisse emplacar nas rádios. Entre 2004 e 2006, o Dokken faria extensas excursões, passando por dezenas de países e se apresentando ao lado de grandes nomes, como Dio, Skid Row e Deep Purple.

Em 2007, o Dokken lançou From Conception: Live 1981, contando com gravações ao vivo da banda em seus primórdios que Don encontrou por acaso em uma fita k7. Nesse ano, o grupo fez poucos shows nos EUA, tocando no festival Rocklahoma e abrindo algumas datas da turnê conjunta do Ratt com o Poison. Em setembro e outubro desse ano, fizeram outra excursão pela Europa.

No dia 13 de maio de 2008, saiu Lightning Strikes Again, o décimo álbum de estúdio do Dokken, marcando um retorno na sonoridade clássica do grupo, com destaque para a técnica instrumental do guitarrista Jon Levin, e atingindo a 133ª posição nos EUA.

Para a turnê de verão de 2008, quando o Dokken se apresentou ao lado do Poison e do Sebastian Bach, Sparks e Brown não puderam se apresentar, visto que já haviam assumido outros compromissos para esse período antes da confirmação das apresentações. Chris McCarvill (do House of Lords) e Jeff Martin (ex-Racer X e Badlands) tocaram baixo e bateria, respectivamente. No meio da digressão, Marin foi demitido por Don e B.J. Zampa ficou em seu lugar.

Em 2009, o grupo fez outra série de apresentações pelo mundo, inclusive participando do Loud Park Festival no Japão e abrindo algumas datas para o Scorpions e o Whitesnake na Europa. Esses foram os primeiros shows do baixista Sean McNabb (ex-Quiet Riot e Great White), como membro efetivo da banda. Em 29 de novembro de 2009, George Lynch e Jeff Pilson subiram ao palco durante o concerto do Dokken em Anaheim, Califórnia, e tocaram duas músicas juntos, algo que não acontecia a 12 anos.

Jon Levin se apresentando com o Dokken em Las Vegas, 2010
Jon Levin se apresentando com o Dokken em Las Vegas, 2010

No começo de 2010, George Lynch anunciou o retorno da formação clássica do Dokken, mas se retratou pouco depois. No dia 1° de março saiu o Greatest Hits do grupo, uma coleção de canções regravadas dos álbuns da década de 80, além de duas faixas inéditas. Após abrir alguns shows da turnê norte-americana do Scorpions, o Dokken saiu de férias, e Don iniciou uma série de apresentações com sua banda solo ao lado do Lynch Mob durante o verão e o outono na América do Norte.


Em 8 de dezembro de 2010, Lynch divulgou uma nota através do seu site declarando que não haveria nenhuma reunião dos membros antigos do Dokken por culpa de Don, que ignorava as vontades que ele e Jeff tinham de retornarem à banda. George também aproveitou para se desculpar aos velhos fãs que torciam pela volta do grupo.

O Dokken lançou seu 11° álbum de estúdio, intitulado Broken Bones, em setembro de 2012, que vendeu 2.600 cópias nos EUA em semana de lançamento, ficando com a 173ª posição na parada da Billboard. Don anunciou que esse seria o último da banda, visto que ele planejava seguir novos rumos profissionais. Para 2013, é esperado que a banda faça uma turnê para promover Broken Bones e se despedir definitivamente dos palcos, o que não foi possível de se realizar ainda em 2012 devido a uma compressão nos nervos do braço e do pescoço de Jon Levin, que teve que se submeter a uma cirurgia de emergência e ficou impedido de tocar guitarra por um tempo.

Dokken: Barry Sparks, Mick “Wild” Brown, Don e Jon Levin (da esq. Para a dir.)
Dokken: Barry Sparks, Mick “Wild” Brown, Don e Jon Levin (da esq. Para a dir.)

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