Nick Cave

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Por Fabricio Boppre e Saulo Gomes e Francisco Marés de Souza
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Biografia originalmente publicada no site Dying Days

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Nick Cave é um dos artistas mais singulares da atualidade. Sua voz e seu talento como compositor fazem com que suas canções arrebatem fãs dos mais variados estilos musicais. Suas letras possuem forte inspiração religiosa e são verdadeiras batalhas entre o desespero e a devoção, o amor e o ódio, a vida e a morte. Temáticas que remetem aos mais antigos blues, grande influência artística de Cave.

Nicholas Edward Cave nasceu na Austrália, na cidade de Warracknabeal, em 22/09/1957. Na adolescência, estudou no Caulfield Institute Technology, onde conheceu o multinstrumentista Mick Harvey. Juntos formaram The Boys Next Door, fortemente inspirados em outra banda australiana da época: The Saints. Logo depois se juntaram a eles Tracy Pew (baixo) e Philip Cavert (bateria). Em 1978 lançaram o single "These Boots Are Made For Walking", inspirado na canção homônima de Nancy Sinatra. No ano seguinte, mais um integrante se une à banda, o guitarrista Rowland S. Howard. A banda começa aos poucos a ficar conhecida pelos seus shows nos bares e casas noturnas da Austrália. Neste mesmo ano lançam o primeiro e único álbum "Door Door", que não faria justiça as perfomances ao vivo da banda. A banda ainda gravaria na Austrália um EP chamado "He-Haw", e em fevereiro de 1980.

Logo em seguida, os quatro decidem se mudar para Londres, mas não sem antes mudar o nome da banda para "The Birthday Party", lançando em seguida um novo disco com o mesmo nome. Interessante notar que algumas cópias saíram com o nome antigo da banda: "The Birthday Party by the Boys Next Door". Essas cópias se tornaram hoje em dia objeto de colecionador. Já estabelecidos em Londres, a banda inicialmente causa um certo estranhamento na cena roqueira local, dominada na época pelos devaneios do pós-punk. O som visceral, mais para a total cacofonia do que para qualquer outra coisa, e as apresentações caóticas da banda, pareciam fora de lugar e tempo. No início de 81 eles assinaram um contrato com o então desconhecido selo 4AD, que depois revelaria ao mundo bandas como o Pixies. Pelo selo, a banda lançou os discos "Prayers on Fire" em 1981 e "Junkyard" em 1982. Neste mesmo ano, fazem uma lendária turnê pela Alemanha tendo como show de abertura a banda industrial Einstüzende Neubauten, do guitarrista Blixa Bargeld, que se tornaria grande amigo de Cave e futuro colaborador do Birthday Party e guitarrista do Bad Seeds. Ainda em 82, mais uma vez a banda decide mudar de ares e vai morar em Berlim, em parte pela boa recepção da banda na cidade, mas também devido à perseguição da polícia londrina - o baixista Tracy Pew chegou a ser preso por dirigir alcoolizado - e, principalmente, pela maior tolerância das autoridades alemãs em relação a viciados em drogas. Lá gravam os Eps "The Bad Seed" e "Munity!", e resolvem se separar no final de 1983.

Cave volta para Austrália e desaparece por uns tempos. Em 1984, Harvey consegue convencer Cave a sair do seu auto-exílio para formar mais uma banda, chamada de The Bad Seeds (nome tirado de um filme homônimo, de 1956). Estão na banda também: o guitarrista Blixa Bargeld, Barry Adamson (multinstrumentista, ex-Magazine, que apareceu no disco "Junkyard" do Birthday Party), Anita Lane (poetisa) e Hugo Pace (guitarrista).

Nesse mesmo ano, Cave muda-se para Los Angeles, juntamente com Mick Harvey. Nick se envolve com a produção de um filme, “Ghosts... Of The Civil Dead”, para o qual escreveu o roteiro e a trilha sonora. O filme foi dirigido por Evan English e John Hillcoat, e foi lançado apenas em 1988. Lançam o disco "From Her to Eternity" ainda em 1984, um álbum difícil que ainda guarda grande influência musical do Birthday Party. A faixa-título é uma das músicas que mais se destaca, além do cover de Elvis Presley, "In The Ghetto". As intensas e dramáticas interpretações de Cave começam a ficar famosas mundo a fora. Tracy Pew, ex-Birthday Party, participa da turnê australiana tocando baixo. No final do ano, Cave resolve se estabelecer definitivamente em Berlim, para escrever seu primeiro livro "And The Ass Saw The Angel", que seria lançado apenas em 1989.

No ano seguinte, Nick reúne o Bad Seeds, já sem Anita Lane, para a gravação de um novo trabalho, "The First Born Is Dead", título vindo da fascinação de Nick Cave pelo “rei” Elvis Presley, principalmente em relação a um fato pouco conhecido de sua vida: Elvis tinha um irmão gêmeo, que morreu logo após o parto, e aí está o motivo do título (“O primeiro a nascer está morto”). O disco, fortemente inspirado no blues clássico, demonstra uma evolução sonora dos Bad Seeds, que deixa de ser uma mera continuação do Birthday Party para ser uma banda com características e idéias próprias, soando mais linear e “limpa” do que esta, mas sem deixar de lado sua faceta mais experimental. “Tupelo”, seu maior destaque, é inspirada em uma composição do bluesman John Lee Hooker, influência declarada de Cave, e narra o nascimento de Presley e seu irmão.

Em 1986, já com o baterista Thomas Wydler (ex-Die Hault), lançam o álbum de covers "Kicking Against the Pricks", primeiro dos Bad Seeds a ser lançado no Brasil. A seleção de covers é bastante eclética e se destacam, "I’m Gonna Kill That Woman" (John Lee Hooker), "All Tomorrow’s Parties" (Velvet Underground) e "Hey Joe" (Jimmi Hendrix), que seria a última gravação do baixista Tracy Pew, que morreria de overdose de heroína pouco depois do lançamento do álbum. No mesmo ano, lançam "Your Funeral My Trial" outro título que faz referência a um blues famoso, agora de Sonny Boy Willianson. Esse álbum é considerado por Cave sua obra-prima. Originalmente foi lançado como um álbum duplo com discos de 45 rpm, que totalizava a duração de um disco comum. Ainda em 1986, mais mudanças no line-up da banda: Barry Adamson sai para a entrada de Kid Congo Powers (ex-Cramps, já havia participado de algumas turnês do Bad Seeds) e Roland Wolf entra para tocar teclado.

No ano seguinte, a banda aparece em um filme do diretor alemão Wim Wenders, chamado "Der Himmel über Berlin" ("Wings of Desire" nos EUA, "Asas do Desejo" no Brasil), tocando as músicas "The Carny", do disco “Your Funeral My Trial”, e "From Her to Eternity".

O primeiro álbum com a nova formação sai em 1988, e é chamado de "Tender Prey". O disco é considerado, por muitos de seus fãs, o grande clássico dos Bad Seeds, onde uma ainda inédita suavidade melódica se alia perfeitamente ao blues cru e torto dos lançamentos anteriores. Sobram grandes canções: o hit “Deanna”, “Watching Alice”, “City of Refuge”, “Up Jumped The Devil”, além do grande clássico “The Mercy Seat”, com sua letra brilhante, narrando os últimos momentos de um condenado em primeira pessoa, como se o próprio estivesse ali, contando tudo ao seu lado.

Em “Tender Pray”, Cave demonstrou pela primeira vez sua fascinação pelo Brasil: o disco é dedicado ao ator Fernando Ramos da Silva (erroneamente grafado como “Ferdinand”), que faz o papel principal do filme Pixote, de Hector Babenco. Fernando havia sido morto pela polícia de São Paulo no ano anterior e o filme é um dos favoritos de Cave. Nesse mesmo ano é publicado um livro de Cave, chamado "King Ink" (cuja capa é esta ao lado), nome de uma faixa do The Birthday Party.

A bem sucedida turnê de “Tender Pray” veio ao Brasil, em 1989. O motivo foi, provavelmente, a fascinação de Cave pelo país: desde que havia assistido Pixote, o líder dos Bad Seeds desejava vir ao país. Durante sua estada no país, conheceu a brasileira Viviane Carneiro, por quem se apaixonou profundamente. Os dois se casaram, o que ocasionou mais uma mudança na vida de Nick Cave: depois de morar em Melbourne, Londres, Los Angeles e Berlim, o artista veio morar em São Paulo. Ainda nesse ano, participou de um tributo a Neil Young chamado "The Bridge", onde regravou a música "Helpless".

No ano seguinte, os Bad Seeds lançaram o disco "The Good Son", gravado nos estúdios Cardan, em São Paulo, e mixado em Berlin. O disco apresenta uma mudança radical no estilo de Nick Cave: ao invés da ira e da “escuridão” dos trabalhos anteriores do artista, nesse o que se sobressai são as belas melodias no piano, pontuadas por violinos, em canções melancólicas e, de certa forma, bem mais convencionais do que as de “Tender Pray”. Como de costume, grandes canções são mostradas no trabalho: “The Weeping Song”, “Lucy” e a faixa-título são ótimos exemplos. Apesar de ser um belíssimo disco, não foi bem recebido pelos fãs mais xiitas, que estranharam muito esse novo rumo que Cave tomava.

Em 1992, os Bad Seeds voltam a Europa, e sai o sétimo disco da banda, "Henry’s Dream", disco muito diferente de seu antecessor, graças a sua sonoridade mais pesada e rock, lembrando um pouco “Tender Prey”. O disco possui várias excelentes canções, como "Papa Won’t Leave You" e "Straight To You". Mais uma vez o line-up da banda sofre mudanças: o Bad Seeds agora era formado por Nick Cave, Blixa Bargel, Mick Harvey, Thomas Wydler, Martin P. Casey e Conway Savage. A turnê desse trabalho resultou em um disco ao vivo, lançado no ano seguinte com o nome de "Live Seeds". Esse disco foi lançado juntamente com uma edição especial que acompanhava um livreto de fotos tiradas por Peter Milne da turnê de 92/93, em comemoração aos 10 anos da banda.

Em 1993, a banda contribui para a trilha sonora do novo filme de Wim Wenders, "Faraway, So Close" ("Tão Longe, Tão Perto" no Brasil), continuação de "Wings of Desire". As faixas são “Faraway, So Close!” e “Cassiel’s Song”.

Em 1994, sai “Let Love In”, sétimo disco de estúdio dos Bad Seeds. Esse é um dos grandes momentos da carreira deles, utilizando uma linguagem mais pop e, finalmente, deixando de ser um privilégio exclusivo de europeus e australianos (e brasileiros, de certa maneira). Nick Cave acabava de se divorciar de Viviane, e esse descontentamento com o amor e com a pessoa amada é uma das principais facetas do álbum, claramente visível em faixas como “Ain’t Gonna Rain Anymore” e “I Let Love In”. Mas a faixa mais conhecida do álbum é a satânica “Red Right Hand”, onde Cave descreve com todos os detalhes possíveis ninguém menos do que o Coisa-Ruim, chegando a dar até calafrios em quem ouve a música. Outras faixas de destaque são a obsessiva “Do You Love Me (Part 1)”, a pesada “Loverman” (que, recentemente, foi gravada pelo Metallica) e a deliciosa balada kitsch “Nobody’s Baby Now”, descendente direta de “The Good Son”.

Em 1995, Nick Cave grava uma música para a trilha sonora do filme "Batman Forever" (a música chama-se "There Is A Light"), e participa do Festival Lolapalloza, fazendo uma longa turnê pelos EUA, consolidando a popularidade de “Let Love In” no rico mercado americano.

No ano seguinte Cave volta a Londres para gravar e lançar o disco "Murder Ballads". É um álbum conceitual sobre morte e assassinato, que tem como destaques as músicas "Where The Wild Roses Grow" e "Henry Lee". As cantoras Kyle Minogue e PJ Harvey participam respectivamente destas duas canções, e o álbum acaba fazendo um grande sucesso, também junto ao público que não conhecia Nick Cave e o Bad Seeds antes.

Os dois duetos são os maiores sucessos de Nick Cave tanto na Europa quanto na Austrália. Nesse disco, dois novos integrantes aparecem na banda: Warren Ellis (ex-The Dirty Tree, violinista) e Jim Sclavunos (ex-No Wave, percussão).

Nesse mesmo ano, uma faixa de "Let Love In", "Red Right Hand" é incluída no CD da trilha sonora do seriado americano "The X Files". Detalhe: essa música foi a única do CD realmente utilizada no programa. Ela acaba se tornando uma das músicas mais conhecidas de Nick, principalmente nos Estados Unidos, tanto que foi incluída na trilha sonora de vários filmes americanos, incluindo Pânico 1 e 2, Debi Loide, O Mentiroso, entre outros.

Ainda em 1996, o Bad Seeds participa da trilha sonora de mais um filme, "To Have and To Hold" de John Hillcoat. É lançado um novo livro de Cave, chamado de "King Ink II", outra coleção de letras e poesias. Para terminar o ano, Cave é indicado ao prêmio de "Melhor Artista Masculino" da MTV, mas não aparece a premiação, pois não considera este um verdadeiro prêmio artístico.

O sucessor de “Muder Ballads”, “The Boatman’s Call”, foi lançado no ano seguinte, 1997. É um grande trabalho, sem sombra de dúvidas, mas causa até um certo estranhamento a quem conhecia o resto do trabalho de Cave, por ser um disco sem par na carreira do artista. A diferença é visível em suas melodias suaves e às vezes até doces, tocadas ao piano por um Cave estranhamente contido e calmo. É, de certa forma, mais simples, melancólico e liricamente suave do que o antecessor. Há um boato de que ele foi gravado logo após o suposto relacionamento de Cave e PJ Harvey acabar, o que explicaria de certa forma a forte carga romântica do disco.

Uma análise superficial pode mostrar que o disco é uma antítese de “Let Love In”, pois Nick Cave se rebaixa ao amante submisso a uma amante etérea, divina e infalível durante várias passagens do disco, como na sublime “Into My Arms” e em “Idiot Prayer”. Mas, ainda assim, outros momentos acabam colocando em dúvida esse tipo de afirmação, como a triste e amarga “People Ain’t No Good”, faixa em que Cave descreve todo seu descontentamento com as pessoas e com o amor, muitas vezes com versos sarcásticos e venenosos.

Em 1998, é lançada a coletânea "The Best of Nick Cave e Bad Seeds", contendo todos os singles da carreira da banda, excluindo os de Kicking Against The Pricks. A primeira prensagem deste álbum contém um disco bônus com uma apresentação da banda no Royal Albert Hall, em 1997, um dos melhores registros ao vivo oficiais de Nick Cave. Tanto essa prensagem quanto o disco simples já estão fora de catálogo, o que é uma pena, pelo fato dessa coletânea ser bem abrangente e mostrar as várias facetas da carreira de Cave, fazendo com os que não estão familiarizados com a obra da banda conheça um pouco do universo das sementes malignas.

Após hiato de quatro anos, Nick Cave voltou à ativa com seu décimo primeiro álbum de estúdio, “No More Shall We Part”, em 2001. Além do time que já fazia parte dos Bad Seeds desde Henry’s Dream e suas adições posteriores, o line-up da banda recebia mais dois reforços de peso: as excelentes vocalistas de apoio Kate e Anna McCarrigle passaram a fazer parte da banda, fazendo um contraponto feminino aos vocais graves e sombrios de Cave. Uma curiosidade: Kate é mãe de Rufus Wainwright, talentoso cantor, compositor e pianista canadense, que vem recebendo grande atenção da mídia desde o lançamento de seu segundo disco, Poses.

“No More Shall We Part” é um dos discos mais religiosos de Cave, onde o nome de Deus é citado, questionado, criticado e louvado em grande parte das faixas. Esse lado mais religioso é mostrado até no título; o “não devemos nos separar” não é direcionado a nenhum ser terreno, mas sim a Deus, como é dito na faixa título. Além desse lado religioso, o disco apresenta também algumas letras cortantes sobre as misérias humanas, como a perfeita “Hallelujah”, além do onipresente amor, como em “Love Letter”. Os arranjos privilegiam o piano tocando melodias ora tensas, ora suaves e delicadas, além do violino sempre envolvente de Warren Ellis.

O disco teve uma excelente repercussão, sendo considerado por muitos o melhor trabalho de Nick Cave e dos Bad Seeds desde o clássico “Tender Pray”, um reconhecimento para lá de merecido. Mas “No More Shall We Part” acaba não fazendo tanto sucesso quanto “Murder Ballads” ou “Let Love In”, até por ser bem menos acessível - apesar de contar com dois singles excelentes, “As I Sat Sadly By Her Side” e “Fifteen Feet Of Pure White Snow”.

Após mais de 15 anos de estrada, os Bad Seeds pararam para descansar, enquanto o “chefe” participou sozinho da trilha sonora do filme I am Sam (“Uma Lição de Amor”, aqui no Brasil, estrelado por Sean Penn e Michelle Pfeiffer, que ainda conta com faixas de Grandaddy, Eddie Vedder, Ben Folds, entre outros), cantando ao piano duas canções dos Beatles: “Here Comes The Sun” e “Let It Be”. Em 2002, se juntaram de novo para gravar mais um álbum.

No início de 2003, é lançado “Nocturama”, que mostra, no mesmo registro, canções tristes levadas ao piano, no estilo de “The Boatman’s Call”, com rockões furiosos que lembram muito o início de sua carreira. O disco vem acompanhado de boas críticas e uma excelente recepção do público, mas infelizmente trouxe uma péssima notícia. Ele foi a despedida de Blixa Bargeld, o único Bad Seed além de Mick Harvey presente desde a primeira formação. O guitarrista deixou a banda um pouco antes do lançamento do disco, após quase 20 anos ao lado de Nick Cave.

Mas em momento algum a saída de Blixa indica um possível fim dos Bad Seeds. Em entrevista recente, Cave afirmou ter planos para lançar um álbum por ano a partir de 2004. Disse também que isso não era tão difícil de ser alcançado, pois se escrevesse uma boa canção por mês, teria um disco de 12 faixas a cada ano. Resta a nós esperar o que os futuros trabalhos de Nick Cave nos trarão! Se ele manteve esse nível por 20 anos de carreira, não é difícil acreditar que irá manter por mais 30, 40...

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