Numa entrevista em outubro de 2008 para o site australiano The Age, Corey Taylor, vocalista do SLIPKNOT, descreveu os shows da banda como “uma completa guerra”. Ele disse, “de fato toma seu corpo e alma por uns instantes. Não trata-se apenas de quatro camaradas rondando com suas roupas estilo ‘street wear’. É uma produção, uma batalha e uma celebração. Há diversos climas envolvidos, algumas vezes vocês se perde na mistura. Confiamos uns nos outros. Se um de nós está num dia ruim, todos sabemos e dizemos: ‘caras, preciso de vocês esta noite’. E eles dão aquela força!”
Sobre a mensagem positiva que a música da banda passa: “Eu sempre tentava misturar a escuridão com uma grande dose de positividade. Com a nossa imagem assustadora, obviamente isto é complicado de passar. Mas para mim o intuito de fazer música sempre foi dar às pessoas uma razão para viver e não uma razão para desistir.”
Sobre o palco e o show da banda: “Há obviamente uma teatralidade no rock que fazemos, mas para nós isto é apenas uma peça do quebra-cabeças. Sempre foi sobre o conteúdo e o porquê de vestirmos o que vestimos. Há mais arte ali do que apenas chocar. KISS e ALICE COOPER realmente quebraram barreiras, mas somos diferentes deles. Sempre senti que éramos mais como se o (pessoal do) PINK FLOYD começasse uma banda de metal. Eu duvido que você vá ver o SLIPKNOT lançando algum tipo de cereal, por exemplo – KISS realmente tornou-se a Disney do rock.”
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Jornalista atuando na área de Marketing em Eventos de um grande rede de TV, costuma dizer que depois das canções infantis pulou direto pra música pesada (na verdade no meio disso tudo ouvia synthpop, electroclash, acidhouse, new wave e afins). Não tem o mínimo pudor em curtir, seguidamente, Journey, Deep Purple, Morbid Angel, voltar para um ABBA, seguir com Sodom, Styx e finalizar o dia ao som do "Scum" do Napalm Death. Simples assim. De tempos em tempos escreve ou traduz algumas coisas para webzines e portais pelo mundo e agora tem estado feliz por fazer parte, meio que indiretamente, do Whiplash!
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