Tradução - Dusk and Her Embrace - Cradle Of Filth

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Por Fernando P. Silva, Tradução
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Colaboração: Vanessa Cristina

[HEAVEN TORN ASUNDER]

Rise, ablaze, libidinous
Devildom voyeurs
Ascend to smother the light
Nascent aeons confer....

Chaos is spat
From the black eternal sea
Serrated mountains of mad shadows
Carving towards misdeed

Stormchoirs gather
A pestilential hiss
Sunset evokes Luciferian fire
The skies are ruptured like a knifed orifice
Supernal vestments hang tattered
Cathedrals shriek to pulpit oratory
Invasions scale Babel's ivory towers
Poised to sodomise a world upon its knees

(Victory spent
Breathe deep benighted scent)

We are as a flame born unto the darkness
Desires burning in palatial glades
And virtues once aloof, now worming beneath us
Shalt see their children, pleasuring as slaves....

Attack!

Wreak atrocities
On those we have despised
Judgments be riven from the skies
Darkness empower let us master prophecy
Fulfilling destiny - the promised fever

Bedizens eyes paralyzed with blasphemy
Written in flesh across the howling ether

Artemis
Spread the bliss of this Lupercalia

With stars erased, throw wide the gates
The infidel soon unmasks her face
Neath silken shroud she waxes horn
Sharpened to skewer dawn...

I am as a plague, born to the priestess
The secret amour of her archangelic rape
Jaded-eyed when my lovers, possessed
Screamed out their agonies, upon the stake

"The most august sorcerers of Hades
Darkly seized for me a throne
And the upraised scythe so terribly scribed
Vengeance in Jesuit blood on stone

From this ransacked celestial temple
I hold the prophet's severed head
Unto all nations"

Tremble before us
Lords of the star-veiled red sepulchres
Rushing deathwards, our Tartarean fires
Kindle pandemonia to furnace the earth

"Our voices are opened graves
Through which the never-dead escape"

From dank abyssic dream
Pursuing ascendancy....

The enemy has held three seasons
Imparadised, whilst we writhed
To psycho-dramas penned by aerial decree
Now freed to plunder...
Heaven torn asunder

[PARAÍSO DESPEDAÇADO]

Levantem, flamejantes, libidinosos
Voyeurs do Reino do mal
Ascendam para sufocar a luz
Eternidades nascentes se confrontam...

Caos é cuspido
Do eterno mar negro
Montanhas dentadas de sombras furiosas
Esculpidas para a maldade

Os coros de tempestade se reúnem
Um sibilo pestilento
O pôr-do-sol evoca o fogo Luciferiano
Os céus são rompidos como um orifício apunhalado
Vestimentas celestiais penduradas esfarrapadas
Catedrais guincham ao oratório do púlpito
Invasões escalam as torres de marfim de Babel
Suspensas para sodomizar um mundo aos seus joelhos

(A vitória exausta
Aspira profundamente um aroma incivilizado)

Somos como uma chama nascida junto à escuridão
Desejos que queimam em clareiras suntuosas
E virtudes uma vez distantes, agora se arrastam sob nós
Hão de ver suas crianças, comprazendo como escravos...

Ataquem!

Descarreguem atrocidades
Sobre aqueles que nós desprezamos
Julgamentos separam-se violentamente (vindos) dos céus
A ordem das trevas permite-nos controlar a profecia
Cumprindo o destino - a agitação prometida

Olhos adornados paralisados com blasfêmia
Escrita na carne através do éter uivante

Ártemis (1)
Espalha a felicidade desta Lupercalia (2)

Com as estrelas apagadas, escancara os portões
A pagã logo tira sua máscara
Sob a mortalha de seda ela encera o chifre
Afiado para espetar o amanhecer...

Eu sou como uma praga, nascido à sacerdotisa
O caso de amor secreto do seu estupro arcangélico
Olhos cansados quando meus amantes, possuídos
Gritaram suas agonias, sobre a estaca

"As mais ilustres feiticeiras do Hades
Misteriosamente confiscaram um trono para mim
E a foice levantada tão terrivelmente talhou
Vingança em sangue Jesuíta sobre a pedra

Desta feita saquearam o templo celestial
Eu seguro a cabeça cortada do profeta
Para todas as nações"

Tremeis perante nós
Senhores dos sepulcros vermelhos vendados pelas estrelas
A morte avança apressadamente, nossos fogos Tártaros (3)
Acendem o pandemônio para colocar a Terra em fornalha

"Nossas vozes são túmulos abertos
Pelos quais aqueles que nunca morrem escapam"

Do sonho úmido abismal
Perseguindo a supremacia...

O inimigo esperou três estações
Em estado de graça, ainda padecemos
Aos dramas psicóticos escritos pelo decreto superior
Agora libertos para pilhar...
Paraíso despedaçado

(1) Ártemis = Na Mitologia Grega, a deusa da lua e da caça. Equivalente a Diana na Mitologia Romana.

(2) Lupercalia = Festas anuais celebradas na Roma antiga em 15 de fevereiro, em honra a Luperco (deus dos pastores e da agricultura), para assegurar a fertilidade.

(3) Tartarean = Relativo ao Tártaro, região geográfica do Hades (o mundo subterrâneo na Mitologia Grega) para onde iam as almas após serem julgadas e condenadas.

[FUNERAL IN CARPATHIA]

Candelabra snuffed prey - silhouette wedded
Nightfall take my hand
Seduce me with silky timbered limbs
Grant me thy dark command
Over the peaks
Framing tapestries of thick forest
Dusk has filled
With Lucifugous kisses enwreathed in mist
Creeping like violations from the shadows
To kill

Lucretia
Is my love in vain
When thy tears bleed sweeter
Thank the midsummer rain
Bewinged, infested belfries
Toll o'er the sobbing throng
A writhe of lethargic, terrored nudes
Whipped and welted
Neath the barbed windsong....

(In sadden paradise
Ancestral legacies linger on....)

I am He
The crowned and conquering darkness
Satan robed in ecumenical filth
Livid Bacchus
Sustained by bridal echelons of Sylph

This wintry eve when the snow glistens deep
And sharpened turrets wed the jewelless skies
I shrug off the shroud of preternatural sleep
Enbraided by these words Malaresia scribed....

"Beauty slept and angels wept
For Her immortal soul
In this repose, all evil chose
To claim her for their very own"

Carpathia
The pleasured dead speak of her
In necromantic tongue
When ambered daylights are done

Masturbating in their graves
On her zenith to come...

This catafalque night
When awed stars report
Their absence from the heavenly brow
Crippled seraph
Shalt cower in illustrious courts
Whilst the cloaked maelstrom
Resounds throughout

"How the storm it fulfills
My heart though unhealed
Celestial knifes ebonied
And wild woods thrill
Yet far fiercer still
Her lustre eviscerates me"

Carpathia
Priapic lovers twist in concert with Her
Covenants are struck
Jagged lightning fellates
The path towards the castle
Weary innocence takes

I rule as Master here
Where feral hordes impart my temper
Love sank wounded when I, betrayed
Saw death etch cruelly, upon my lineage

"Usher the spite seething Draconist
And commit this world to thy ancient sovereignty"

Erubescent veil descend
Psalmed sunset thus portends
And laid to rest, I now am blessed
With this darkness.... Forever more

Supreme Vampiric Evil

[FUNERAL EM CARPATHIA * ]

O candelabro farejou a presa - silhuetas unidas
O anoitecer pega minha mão
Seduz-me com membros sedosos revestidos de madeira
Conceda-me teu comando sombrio
Sobre os cumes
Que formam tapeçarias de florestas densas
O crepúsculo se completou
Com beijos Lucífugos envoltos em névoa
Rastejando como violações das sombras
Para matar

Lucretia
É o meu amor em vão
Quando tuas lágrimas sangram docemente
Agradeça a chuva do solstício de verão (1)
Rapidamente, campanários infestados
O badalo dos sinos sobre a multidão em prantos
Uma contorção letárgica, nus aterrorizados
Açoitados e fustigados
Sob a canção do vento farpado...

(No paraíso entristecido
Os legados ancestrais subsistem...)

Eu sou Ele
A escuridão coroada e conquistadora
Satã vestido na impureza ecumênica
O lívido Baco
Sustentado por escalões nupciais da Sílfide (2)

Esta noite invernosa quando a neve brilhar intensamente
E torres pontiagudas se unirem aos céus singelos
Eu renego a mortalha do sono sobrenatural
Entrelaçadas por estas palavras Maláricas escritas...

"A Beleza adormeceu e os anjos choraram
Por Sua alma imortal
Neste repouso, todo o mal escolhera
Reivindicá-la por sua própria vontade"

Carpathia
Os mortos desejosos falam sobre ela
Na língua necromante
Quando a luz âmbar do dia finda

Masturbando-se em seus túmulos
Para gozar no zênite dela...

Esta noite catafalco
Quando as estrelas pasmadas revelarem
Sua ausência de expressão celestial
Serafins aleijados
Irão se acovardar em tribunais ilustres
Enquanto os redemoinhos ocultos
Ressoam por toda parte

"Como a tempestade preenche
Meu coração embora ainda não curado
Facas celestiais de ébano
E a vibração das matas selvagens
Apesar de distantes ainda mais ferozes
O brilho Dela me estripa"

Carpathia
Amantes fálicos se contorcem em harmonia com Ela
Alianças são atacadas (3)
O relâmpago dentado pratica felação
O caminho para o castelo
Que leva à inocência molestada

Eu mando como Mestre aqui
Onde hordas selvagens transmitem minha índole
Amor deprimido e ferido quando eu, traído
Vi a morte cauterizar cruelmente, sobre minha linhagem

"Conduza o Draconista que borbulha malevolência
E submeta este mundo a tua antiga soberania"

Cai o véu enrubescido
O pôr-do-sol de Salmos assim anuncia
E enterrado, eu agora sou abençoado
Com esta escuridão... Para todo sempre

Mal Vampírico Supremo

* Carpathia = Montes Cárpatos. Constituem a parte leste de uma grande cadeia de montanhas na Europa Central, se estendendo por cerca de 1.500 km ao longo das fronteiras da República Tcheca, Eslováquia, Polônia, Romênia e Ucrânia. Começa no Rio Danúbio próximo a Bratislava, circundando a Hungria e a Transilvânia em um grande semicírculo e termina no Danúbio perto de Orsova, Romênia. A extensão total dos Montes Cárpatos é de mais de 1500 km e a largura varia entre 12 e 500 km. Elas cobrem uma área de 190.000 km2, e depois dos Alpes é a cadeia montanhosa mais extensa da Europa.

(1) Midsummer (Solstício de Verão) = Ocorrido em 21 de Junho no Hemisfério Norte e em 21 de Dezembro no Hemisfério Sul. Esta data é o ápice do verão e muito importante para a Bruxaria (seja ela Tradicional, Wicca ou outras). O Midsummer é o dia mais longo do ano, e o físico (assim como o prazer) é venerado, tanto que os Antigos o comemoravam com festivais e jogos. É quando o Deus e a Deusa são jovens e se encontram com todas as suas energias. Porém, apesar de sua vitalidade e de ter alcançado o ponto máximo de seu poder, logo o Deus parte no Barco da Morte, rumo à Terra do Verão (Summerland) para depois então renascer (ele é o filho e amante da Deusa). Na noite do Midsummer, fadas, duendes, dentre outros seres elementares, saem para a terra, comemorando a vida. Neste Sabá, o poder é tão grande que se pode até mesmo realizar feitiços. É costume queimar ervas solares (a camomila, por exemplo) e flores vermelhas.

(2) Sílfide = Ser elementar que habita o ar na teoria de Paracelso (alquimista suíço dos séculos XV e XVI). Também parte da mitologia céltica e germânica da Idade Média.

(3) Covenants = Neste contexto refere-se à Aliança feita entre Deus e seu povo.

[A GOTHIC ROMANCE]
[(RED ROSES FOR
THE DEVIL'S WHORE)]

Evening minuetto in a castle by the sea
A jewel more radiant than the moon
Lowered Her mask to me
The sublimest creature of the Gods, full of fire
Would marvel at making their Queen
Infusing the air with Her fragrant desire
And my heart reeled with grave poetry...

From grace I fell in love with Her
Scent and feline lure
And jade woodland eyes
That ushered in the impurest
"Erotic laden fantasies amid
This warm Autumn night
She lulled me away
From the rich masquerade
And together we clung
In the bloodletting moonlight"
Pearled luna, what spell didst thou cast on me?
Her icy kiss fervoured my neck
Like whispering waves 'pon Acheron's beach
In a whirl of sweet voices and statues
That phantomed the dying trees
This debauched seductress in black, took me...

In a pale azured dawn
Like Ligeia reborn
I tore free of my sleep - sepulchre
On the sea misted lawn
Where stone figures, forlorn
Lamented the spectre of Her
Bewildered and weak, yet with passion replete
I hungered for past overtures
The curse of unrest and her ardent caress
Came much more than my soul could endure....

I, at once endeavored to see Her again
Stirring from midnight's inertia
Knowing not even her name
On a thin precipice over carnal abyss
I danced like a blind acolyte
Drunk on red wine
Her dead lips on mine
Suffused with the perfume of night

For hours I scoured the surrounding grounds
In vain that we might meet
When storm clouds broke
Ashened, fatigued
I sought refuge in a cemetery

Sleep, usher dreams
Taint to nightmares
From a sunless nether

Mistress of the dark
I now know what thou art

Screams haunt my sleep
Dragged from nightmares
Thou hast wed together

Lamia and Lemures
Spawned thee lecher
To snare my flesh

Portrait of the Dead Countess

Deep stained pain that I had dreamt
Flaunted demise, life's punishment
Leaving little strength to seal
This wretched tomb...

But poised nectar within my stirs
Up feverous desire
And morbid purpose to search
Through cobwebbed drapery
To where she swoons
Goddess of the graveyard
Of the tempest and moon
In flawless fatal beauty
Her very visage compels
Glimpses of a heaven
Where ghost companies fell
To mourning the loss of God
In blackest velvet
Enrobed in their downfall
Like a swift silhouette

"Fleeting, enshadowed
Thou art privy to my sin
Secrets dead, wouldst thou inflict
The cruel daylight upon my skin?
Dost thou not want to worship me
With crimson sacrifice
So my cunt may twitch against thy kiss
And weep with new-found life?"

Red roses for the Devil's whore....

Dark angels taste my tears
And whisper haunting requiems
Softly to mine ear
Need-fires have lured abominations here....

Nocturnal pulse
My veins spill forth their waters
Rent by lips I cherish most

Awash on her perfidious shores
Where drowning umbra o'er the stars
Ebon's graves where lovers whore
Like Seraphim and Nahemah

"Nahemah"

Pluck out mine eyes, hasten, attest
Blind reason against thee, Enchantress
For I must know, art thou not death?
My heart echoes bloodless and incensed....

Doth temptation prowl night in vulvic revelry
Did not the Queen of Heaven
Come as Devil to me?
On that fatal Hallow's Eve
When we fled company
As the music swept around us
In the crisp fated leaves
Under horned Diana
Where her bloodline was sewn
In a graveyard of Angels
Rent in cool marbled stone
I am grieving the loss of life in sombre velvet
Enrobed in Death's shadow
Like a swifter silhouette....

[UM ROMANCE GÓTICO]
[(ROSAS VERMELHAS PARA
A PROSTITUTA DO DIABO)]

Minueto ao anoitecer em um castelo próximo ao mar
Uma jóia mais radiante que a lua
Abaixou Sua máscara para mim
A mais sublime criatura dos Deuses, cheia de fogo
Maravilhou-se na criação de sua Rainha
Inspirando o ar com Seu desejo perfumado
E meu coração vacilou com poesias lúgubres...

Da graça eu me apaixonei por Ela
Faro e astúcia felina
E olhos de jade silvestre
Que profetizaram as mais impuras
"Fantasias eróticas alimentadas no meio
Desta noite morna de Outono
Ela me acalmou para longe
Do esplêndido baile de máscaras
E juntos nos agarramos
Na sangria do luar"
Lua perolada (1), que feitiço tu jogaste em mim?
Seu beijo gelado ardeu em meu pescoço
Como ondas sussurrantes na praia de Acheron (2)
Em um redemoinho de vozes doces e estátuas
Que assombraram as árvores em agonia
Esta devassa sedutora de preto, me levou...

Em um amanhecer de pálido azul celeste
Como o renascer de Ligeia (3)
Eu me libertei do meu sono - sepulcro
No mar relvado e enevoado
Onde o túmulo se revela, abandonado
O espectro lastimável Dela
Desnorteado e fraco, mas ainda repleto de paixão
Eu ansiei pelos prelúdios do passado
A maldição da intranqüilidade e sua ardente carícia
Vieram muito mais do que minha alma podia suportar...

Eu, imediatamente me empenhei para vê-la novamente
Despertando da inércia da meia-noite
Não sabendo nem mesmo seu nome
Em um estreito precipício acima do abismo carnal
Eu dancei como um coroinha cego
Inebriado pelo vinho tinto
Seus lábios mortos nos meus
Cobertos com o perfume da noite

Durante horas eu percorri os arredores
Em vão que poderíamos nos encontrar
Quando as nuvens de tempestade romperam
Acinzentadas, fatigadas
Eu busquei refúgio em um cemitério

Durmo, tenho premonições
Sinal de pesadelos
De um plano inferior sem sol

Senhora da escuridão
Eu agora sei o que tu és

Gritos assombram meu sono
Arrastado dos pesadelos
Tu tens que se casar

Lâmia e Lêmures (4)
Geraram a ti lasciva
Para enganar minha carne

Retrato da Condessa Morta

Dor intensa e maculada que eu tinha sonhado
Morte ostentada, o castigo da vida
Restando pouca força para lacrar
Esta tumba desprezível...

Mas o néctar equilibrado em meus movimentos
Aquece o desejo febril
E o mórbido propósito para procurar
Através de cortinas cobertas de teias
Para onde ela desmaiou
Deusa do cemitério (5)
Da tempestade e da lua
Na impecável beleza fatal
De seu rosto constrangido
Visões de um paraíso
Onde companhias fantasmas sucumbiram
Para lamentar a perda de Deus
No mais negro veludo
Envolta em suas derrocadas
Como uma veloz silhueta

"Efêmero, ensombrado
Tu és essencial para o meu pecado
Segredos mortos, tu infligiria
O cruel crepúsculo da manhã sobre minha pele?
Tu não queres me adorar
Com sacrifício sanguinário?
Assim minha vagina pode se contrair contra teu beijo
E lamentar com a nova vida encontrada?"

Rosas vermelhas para a prostituta do Diabo...

Anjos negros provam minhas lágrimas
E sussurram réquiens assustadores
Suavemente aos meus ouvidos
Necessidade do fogo atraiu abominações aqui...

Pulsação noturna
Minhas veias derramam adiante suas águas
Uma fenda perto dos lábios que eu mais aprecio

Boiando nas suas praias pérfidas
Onde a sombra se afoga sobre as estrelas
Túmulos negros como ébano onde amantes se prostituem
Como Serafim e Nahemah (6)

"Nahemah"

Arranque meus olhos, depressa, ateste
Razão cega contra ti, Feiticeira
Para que eu deva saber, tu não és a morte?
Meu coração ecoa sem sangue e inflamado...

A tentação ronda à noite em uma orgia vulvar?
A Rainha do Paraíso
Não virá como o Diabo para mim?
Naquela fatal Noite de Halloween (7)
Quando fugimos acompanhados
Enquanto a música se desfez a nossa volta
Nas onduladas folhas condenadas
Sob a Diana chifruda
Onde sua linhagem fora cosida
Em um cemitério de Anjos
Dilacerados em uma pedra fria de mármore
Eu estou sentindo a perda da vida no veludo sombrio
Trajada na sombra da Morte
Como uma veloz silhueta...

(1) Luna = A personificação da deusa da Lua, posteriormente identificada com Diana e Hecate, na mitologia romana, e Selene na mitologia grega.

(2) Acheron = O nome de um dos cincos rios que correm pelo Hades, o submundo na Mitologia Grega. O nome significa "O Rio da Aflição".

(3) Ligeia = Conto de Edgar Allan Poe, publicado em 1838. Na história, Lady Ligeia é uma mulher pálida e frágil, de longas tranças negras e olhos grandes cor de ébano, de uma beleza singular. Ligeia é dotada de uma vasta cultura e de uma indomável vontade de viver. Mas a morte a tira do homem que a amava desesperadamente. Após a sua morte, o viúvo é forçado a um matrimônio com uma mulher de cabelos loiros e olhos azuis, com o nome de Lady Rowena Trevanion. Pouco depois, morre também a sua segunda mulher: mas eis que uma vez morta sofre espantosas e sucessivas mutações: os cabelos loiros dão lugar ao negro, a altura aumenta e perante o pasmo do marido que vela, ergue-se e abre as pálpebras para descobrir sob as longas pestanas os olhos de ébano de Lady Ligeia.

(4) Lâmia = Monstro imaginário que os antigos gregos acreditavam que fosse uma vampira que roubava o sangue das crianças. Era retratada como sendo uma criatura em forma de serpente com cabeça e busto de mulher.

Lêmures, entre os antigos romanos, eram espíritos de familiares falecidos que habitavam uma casa e assombrava seus moradores. Corresponde mais ou menos aos nossos "fantasmas". As pessoas tentavam se reconciliar com estes espíritos malévolos em estranhas cerimônias que ocorriam em 9, 11 e 13 de Maio e eram chamadas de Festival dos Lêmures.

(5) Graveyard = Trata-se de um pequeno cemitério localizado no terreno de uma igreja, portanto, considerado em solo sagrado.

(6) Nahemah = As tradições dos grandes cabalistas dizem que Adão tinha duas esposas: Lilith e Nahemah. Lilith é mãe dos abortos, da pederastia, da degeneração sexual, do infanticídio, etc, e Nahemah a mãe do adultério, que seduz com o encanto de sua beleza maligna. É também rainha dos vampiros, da sedução. Dizem que quando um homem é infiel à sua esposa, este permanece sob o domínio de Nahemah. Ela sabe aparecer com todos os encantos da virgindade e do amor; afasta o coração dos pais, leva-os a abandonar os deveres e os filhos; traz a viuvez aos homens casados, força os homens devotados a Deus ao casamento sacrílego. Nahemah pode ser mãe, mas não cria os filhos; entrega-os a Lilith, sua funesta irmã, para que os devore.

(7) Halloween = Conhecido também como Sanhaim, ele é o mais importante dos oito sabás celtas, marcando o início do Ano Novo celta, o terceiro e último festival da colheita. Nesta noite, celebra-se a Deusa em sua fase escura (a Anciã), a senhora da morte e da sabedoria, buscando o contato com os espíritos dos familiares falecidos e dos ancestrais. Segundo a lenda, os mortos aguardavam o Dia de Sanhaim, quando os véus que separam os mundo são mais tênues, para então atravessar as fronteiras. Para guiá-los nessa passagem, eram acesas fogueiras, tochas, velas e as lanternas de abóbora.

A palavra "Halloween" é uma contração de All Hallow's Eve, a véspera do All Saint's Day (Dia de Todos os Santos), comemorado no dia 1° de Novembro. Esta data era originalmente de um festival pagão dos mortos, mas depois se tornou um feriado católico para honrar os santos cristãos.

[NOCTURNAL SUPREMACY '96]

Weak midnight promises of love
Were wept upon Her grave
And shunned by stars above
In mortal life lurks my dismay
An Angel stole my heart
And Death took Her away

She sleeps beyond the grace of god
A dreaming beauty
If wishes could only fray that bond
The dead would sing for me...

Twelfth moon arose with ghostly voice
A poet's serenade
Her name a whisper 'pon my lips
And lo, Rorasa came

"Fear me not my grieving King
Funereal in breath
The secrets of the dark I know
And thus, we shall cheat Death"

My promises wrought
Though despondence that night
Have delivered me gifts from the grave
Rorasa enshadowed and eternal life
Never a Devil so vain
The Angel is fallen, for I thought her lost
And no heaven would silence the pain
Teach me these secrets, the sensual frost
Desire for warm blood again

Princess lay down thy florid cheek
In drunken splendor
Tonight rare regal fate has cast
The wolves among the sheep

Dark nature clasp my soul
Around Her throat mine arms enfold
To sleep, perchance to dream
And then....
To dusk and flesh ascend

The Sun descends
Magenta spirits fill the skies
And wreak erotic maladies
Where sex and Death abide
From writhing tides
Where gothic sirens
Weave their song to shore
Through the ashes of the battlefields
Where ravens and angels war

We rule like the red and risen moon
Upon the sea
The stars of judgment silent
For we share joyous
Eternity
Damnation
Salvation
Stigmata plague

The wine of Bacchus flows
Listen to the thunder rage

Deceivers dragged before their cross
I am He that vanquished Death
And bore the sting of loss
What vulgar Christ will upraise my grasp?
His temple, ruined, burns
And sweet Rorasa laughs

I am enamored and imparadised
To catch the fires
Dancing profanely in her eyes
"I will crush them all
If this holds thy delight"
Rather dead forever than to lose her
Nymph-lascivious Aphrodite

[SUPREMACIA NOTURNA '96]

Meia-noite vulnerável, promessas de amor
Foram derramadas sobre o túmulo Dela
E afastadas pelas estrelas acima
Na vida mortal esconde-se o meu desânimo
Um Anjo roubou meu coração
E a Morte a levou embora

Ela dorme além da graça de deus
Uma beleza sonhadora
Se desejos pudessem desfiar aquele laço
Os mortos cantariam para mim...

A décima segunda lua surgiu com voz fantasmagórica
A serenata de um poeta
O nome Dela um sussurro em meus lábios
E vejam, Rorasa chegou (1)

"Tema a mim não meu Rei lutuoso
Fúnebre em alento
Os segredos da escuridão eu conheço
E assim, nós enganaremos a Morte"

Minhas esperanças forjadas
Embora entristecidas àquela noite
Do túmulo me concederam suas dádivas
Rorasa ensombrada e a vida eterna.
Nunca um Diabo tão vão
O Anjo está caído, pois eu a imaginei perdida
E nenhum paraíso silenciaria a dor
Ensina-me estes segredos, a geada sensual
Anseia por sangue quente novamente

A princesa se deita, tua bochecha florida
Em esplendor inebriado
Esta noite a rara realeza do destino lançou
Os lobos entre as ovelhas

A natureza sombria abraça minha alma
Em volta de Sua garganta meus braços cingem
Para dormir, possivelmente sonhar
E então...
Para o crepúsculo e a carne ascender

O Sol desce
Espíritos magentos cobrem os céus
E descarregam doenças eróticas
Onde o sexo e a Morte residem
Das marés contorcidas
Onde as sereias góticas
Tecem suas canções às praias
Através das cinzas dos campos de batalha
Onde os corvos e os anjos guerreiam

Nós regemos como a lua vermelha
Levantada sobre o mar
As estrelas do julgamento silencioso
Pois compartilhamos jubilosos
Eternidade
Danação
Salvação
A praga do Estigma (2)

O vinho de Baco emana (3)
Ouça a ira do trovão

Impostores se arrastaram diante de sua cruz
Eu sou Aquele que derrotou a Morte
E suportou a dor da perda
Que Cristo vulgar irá elevar minha compreensão?
Seu templo, arruinado, queima
E a doce Rorasa sorri

Estou fascinado e em estado de graça
Para apanhar os fogos
Que dançam profanamente nos olhos dela
"Irei esmagar a todos
Se isso mantém teu deleite"
Prefiro estar morto para sempre a perdê-la
Afrodite ninfa-lasciva

(1) Rorasa = Personagem que faz parte do livro "Aradia - The Gospel of the Witches ("O Evangelho das Bruxas")", escrito por Charles G. Leland em 1890. O livro é elemento primordial para a Bruxaria Italiana, mais conhecida como Stregaria ou Strega. Nesta tradição, Diana é a Deusa que envia sua filha (Aradia) que concebera com Lúcifer, seu irmão e Deus do Sol e da Lua a Terra, para acabar com todo o mal (para maiores detalhes é recomendável sua leitura). Rorasa aparece no capítulo X - "MADONA DIANA", que descreve como ela se tornou uma seguidora do Evangelho das Bruxas. Em Latim, Rorasa significa flor de orvalho, a Deusa do orvalho. Sua queda da torre simboliza o orvalho que cai durante a noite e sua salvação desta queda (sua elevação) simboliza a neblina que está sob influência da Lua. É um mito latino antigo.

(2) Stigmata = As marcas que se assemelham às feridas no corpo crucificado de Cristo.

(3) Baco = Deus romano do vinho, da fertilidade e da embriaguez. Equivalente a Dionisio para os gregos.

[MALICE THROUGH
THE LOOKING GLASS]

Take away the wine
For restlessness plagues me....
I am assailed by a spectre profounder
Than hatred and grief
Or the sum of their hideous crime

I shalt suffer this confessional mime

Awaiting the sun to set, crimsoning seas
Only once it is dark doth my misery cease

She died to a sky dressed in flame
Eyes full of curses
For her killers by choice
Who fell to their god o'er her vision and voice

"I am as dusk come to ravish the light"
Steal me from their stares
And mute Christ into night
"I will answer thy prayers"
If thou wouldst drink of my life....

Encroaching evening skies
Die with such tragedy
And those interred in cold graves
Dwell on pleasures to be
In deep hysteria
Where our legend still breathes
Through sweet death and thereafter
Sweeping nightmares.... shalt feed

[MALÍCIA ATRAVÉS
DO ESPELHO]

Leve o vinho
Pois o nervosismo me atormenta...
Eu sou atacado por um espectro mais profundo
Que o ódio e o sofrimento
Ou a soma de seu crime abominável

Eu sofrerei esta mímica de confissão

Esperando o sol se pôr, ruborizando os mares
Efêmera é a escuridão que faz meu sofrimento cessar

Ela morreu a um céu recoberto em chamas
Olhos cheios de injúrias
Para seus assassinos escolhidos
Que sucumbiram ao seu deus sobre a visão e a voz dela

"Eu sou como o crepúsculo que vem violentar a luz"
Me desvie dos seus olhares
E do Cristo mudo noite adentro
"Eu responderei tuas orações"
Se tu bebeste de minha vida...

Invadindo os céus ao anoitecer
Morra com tal tragédia
E aqueles enterrados em túmulos frios
Pensem nos prazeres a existir
Em histeria profunda
Onde nossa lenda ainda respira
Através da doce morte e depois disso
Pesadelos arrebatadores... alimentarão

[DUSK AND HER EMBRACE]

When the sun
Has wept upon the waveless lake
And the mists steal in with ease
Covened wolves
Are their eerie dissonant napes
In adoration of the moon and thee

"They call as I to thee...."

And I will come, as if in dream
My languid, dark and lustrous
Malaresian Queen
Of vengeful ancient breed
Gilded with the pelts of many enemies
Erishkigal, raven-haired
Thy seduction haunts the castle in erotic despair
I can taste thy scent by candlelight
Legs of porcelain traced and laced to their lair
Appease the beast on spattered sheets
Dyed unearthly red
As sobriety weeps

Nocternity....
She shall come for me

A black velvet painting
Sprung to elegant life
Like a poignant Madonna
Perverted to night
And I have ridden from the westerning light
To expend my lust
Tear away the funereal dress
Know that I will escape from my death
Surrendered to the splendour
Of her sharpened caress

Lo! The pale moonlight
Weaves a poetic spell of vital death and decline
Of mist and moth and the hunger inside
Kisses took to fever and the fever, demise

"Through twilight, darkness and moonrise
My scarlet tears will run
As stolen blood and whispered love
Of fantasies undone"

Countess swathed in ebony
And snow-white balletic grace
Rouge-filmed lips procure the wish
For lust and her disgrace

Dusk and her embrace

We shall flit through the shadows
Like a dream of (were) wolves in the snow
Under deadly nightshade
Still warmed with the kill's afterglow

Beneath the stars thy flesh bedevils me
(Beneath the stars taste the death in me)
Bequeath to me thy fiery kiss
To sever thin mortality

Elizabeth
My heart is thine
Thy fragrant words
Warm within like wine....

"Let me come to thee
With eyes like Asphodel
Moon-glancing, loose desires free
To writhe under my spell"

Ereshkigal, raven-haired
Thy seduction haunts the castle
In erotic despair
I know thy scent by candlelight
Immortal flesh I yearn to share
Appease the beast on spattered sheets
Dyed malefic red
As sobriety weeps

Nocternity
She shall come for me....

Unfurl thy limbs breathless succubus
How the full embosomed fog
Imparts the night to us....

[CREPÚSCULO E O ABRAÇO DELA]

Quando o sol
Chorou sobre o lago sem ondas
E a névoa facilmente passou despercebida
Lobos reunidos em um coven
São suas nucas dissonantes e assustadoras
Em adoração da lua e a ti

"Eles clamam como eu a ti..."

E eu chegarei, como se em sonho
Minha lânguida, obscura e esplêndida
Rainha Malaresian
De uma antiga raça vingativa
Dourada com as peles de muitos inimigos
Erishkigal, de cabelos negros como um corvo (1)
Tua sedução assombra o castelo em desespero erótico
Eu posso provar tua fragrância à luz de velas
Pernas de porcelana traçadas e atadas ao seu covil
Saciam a besta em lençóis respingados
Tingidos de vermelho sobrenatural
Enquanto a sobriedade se desfaz em gotas

Eternidade noturna...
Ela virá para mim

Uma pintura de veludo negro
Sustentada pela vida elegante
Como uma Madonna pungente
Pervertida junto à noite
E eu cavalguei da luz ocidental
Para usufruir minha luxúria
Rasgue o traje fúnebre
Saiba que eu escaparei da minha morte
Entregue ao esplendor
De sua carícia aguçada

Vejam! O luar pálido
Tece um feitiço poético de morte vital e declínio
De névoa e traças e da fome dentro de si
Beijos deram início à febre e a febre, falecimento

"Através do crepúsculo, da escuridão e do nascer da lua
Minhas lágrimas escarlates irão escorrer
Como sangue roubado e amor sussurrado
De fantasias desfeitas"

Condessa envolta em ébano
E num alvo encanto bailado
Lábios avermelhados alcançam o desejo
Por luxúria e sua desgraça

Crepúsculo e o abraço dela

Devemos voar através das sombras
Como um sonho de lobisomens na neve
Debaixo da beladona (2)
Ainda excitados com o arrebol da matança

Sob as estrelas tua carne me atormenta
(Sob as estrelas provo a morte em mim)
Deixe-me de herança teu beijo ardente
Para cortar a fina mortalidade

Elizabeth
Meu coração é teu
Tuas palavras perfumadas
Aquecem por dentro como vinho...

"Deixe-me vir até ti
Com olhos como Asfódelo (3)
O reflexo da lua, liberta os desejos
Para se contorcer sob o meu encanto"

Erishkigal, de cabelos negros como um corvo
Tua sedução assombra o castelo
Em desespero erótico
Eu conheço tua fragrância à luz de velas
Carne imortal eu anseio em compartilhar
Saciar a besta em lençóis respingados
Tingidos de vermelho maléfico
Enquanto a sobriedade se desfaz em gotas

Eternidade noturna
Ela virá para mim...

Estenda teus membros, súcubo ofegante (4)
Como a névoa que encobriu tudo
Conceda a noite para nós...

(1) Ereshkigal = Para os Sumérios e Acadianos, a deusa da morte e do mundo subterrâneo, irmã de Ishtar a deusa do céu.

(2) Deadly nightshade (Beladona) = Planta ornamental, originária da Europa e da Ásia, da família das solanáceas (Atropa belladona), dotada de folhas grandes e bagas globosas, medicinal, com propriedades diaforética e diurética, e cujo alcalóide, a atropina, é de uso perigoso.
(3) Asphodel (Asfódelo) = Tipo de plantas do gênero Asphodelus e da família das liliáceas, com flores em longos racemos eretos.
(4) Succubus = No folclore medieval europeu, Súcubo era um demônio feminino que vinha à noite copular com um homem, perturbando-lhe o sono e causando-lhe pesadelos. Sua contraparte masculina chama-se Incubus (traduz-se, Incubo).

[BEAUTY SLEPT IN SODOM]

Death, spirit me away
My anguished soul doth strain
On taut and twisted reins
Yet, insatiate I still remain
Like a proud, unfalled star
That dares thee from afar
To calm my thund'rous heart
Else rend its knots apart
So I may never sing

Of jewelled skies o'er my strings
And love, a wanton thing
Can plunge on burnt black wings
To hang amid the thorns
In scarlet, like velvet worn
About the clouded moon
Who wanes in solitude...

I am alone
Thirsting for the dark
That lurks beneath marbled stone
What black witchcraft
Shalt prise thee from thy dreams
And what perverse world-strategy
Will wend its way with thee from sleep?

"Rouse my disease
And with cadent naked dance I shalt teach
Thee wisdom of darkness
From earth and red sea

Lightbearing Samael
Coalesce with me...."

Twilight
Through pagan city gates
Bred shadows play
Like twining snakes
By candlelight
Thanateros rites
Death seduced and chaos wakes....

Obsession grips, blindragon fever
In throes of scythed orgasm, Eros dies
And Saturn rapes faith's lovelorn Diva
Upon a cyprean altar, stripped bare for sacrifice
Virtue births a demon
Pandora's box, unhinged, sets loose the night
Winged lilith born for want of Eden
Fanning plumes of harlotry
Like pearls before the desert swine

The skies, they darken
And the oceans part

Storm forth indignant Kraken
Reborn Venus as thou art
Feasting at my banquet
Of Saturnalia
I call thee having wrestled
The tides from lonely Diana

"For thee Endymion
I forsake the cerements
Of this star-flung tomb"

Be-with-us come
Unveil the ancient flame
Throw the cats our enemies
Desire's menstrual strain
Eastern Devil eyes
A cruel erotic plague
The Shekhina is in exile
And the Israelites enslaved to shame

Midnight
Jerusalem
A tenebrous phantasy
Revelates to men
Their celestial walls crumble
When walks the Xul
Born to the scarlet whore in Babylon

The centuries of wait have all but gone
Behold dark beauty
Stirs to conquer on and on

Now worship Everything

[BELEZA ADORMECIDA EM SODOMIA]

Morte, faça-me sumir misteriosamente
Minha alma angustiada se estica
Sobre rédeas estendidas e trançadas
No entanto, insaciável eu permaneço
Como uma estrela orgulhosa que não caiu
Que te desafia de longe
Para acalmar meu coração retumbante
Ou então rasgue seus nós em pedaços
Assim eu nunca poderei cantar

De céus adornados de jóias sobre minhas cordas
E amor, uma coisa libertina
Pode mergulhar em asas negras queimadas
Para pairar entre os espinhos
Em escarlate, tal qual veludo gasto
Ao redor da lua nebulosa
Que mingua em solidão...

Eu estou só
Sedento pela escuridão
Que espreita sob pedras de mármore
Que magia negra
Irás separar-te de teus sonhos
E que estratégia perversa do mundo
Irá seguir seu caminho contigo do sono?

"Desperte minha doença
E com uma dança nua cadenciada eu ensinarei
A ti sabedoria das trevas
Da terra e do mar vermelho

Samael portador da luz (1)
Coalesça comigo..."

O crepúsculo
Através dos portões de cidades pagãs
Criou sombras para brincar
Como serpentes trançadas
A luz de velas
Os ritos de Thanateros (2)
Seduziu a morte e despertou o caos...

A obsessão fascina, exaltação cega
Em espasmos de orgasmo ceifado, Eros morre
E Saturno estupra a fé da Diva perdida de amor
Em um altar de cipreste, despida para o sacrifício
Virtude concebe um demônio
A caixa de Pandora (3), desengonçada, liberta a noite
Lilith alada nascida pela vontade do Éden (4)
Abanando as plumas da prostituição
Como pérolas diante dos suínos do deserto

Os céus, eles escurecem
E os oceanos se separam

Se precipita adiante o furioso Kraken (5)
Vênus renascida como tu és
Festejando em meu banquete
De Saturnália (6)
Eu chamo a ti que tens enfrentado
As marés da solitária Diana (7)

"Para ti Endymion (8)
Eu abandono as mortalhas
Desta tumba arremessada as estrelas"

Fique-conosco, venha
Desvelar a chama antiga
Jogar aos gatos nossos inimigos
A tensão menstrual de desejo
Olhos Orientais do Diabo
Uma praga erótica cruel
A Shekhina está em exílio (9)
E os Israelitas submetidos à vergonha

Meia-noite
Jerusalém
Uma fantasia tenebrosa
Revela aos homens
Suas paredes celestiais desmoronam
Quando caminha o Xul (10)
Nascido para a prostituta escarlate na Babilônia

Os séculos de espera quase se perderam
Contemple a beleza sombria
Que se movimenta para conquistar infinitamente

Agora adore Tudo

(1) Samael = Um nome hebraico para Satã. Samael aparece no livro de Enoch e é um personagem proeminente no Zohar e em outras literaturas cabalísticas.

(2) Thanateros = Junção dos nomes de Thanatos (personificação da morte na mitologia grega) e Eros (deus do amor).

(3) Pandora = Na Mitologia Grega, Pandora foi a primeira mulher que existiu na Terra, criada por Hefesto, a mando de Zeus. Os deuses concederam a ela muitos talentos; Afrodite deu sua beleza, Apolo sua música, Hermes a persuasão, e assim sucessivamente. Deste modo seu nome "Pandora" significa "dotada de todos os talentos". Quando Prometeu roubou o fogo escondido no Olimpo para entregá-lo aos homens, Zeus se vingou enviando-lhe a bela Pandora, portadora de uma caixa que não podia ser aberta em circunstância alguma. Incutida por sua curiosidade natural, Pandora abriu a caixa e todos os males ali contidos escaparam e se espalharam pela Terra. Ela acudiu em fechar a tampa, mas tudo que havia na caixa tinha escapado, exceção de uma única coisa que estava no fundo da caixa, e esta era a Esperança.

(4) Lilith = Segundo a lenda, Lilith foi a primeira mulher criada por Deus, porém ela não aceitou ser submissa a Adão, sendo assim expulsa do paraíso. Só então Deus criou Eva. Lilith foi a primeira feminista. Obviamente, essa lenda acabou ficando de fora do Antigo Testamento, pois contrariava os preceitos moralistas da Igreja. Lilith acabou sendo considerada uma deusa demoníaca, assim como muitas das crenças pagãs da chamada Antiga Religião. A origem dessa lenda é muito mais antiga, ela era a deusa da lua, da fertilidade, da sexualidade e da não-submissão da mulher. Antes de ser incorporada às lendas judaicas, outros povos cultuavam Lilith. Ela representa a Lua Negra.

(5) Kraken = No folclore marítimo norueguês, o Kraken era um gigantesco monstro marinho que atacava navios e se alimentava dos marinheiros. É descrito como metade polvo, metade caranguejo, embora haja outras referências a ele como sendo uma lula gigante.

(6) Saturnalias = Na Roma antiga, as festas em homenagens a Saturno, deus da agricultura.

(7) Diana = Na Mitologia Romana, deusa da lua e da caça. Equivalente latina da virginal deusa grega Ártemis, Diana era a guardiã das correntes e das fontes e protetora dos animais selvagens.

(8) Endymion = Era um belo jovem pastor da Ásia Menor, o amante mortal de Selene, a deusa da lua. Toda noite ela o beijava para dormir. Selene implorou a Zeus para que o concedesse vida eterna, assim ela poderia abraçá-lo para sempre. Zeus consentiu, colocando Endymion em sono eterno e toda noite Selene o visitava no Monte Latmus, próximo a Millete, na Ásia Menor. Os antigos gregos acreditavam que seu túmulo estivesse situado neste Monte.

(9) Shekhina = É um termo que aparece no Talmude (Escrituras sagradas do Judaísmo Ortodoxo) e descreve "A manifestação da presença de Deus sobre a Terra". Embora o Judaísmo seja uma religião monoteísta fortemente ligada a um deus patriarcal, Yahweh ou Jeová, em sua concepção o nome Shekhina aparece associado a uma deusa. Enquanto a Bíblia não menciona o nome Shekhina, ainda assim ela é extremamente ligada a velhas tradições, e estritamente relacionada às deusas antigas.

(10) Xul = Vocábulo associado ao nome de vários deuses Sumérios, como por exemplo: Utug Xul (deus do sol), Ala Xul, Gidim Xul, Galla Xul, Dingir Xul.

[HAUNTED SHORES]

Herodias and I have led a phantom cavalcade
Through veiled and pagan history where
Superstitions reigned
And Christendom sought to pervert
But poets of my name
Sang of penumbral victories
That sorcery had claimed
The Graal and mighty Caliburn
As votive offerings
To an England rearisen
Under vast majestic wings

These are the shores whereto my soul
Blood drenched and unredeemed
Shalt seek solace in secrets told
Through the whispers of a dream

From the woods Pendragon-born
I rose Arcturius
A proud, audacious King
Mantled in the vehemence of lust
Death and destiny undaunted me
I drew a throne divided
In awe of the glorious battles won
My dark Goddess provided
Then treachery, a wingless beast
Came crawling to my court
And now I lie at cursed Camlann
From wounds a traitor wrought

I fear the Augean light
Is sweeping through Camelot
How bittersweet my triumphs seem
Now Autumnal leaves succumb to frost
Morganna art thou near me?
Languid, I wend my path to grave
Cast my sword to the sulphyd grasp
Of the naiad neath the silvered lake
When waters stirred
Lay silent

Mistress let the mists descend
Thy tears cannot thaw
Death's cold heart
His sombre gaze defies legend
More so than thine
Else thy dew-lidded eyes
Art for the Banshees song
Or our souls entwined like vein
Upon the haunted shores of Avalon

The haunted shores of Avalon

Bury me in velvet dream
Lest I unduly wake
And seek to reconcile my thirst
With the cowardly tailors of my fate
Unleash mastiffs of snarling night
To overthrow, plague and burn
As slumber lures me 'mongst the dead
To scheme of my return

Archaic ghostly echoes
Breathe like thunder of the storm
A tempest fools miscall divine
As they crouch awaiting dawn
Their ignorance has forged for me
Over centuries a sword
Burnished to flash like lightning
On the precipice of war
The wolves are dead in Albion
Whilst the passive flocks roam free
This my penetrant spearhead
Shalt pierce these foul trespassing breeds

I have awoken from the past
Gleefully with the shadows
Over England's bitter skies
I prize mine wounds
In a soil sweated
Drink remember me as king
When I cradle hell to stars
Like lovers in my arms
Nestled vipers to my breast
Venom forces worthies arts
Of devil's and priestess
Thus I shall rule anew
Through the sinews of a song
Played upon a storm
By the ghosts of Avalon
And all in league will bow to me
From death they shall ascend
To whisper weals of war
To stir the dark one in men
The principle black metal masterplan

(RALLYING WAR SPEECH... CRONOS)

I have awoken from the past
Gleefully with the shadows
Over England's bitter skies
I prize mine wounds
In a soil sweated
Drink remember me as king
When I cradle hell to stars
Like lovers in my arms
Nestled vipers to my breast
Venom forces worthies arts
Of devil's and priestess
Thus I shall rule anew
Through the sinews of a song
Played upon a storm
By the ghosts of Avalon
And all in league will bow to me
From death they shall ascend
To whisper weals of war
To stir the dark one in men
The principle black metal masterplan

[PRAIAS ASSOMBRADAS]

Herodes e eu conduzimos uma cavalgada fantasma
Através da história pagã e oculta onde
As superstições reinavam
E a Cristandade tentou corromper
Mas poetas de meu nome
Cantados de vitórias penumbrosas
Que a feitiçaria tinha reivindicado
O Gral e a poderosa Caliburn (1)
Como oferendas comemorativas
Para uma Inglaterra reerguida
Sob vastas asas majestosas

Estas são as praias ao qual minha alma
Encharcada de sangue e irredimível
Buscará consolo em segredos contados
Através dos sussurros de um sonho

Dos bosques Pendragon nascera (2)
Eu criei Arthur
Um Rei orgulhoso, audacioso
Escondido na veemência da luxúria
Morte e destino não me intimidam
Eu planejei um trono dividido
No temor das batalhas gloriosas vencemos
Minha Deusa obscura proveu
Então a traição, uma besta sem asas
Voltou rastejando a minha corte
E agora eu jazo no maldito Camlann (3)
Das feridas acarretadas por um traidor

Eu temo a luz sórdida (4)
Que varre por Camelot
Quão doce-amargos meus triunfos parecem
Agora as folhas de Outono sucumbem à geada
Morganna tu estás perto de mim? (5)
Lânguido, eu sigo meu caminho para a sepultura
Lanço minha espada ao alcance sulfúrico
Da náiade sob o lago prateado (6)
Quando as águas que se agitavam
Cessaram silenciosamente

Senhora deixe a névoa abaixar
Tuas lágrimas não podem derreter
O coração frio da Morte
O olhar sombrio dele desafia a lenda
Mais do que o vosso
Além de teus olhos de pálpebras de orvalho
Arte para a canção das Banshees (7)
Ou nossas almas entrelaçadas como veias
Nas praias assombradas de Avalon (8)

As praias assombradas de Avalon

Me enterre em um sonho de veludo
Para que eu não acorde desnecessariamente
E busque apaziguar minha sede
Com os alfaiates covardes do meu destino
Soltem os mastins da noite rosnando
Para destruir, atormentar e queimar
Enquanto o sono me atrai entre os mortos
Para planejar meu retorno

Ecos fantasmagóricos arcaicos
Respiram como trovão da tempestade
Uma tempestade erroneamente chamada de divina
Enquanto eles se agacham aguardando a aurora
Sua ignorância forjou para mim
Durante séculos uma espada
Polida para cintilar como raio
No precipício da guerra
Os lobos estão mortos em Albion (9)
Enquanto os rebanhos passivos vagam livremente
Esta minha ponta de lança penetrante
Irá perfurar estas raças transgressoras imundas

Eu despertei do passado
Alegremente com as sombras
Sobre estes céus amargos da Inglaterra
Eu aprecio minhas feridas
Em um solo inundado de suor
Bebo, me recordo como um rei
Quando eu embalo o inferno às estrelas
Como amantes em meus braços
Acalentei víboras em meu peito
O veneno impinge as mais valiosas artes
Do diabo e da sacerdotisa
Assim eu regerei novamente
Pelo poder de uma canção
Tocada em uma tempestade
Pelos fantasmas de Avalon
E tudo em união se curvará a mim
Da morte eles ascenderão
Para sussurrar as mazelas da guerra
Para mexer com o lado sombrio nos homens
O princípio do plano-perfeito do black metal

(DISCURSO DO CHAMADO DE GUERRA... CRONOS)

Eu despertei do passado
Alegremente com as sombras
Sobre estes céus amargos da Inglaterra
Eu aprecio minhas feridas
Em um solo inundado de suor
Bebo, me recordo como um rei
Quando eu embalo o inferno às estrelas
Como amantes em meus braços
Acalentei víboras em meu peito
O veneno impinge as mais valiosas artes
Do diabo e da sacerdotisa
Assim eu regerei novamente
Pelo poder de uma canção
Tocada em uma tempestade
Pelos fantasmas de Avalon
E tudo em união se curvará a mim
Da morte eles ascenderão
Para sussurrar as mazelas da guerra
Para mexer com o lado sombrio nos homens
O princípio do plano-mestre do black metal

(1) Caliburn = O mesmo que Excalibur, a lendária espada do Rei Arthur.

(2) Pendragon = Sobrenome que o Rei Uther ganhou na noite em que Lady Igerne dava à luz o Rei Arthur. Segundo a lenda, naquela noite o rei observou no céu a aparição de uma estrela na forma de um dragão e com isso a noite fora banhada numa luz vermelha como sangue. Pendragon é uma junção de Pentagram (Pentagrama) com Dragon (Dragão).

(3) Camlann = O nome do campo de batalha onde o Rei Arthur foi gravemente ferido.

(4) Augean = Referente ou pertencente ao rei grego Augeas, cujo estábulo (com mais de 3000 cabeças de gado e sujo há quase 30 anos) foi limpo por Hércules como uma de suas 12 tarefas.
O termo "Augean" significa imundo, sujo, emporcalhado, deturpado.

(5) Morganna = A meia-irmã do Rei Arthur. Seu nome completo era Morgane le Fay e desde cedo ela se interessou pelos segredos da magia negra, tornando-se uma feiticeira. Foi por causa dela que Arthur descobriu a relação entre Lancelot e Lady Guinevere. Morgane acabou desempenhando um papel-fundamental na vida de Arthur.

(6) Náiades = Divindades mitológicas inferiores, que presidiam aos rios e às fontes; a ninfa dos rios e das fontes.

(7) Banshees = demônio ou diabo (feminino) da morte. Uma pequena fada no folclore irlandês que avisava de uma morte iminente na família através de gemidos e gritos de dor.

(8) Avalon = Na mitologia Céltica, uma ilha representada como um paraíso terrestre dos mortos, localizada nos mares do Oeste. No romance medieval, Avalon era a ilha encantada onde a espada do Rei Arthur foi forjada e onde ele foi levado para ser curado após sua última batalha. Supostamente onde fora enterrado também.

(9) Albion = A forma como os antigos romanos chamavam a Bretanha.




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Sobre Fernando P. Silva

Fernando Silva é membro do Whiplash! e responsável pela seção de traduções. Colaborando com o site há mais de 5 anos, é quem organiza e revisa todas as traduções que são publicadas nesta seção, contando também com o auxílio de amigos e colaboradores do site. Eclético, curte desde o blues e um bom rock n' roll até o melhor do hard e do heavy, sendo o Metallica (até a eternidade) sua banda preferida. Correções de material postado anteriormente, críticas ou sugestões para novas traduções podem ser feitas através do contato direto com o autor.

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adGoo336|adClio336