Sigur Rós
Por Srta. Machiavelli
Postado em 06 de abril de 2006
Em 1994, na cidade de Reykjavík, Islândia, três amigos juntam suas economias e gravam uma demo num estúdio deplorável. Depois entregam a fita a uma gravadora (Smekkleysa Records, só pra constar) que lança as músicas da demo numa compilação de novos talentos. Poderia ser a história de qualquer banda. É a história do Sigur Rós.
Os três amigos (Jón, Georg e Agúst) aceitaram a inclusão de suas músicas na tal compilação como um incentivo, e imediatamente começaram a trabalhar num álbum de estréia, "Von", que só viria a ser lançado três anos depois. "Von" fez sucesso (na Islândia) e ganhou uma reedição de remixes. Logo depois o Sigur Rós ganhou um novo membro, Kjartan, que ajudou a banda a melhorar suas composições, e marcou o início de um novo tempo para o Sigur Rós. Foi quando eles começaram a trabalhar em cima do elogiadíssimo "Ágætis Byrjun", lançado no final de 1999 na Islândia e entre a segunda metade de 2000 e final de 2001 no resto do mundo.
Pouco antes de terminarem os trabalhos em "Ágætis byrjun", Agúst, o bateirista, deixou o Sigur Rós. A banda aceitou muito mal a saída do companheiro, e chegou a discutir um possível fim para o Sigur Rós. Foi então que apareceu Orri, um novo bateirista, que se deu muito bem com os outros integrantes.
"Ágætis Byrjun" frequentou listas de "melhores do ano" em muitas das mais importantes publicações sobre música do mundo. Com o sucesso de "Ágætis Byrjun", e tendo músicas tocando nas rádios no mundo todo, o Sigur Rós decide deixar a Islândia. Isso acontece oficialmente quando migram para o selo londrino "Fat Cat", com o qual estã até hoje.
O Sigur Rós produz uma música hipnótica, com composições geralmente ultrapassando os 6 minutos de duração. As letras são escritas em "Hopelandish", um idioma que é meio inglês, meio islandês e meio tirado da imaginação do vocalista Jón.
Rogerio Antonio dos Anjos | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
Jón utiliza quase sempre um arco de violoncelo para tocar guitarra. Georg faz o mesmo com seu baixo. Kjartan toma conta do teclado estabelecendo uma cortina de fundo essencial ao evoluir da música. Um quarteto de cordas acrescentam suas vozes e transforman o que era belo em angelical. Os agudos do vocalista Jón soam vez ou outra como erupções de emoções incontroláveis, anteriormente sufocadas pela tranquilidade da melodia. A bateria de Orri soa leve, ao fundo, só um chamado à realidade mais forte que o clima produzido pelo conjunto esconde.
Em suas apresentações ao vivo, o Sigur Rós é capaz de transportar o espectador mais atento a um outro nível de realidade. Suas músicas exigem muito do ouvinte, mas quem se entrega não se arrepende.
As palavras da banda em um trecho da auto-biografia do Sigur Rós cedida para o site da MTV americana: "We are not a band, we are music. We do not intend to become superstars or millionaires, we are simply gonna change music forever, and the way people think about music. And don't think we can't do it, we will." - "Nós não somos uma banda, nós somos música. Nós não temos a intenção de sermos superstars ou milionários, nós simplesmente vamos mudar a música para sempre, e o que as pessoas entendem por música. E não pensem que não somos capazes de fazer isso, nós vamos fazer isso."
O Sigur Rós esteve no Brasil para o Free Jazz Festival de 2001, onde se apresentou na mesma noite em que o Belle and Sebastian.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Rockstadt Extreme Fest anuncia 81 bandas para maratona de 5 dias de shows
A música que David Gilmour usou para fazer o Pink Floyd levantar voo novamente
O lendário guitarrista que Steve Vai considera "um mestre absoluto"
Apocalyptica confirma três shows no Brasil com turnê em homenagem ao Metallica
Slayer e Dimmu Borgir juntos no Brasil? Site mexicano afirma que sim.
A música pela qual Brian May gostaria que o Queen fosse lembrado
Copa do Mundo do Rock: uma banda de cada país classificado, dos EUA ao Uzbequistão
Qual país venceria uma hipotética Copa do Mundo do metal?
Sangramento nasal tira baterista de turnê do Savatage temporariamente
A melhor música que Bruce Dickinson escreveu para o Iron Maiden, segundo a Metal Hammer
A música do Genesis que a banda, constrangida, talvez preferisse apagar da história
O cantor que Robert Plant elogiou: "Sabem quem acho que tem a melhor voz que já ouvi?"
Woodstock Rock Store caminha para se tornar patrimônio cultural imaterial de São Paulo
Ele tem até bituca de cigarro; o fã de Iron Maiden tão fanático que apareceu no documentário
A respeitosa opinião de Ace Frehley sobre Jimmy Page, guitarrista do Led Zeppelin
Geezer Butler elege o melhor e o pior álbum gravado pelo Black Sabbath
A balada marcante do Angra que Edu Falaschi compôs originalmente para o Almah
Spin: os 40 melhores nomes de bandas de todos os tempos
Max Cavalera e os detalhes de sua saída do Sepultura, incluindo como e quando aconteceu
Primórdios: O Rock Brasileiro da década de 50
