Epica
Postado em 06 de abril de 2006
Após um breve período de conflitos com um dos integrantes da banda, Mark Jansen deixa oficialmente a banda holandesa After Forever em 2 de abril de 2002. O próprio Mark sentiu que precisava recomeçar o quanto antes possível. Com poucas semanas ele fundou sua nova banda, nomeada Sahara Dust, que foi finalmente completa em novembro de 2002. As primeiras pessoas que se juntaram a Mark em sua nova banda foram Ad Sluijter na guitarra, que era amigo de Mark e ex guitarrista do Cassiopéia, e já havia trabalhado com o After Forever em alguns shows, e Coen Janssen, que também já havia trabalhado com o After Forever. Logo o baixista Yves Huts juntou-se a eles.
Em sua primeira fase, a banda trabalhava com a vocalista norueguesa Helena Michaelsen do Trail of Tears. Após um tempo de procura por uma vocalista que se encaixasse melhor na banda e um baterista, o Sahara Dust completou-se com a talentosa e jovem (na época se encontrava com 17 anos de idade) Simone Simons e Jeroen Simons (obs: não há nenhuma ligação familiar entre eles). A formação foi então estabelecida com Coen Janssen (teclados), Ad Sluijter (guitarra), Jeroen Simons (bateria)- ambos vindos do Cassiopéia- e Yves Huts (baixo) vindo do Axamenta.
Todos os membros começaram a trabalhar arduamente no repertorio para sua primeira demo. Em 23/24 de novembro de 2002 a banda gravou duas músicas, "Illusive Consensus" e "Cry for the Moon". Entitulada "Cry for the Moon", em janeiro de 2003 a demo estava pronta para distribuição, porem não estava oficialmente a venda.
No final de 2003 as gravações do primeiro álbum do Sahara Dust haviam começado. Na época a banda optou por trabalhar na Alemanha, com a ajuda do produtor Sascha Paeth, responsável por bandas como Rhapsody, Luca Turili, Kamelot, Aina e Angra. Durante as gravações a cantora Simone Simons adoeceu, o que ocasionou um atraso para a banda. No entanto, o resultado final foi mais do que satisfatório.
Em março de 2003 a banda holandesa decidiu mudar de nome. Para os membros do Sahara Dust, mas principalmente para Mark, era hora de um novo começo, já que todo o seu esforço ainda não conseguia separar seu nome do After Forever. Assim tornou-se Epica, que era também o nome do ultimo cd da banda Kamelot, da qual todos os membros do Epica são fãs, foi lançada a sorte.
No começo de junho o primeiro álbum do Epica chegou as lojas. Comparando o trabalho de Mark no After Forever com o de sua atual banda, seu papel aqui torna-se muito maior do que era anteriormente. A diferença entre o material aparece desde a primeira faixa do cd, "Adyta" é uma pintura clássica cantada em latim. A banda contou com um coral clássico em seu trabalho. Enquanto corais adicionais foram incrementadas a obra por 8 cordas: 3 violinos, 2 violas, 2 violoncelos e um baixo duplo. O horizonte da obra é a mezzo-soprano Simone Simons, que exibe um estilo "cantora de opera clássica". Guitarras sólidas contracenam com corais perfeitos de instrumentos de corda, e o canto sublime de Simone Simons com os exctasiantes guturais de Mark Jansen. Algumas das composições do Epica contém elementos arábicos, já conhecidos por aqueles que acompanharam o trabalho de Mark no After Forever. Esse diferencial provém do enorme interesse de Mark em conhecer culturas diferentes à sua. Um dos maiores exemplos disso é a faixa "Seif al Din".
Em "The Phantom Agony", a banda se encontrava inspirada em partituras. Essa se tornou sua ambição, juntar emoções em letras e sons e passá-las ao publico. As letras do álbum - 2 escritas por Simone, 7 por Mark- lidavam na maioria com os assuntos preferidos de Mark, religião e política. Talvez a faixa mais importante para a banda fosse "Façade of Reality" que lida com os eventos do 11 de setembro de 2001, fala das diferenças ocorrentes após os ataques, nela é possível ouvir um fragmento do discurso de Tony Blair. Entretanto, há também duas letras pessoais de muita importância para seus autores: "Run for a Fall" escrita por Mark, trata sobre sua saída do After Forever; e "Illusive Consensus" por Simone, sobre manipulação através do amor.
O nome Epica que alem de ser um tributo à Kamelot, significa também um local do universo onde todas as respostas vitais são encontradas, é agora para Mark o símbolo de sua vitória que ficou clara para a banda em sua apresentação na Bélgica. Ao final do show a platéia gritava uniformemente o nome: "E-PI-CA' "E-PI-CA". Agora mais forte do que nunca Mark Jansen continua desenvolvendo todas as idéias que tinha no tempo do After Forever. Com muita alegria, agradece também a todos os músicos que o ajudaram muito, deixando suas próprias marcas nas músicas.
Fonte: http://www.epicabrazil.com
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