Twisted Sister: a importância do Led Zeppelin na vida de Snider
Por Nacho Belgrande
Fonte: Playa Del Nacho
Postado em 22 de janeiro de 2014
Em sua autobiografia lançada em maio de 2012, ‘Shut Up And Give Me The Mic’, o vocalista do TWISTED SISTER, DEE SNIDER, menciona sua maior influência musical – o LED ZEPPELIN – em várias passagens do livro, das quais duas seguem abaixo, traduzidas para o português.
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"Enquanto o supracitado QUEEN era minha nova banda favorita, vários outros grupos estavam ajudando a me definir como vocalista e performer. Eu adorava a várias bandas da cena do glitter rock. BOWIE, MOTT THE HOOPLE, T. REX, SPARKS [alguém mais curte? Alguém aí?], SWEET, os NEW YORK DOLLS, e outros, eram assíduos no meu toca-discos, mas eis aqui os Big Three: LED ZEPPELIN, BLACK SABBATH e ALICE COOPER. A banda original de Alice Cooper por sua atitude e qualidade de showman, o Black Sabbath pelos riffs e pela ameaça, e o Led Zeppelin… porque todos os membros da banda são deuses!
Se qualquer banda pode ser responsabilizada por me levar pro lado mais pesado, essa é o Led Zeppelin. Se qualquer vocalista pode ser responsabilizado por me mandar berrar pra estratosfera, é o fabuloso Robert Plant. Eu tinha um pôster de Robert pendurado em cima da minha cama ao longo do ensino médio, então eu literalmente me curvava para saudá-lo toda vez que eu ia para a cama. E se eu, como vocalista, era conhecido por algo, era por fazer uma bela imitação de Robert Plant.
A cena dos bares e casas noturnas da região metropolitana da grande Nova Iorque girava em torno de bandas cover. Não havia virtualmente nenhum lugar para se tocar material original próprio, e o público também não queria ouvir nada. Triste, na verdade. As bandas deveriam ser jukeboxes humanas, tocando as músicas que as pessoas conheciam e queriam ouvir. Os sucessos. Quando se tratava de bandas e de rock, ninguém era maior do que o Led Zeppelin.
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As bandas se matavam para tocar as versões mais fiéis o possível das músicas do Zeppelin, e as plateias exigiam isso. Tocar Led Zeppelin nas coxas era um sacrilégio. O engraçado é que eu me lembro de ter assistido ao Led Zep na turnê deles de 1977 e ficar impressionado como ‘infiéis’ eles eram ao vivo. Desculpem-me, garotos, mas se uma banda de bar tocasse a música de vocês do jeito que vocês a tocaram naquela noite, seus membros teriam sido cobertos de piche, depois penas e então expulsos da cidade. É sério. Tendo dito isso, se uma banda de bar conseguisse tocar Led Zeppelin decentemente, eles arrumavam trabalho, e o fato de eu poder mandar muito bem no Led Zeppelin sempre me garantiu." [...]
Mais adiante, ele elabora:
LIÇÃO DE VIDA DE DEE
"O show sempre vem em primeiro lugar; precisão e qualidade ficam bem depois disso. Você pode deixar pra tocar e soar bem nos seus discos. Eu aprendi isso com o Led Zeppelin aquela noite."
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