Monsters Of Rock 2015: o festival vai deixar saudades

Resenha - Monsters Of Rock (Arena Anhembi, SP, 26/04/2015)

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Por Claudio Medina Junior
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O texto representa opinião do autor, não do Whiplash.Net ou dos editores.

Nos dias atuais, é raro de se ver grandes eventos de Rock em solo brasileiro, com organização e atrações de peso, como se via na década de 1990. E é justamente um dos Festivais dessa época que está sendo resgatado agora e com muito sucesso, o Monsters Of Rock. Realizado pela segunda vez consecutiva na Arena Anhembi, um espaço amplo que comportou bem a demanda de público, tanto no acesso quanto na área interna. Sem registros de brigas, empurra-empurra ou desentendimentos de grandes proporções, esta edição do evento foi um exemplo de organização, contrariando a tese de muitos céticos que afirmam ser impossível realizar algo dessa magnitude no Brasil.

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Como sou cadeirante, iniciarei falando rapidamente do tratamento dado no evento ao público portador de necessidades especiais. Quem chegava era acompanhado de perto por bombeiros da entrada até as áreas reservadas. Havia duas destas áreas na Arena, ambas elevadas e localizadas do lado esquerdo, uma mais próxima do palco e a outra nem tanto. Banheiros também eram acessíveis, pelo menos os que eu fui. Enfim um saldo bem positivo, poucas vezes visto em outros eventos. Eu por opção preferi ficar no meio da galera mesmo, e não tive nenhum problema ou algum tipo de risco, o público do Rock é muito respeitoso e valeu muito a pena estar ali!

Minha visão do palco, na parte esquerda da grade
Minha visão do palco, na parte esquerda da grade

Um ponto negativo deste evento a se destacar, com certeza, foi o preço abusivo dos comes e bebes no interior da Arena. Mesmo com o atual momento financeiro de nosso país estando em crise, com quase tudo aumentando os custos, acho que foi exagerado demais o superfaturamento dos produtos no evento. Um copinho de água a 6 reais, pastel a 9 reais, uma camiseta oficial do evento na bagatela de 100 reais, só pra citar alguns exemplos absurdos. Enfim, é algo a ser reavaliado com cuidado para as próximas edições.

Algo que era preocupação de muitos, por se tratar do numero grande de bandas, era com relação a atrasos e as montagens de palco. Mas foi admirável ver a programação ser cumprida com pontualidade britânica, tudo certinho. Houve pouquissimos atrasos entre um e outro show, coisa de 10 minutos em alguns casos isolados. A única exceção a regra foi o show do Kiss que estava marcado para as 22:30 do domingo mas se iniciou por volta das 23:15, algo claramente aceitável devido a grande produção de seu palco cheio de pirotecnia e efeitos, e como era a banda que fechava a noite, não houve prejuízo nenhum por essa demora no horário.

Pois bem, falemos um pouco de cada show, começando do dia 25. O sabadão veio com um sol escaldante castigando os fãs que chegaram cedo na Arena, inclusive este que vos fala. Do fim de tarde até a noite tivemos uma garoa bem fria típica de São Paulo, mas nada que desanimasse os presentes. OK, vamos as apresentações de cada banda.

DE LA TIERRA

Quem teve a honra de abrir o Festival foi este supergrupo latino, formado por dois argentinos, um mexicano e um brasileiro, o nosso grande Andreas Kisser. Fazendo um Heavy Metal cantado em espanhol e até uns trechos em português, eles não decepcionaram. E apesar de um set bem curto, conseguiram mostrar seu trabalho pra galera com alta performance, e saíram ovacionados no final. Destaque para as faixas ‘San Asesino’, ‘Chaman De Manaus’ e um cover de ‘Polícia’.

PRIMAL FEAR

Em seguida veio o Power Metal alemão, comandado pelo frontman Ralf Scheepers e sua trupe. Todos os integrantes tem muita presença de palco e são muito competentes. Há de se destacar o alcance vocal do Scheepers, bem potente ao vivo. Sem esquecer também do mais novo batera, nada menos do que o nosso Aquiles Priester. Músicas de peso como ‘Angel In Black’ e ’Metal Is Forever’ fizeram a vez, e assim como a banda anterior, eles também foram aprovados pelo público presente.

COAL CHAMBER

Depois, foi a vez do chamado Nu-Metal fazer barulho na Arena, com uma banda que apesar de não ser muito conhecida por aqui, já existe há mais de 20 anos. Eu diria que eles tem qualidade, mas o estilo deles ficou totalmente fora dos padrões aceitáveis pelo público desta edição, consequentemente não foram muito bem aceitos. Dizem que se eles tivessem participado em 2013 do Monsters, junto com as outras bandas do estilo que aqui estiveram, eles teriam se saído melhor, e eu concordo. Enfim, não foram vaiados, mas também não receberam muito retorno afetivo dos presentes.

RIVAL SONS

Era a hora de voltar no tempo, com essa banda que nasceu em 2009, mas que traz em seu som fortes raízes dos anos 1970. O show deles faz você se sentir como naqueles festivais antigos, pela sonoridade e simplicidade no palco. O batera Mike Miley veio com uma camiseta do Brasil, tática manjada mas que sempre agrada a galera. O vocalista Jay Buchanan tem um jeito bem peculiar de atuar, canta bem, e visto de longe até lembra um pouco com Jim Morrison. As músicas com cara e jeito de Classic Rock alegraram bastante a plateia que cantaram junto, e ao final da apresentação podia se ouvir fortes coros dizendo: ‘Rival Sons, Rival Sons’. Sim, eles passaram no teste.

BLACK VEIL BRIDES

O show mais polêmico do Festival, e vamos aqui aos motivos. Eles são jovens, tem um visual estranho e tocam um estilo Metalcore. Até aí nada disso é problema, eu mesmo gosto de muitas bandas que não são exemplo no visual. Quanto a sonoridade, o BVB não é uma banda ruim, com exceção do vocal que achei fraco, mas a parte instrumental é bem legal. Então qual foi o problema? Primeiramente, foram escalados pra abrirem pro Motorhead, péssima ideia mas aí não foi culpa deles. O erro que eles cometeram pra mim foi se acharem a melhor banda do mundo e desrespeitarem o público, pois pra quem não esteve lá ou não reparou, antes de serem vaiados, o vocal Andy Biersack já nervosinho com os coros de ‘Motorhead Motorhead’, foi e mostrou o dedo do meio pra galera, ou seja, foi imaturo. Depois disso que vieram as vaias, que não são legais, concordo, mas são justificáveis, não pelo som ou pelo visual da banda, mas por essa atitude do vocal. E pra piorar, depois saíram do palco sem saudar o público, como umas crianças birrentas. Vi muitas meninas adolescentes chorando e com camisetas deles, cadê o respeito a esses fãs? E na boa, o que eles queriam? Serem recebidos como o Ozzy ou o Kiss? Que todos soubessem suas músicas de cabeça? Repito, a banda não é ruim, tem futuro, mas precisam descer um pouco do salto.

MOTORHEAD

Chegava a hora das bandas chamadas ‘grandes’, e a primeira do dia era o Motorhead. O palco sendo preparado, imagens com o nome da banda no telão, estava tudo certo. Ate que de repente, eis que aparece um dos organizadores do evento dizendo que tinha duas notícias, uma boa e uma ruim. A ruim era que infelizmente o Lemmy tinha ficado doente e não poderia se apresentar. Foi um balde de água congelada na galera, uns até se revoltaram, muitos iriam ver o Motorhead pela primeira vez ao vivo, como este que vos fala, mas o sonho tinha acabado, foi uma sensação muito triste na hora, só quem esteve lá sabe. Bem, a boa notícia era que rolaria uma Jam entre Phill Campbell e Mikkey Dee com os caras do Sepultura, e foi o que aconteceu. Tocaram uns três ou quatro sons do Motorhead, foi legal apesar de não ter tirado a tristeza da ausência do Lemmy, mas achei válido como uma forma de respeito ao público presente. Triste por não ter visto o Lemmy, mas feliz em saber que ele se recuperou, pois já tocou em Curitiba poucos dias depois. Quem sabe um dia ele volte, é esperar e torcer, não tem jeito.

JUDAS PRIEST

A galera ficou bem abalada com a ausência do Lemmy, mas o festival tinha que continuar, e a noite de sábado ainda reservava duas grandes atrações. O Priest era a única banda que estava escalada para os dois dias do evento, e por esse motivo, eu particularmente achei que eles fossem se preservar um pouco na primeira noite, ahahaha, puro engano meu. Foi o melhor show de todo aquele dia, disparado de longe. Banda super afiada, o Faulkner parece que está ali faz uns trocentos anos de tão entrosado com os caras. O Halford não poupou a voz em nenhum momento, atingiu uns alcances vocais que eu não acreditava mais que ele conseguisse chegar, me surpreendeu. Apresentação recheada de clássicos, enfim, foi memorável.

OZZY OSBOURNE

Era a hora da principal atração do dia, o Sr. Madman. Podem dizer que ele ta velhinho, que ele ta vivo por milagre, que ele não canta bem, tudo é aceitável. Só não podem contestar a importância que ele tem na história do Rock, e como ele é adorado e respeitado. Este foi meu terceiro show do Ozzy, e posso dizer que em qualidade os anteriores foram melhores, não só na voz dele mas também na banda, seus novos companheiros são bons músicos e só, Gus G por exemplo está anos-luz atrás de Zakk Wylde, na minha humilde opinião. Mas apesar disso, não comprometeram o show. Já no item animação esse show foi melhor que os outros dele que eu vi, o Ozzy parece uma criança no palco, muito legal ver ele se divertindo e animando a gente, aliás, a galera que levou jatos de água dele que o diga. Não quis ver setlists antes do show, preferi o lance da surpresa dessa vez, e gostei de ver ele cantando sons como ‘Fairies Wear Boots’ por exemplo, e apesar de ter cometido o grave erro de excluir ‘No More Tears’ do set, o show foi ótimo e fechou muito bem a primeira noite do evento.

Depois de um dia cheio, era hora de recarregar as baterias e tentar descansar, pois o que estava por vir era mais um dia cheio de grandes emoções. O dia 26 veio com uma temperatura ainda quente, mas bem mais agradável do que o dia anterior, ficando o céu nublado em boa parte do tempo e sem garoa desta vez. Tudo preparado, vamos as apresentações do domingo.

DR. PHEABES

Esta foi a banda que abriu os trabalhos no domingo. Eles estiveram também na edição anterior do Festival, em 2013, mas não animaram muito. Era nítido que estavam ali porque foram convidados por alguém, e não por sua qualidade musical. Achei eles sem criatividade, tanto que apelaram pra uma moça fazendo pole dance no palco mas não adiantou, porque não agradaram a galera. Não citarei nomes de bandas pra não ser injusto, mas tinham muitas outras opções de bandas nacionais que poderiam ser chamadas ao invés desta e que seriam bem mais aceitas. Aliás, acho que deviam ter escalado pelo menos duas bandas brasileiras em cada dia do evento, fica a dica pra organização, temos um produto interno de alto nível também, basta saber selecionar.

STEEL PANTHER

Quando esses karas saíram de Hollywood, jamais eles imaginariam o que iriam encontrar por aqui. Mulheres lindas, e um público fervoroso. O show desses caras é muito divertido, mas a sonoridade deles é algo sério, tocam com muita qualidade sim, melhor que muitas bandas. Fazendo um Glam Metal influenciados por Poison e Motley Crue, suas letras satíricas animam a galera, e quando meninas mostram os peitos e aparecem no telão aí o delírio é geral. Não contente em vê-las pelo telão, o vocal Michael Starr chamou algumas dessas meninas pra cima do palco, daí virou uma festa total. No geral, eles agradaram a plateia, com música e muita diversão, porque Rock N’ Roll é isso e ponto.

YNGWIE MALMSTEEN

Dos chamados nomes conhecidos ou já consagrados, este foi o show que menos me empolgou. Já tinha visto o Malmsteen em um show aqui em SP, em 2007, e naquela ocasião foi bem mais intenso. Desta vez agora, achei ele meio desanimado e sem interação, o baixista conversou mais com a plateia do que ele próprio. Muitas músicas conhecidas ficaram de fora, como ‘You Don’t Remember’, e a única que poderia animar que foi a ‘I See The Light Tonight’ ele fez uma versão diferente e mais rápida, não ficou legal. Não recebeu vaias mas não agradou, o show gringo mais fraco do dia.

UNISONIC

Hoje eles fazem um som mais Hard Rock, mas com certeza quem foi a nostalgia neste show foram os fãs de Power Metal, ou mais precisamente, do Helloween. Com Michael Kiske e Kai Hansen no palco, era impossível não voltar uns anos na memória. Apesar disso, este trabalho novo deles é de muita qualidade e deve ser ouvido com muita atenção. Faixas como ‘Not Gonna Take Anymore’, ‘For The Kingdom’ e ‘Unisonic’ são ótimas ao vivo e foram cantadas pelos fãs presentes. Mas claro, o ápice do show foi a dobradinha clássica ‘March Of Time’ e ‘I Want Out’. Durante toda a apresentação, podia se ouvir nos intervalos entre um som e outro os coros de ‘Kiske Kiske Kiske’, e foi muito legal de ver como ele estava feliz em estar ali, super a vontade com o público, até se deitou no palco. Incrível como ele é amado e respeitado pela galera, e que ele por sua vez retribui muito bem esse carinho, com bastante interação e sua voz sempre potente. Showzaço, tomara que voltem mais vezes para shows isolados.

ACCEPT

Finzinho de tarde e o show que eu mais queria ver estava chegando. Se tinha ainda algum desinformado achando que o Accept tinha acabado com a saída do UDO, este rapidamente viu que estava errado. Incrível como o vocal Mark Tornillo já tem a cara da banda, parece que está lá desde o início, e como ele canta bem. Wolf Hoffmann é um maestro, além de ser um ótimo guitarrista, ele interage bastante com os presentes. A apresentação foi recheada de clássicos, e também de faixas dos álbuns mais recentes, que aliás são muito bons. ‘Stalingrad’ foi cantada como se já fosse um clássico conhecido há décadas, assim como ‘Final Journey’ que também foi muito bem executada. Outras já consagradas como ‘Princess Of The Dawn’ e ‘Fast As A Shark’ mantiveram a galera ligada nos 220 volts. O coro feito pela plateia em ‘Metal Heart’ foi emocionante, melhor momento do show pra mim. ‘Balls To The Wall’ fechou com chave de ouro. Melhor show deste Monsters 2015, sem dúvidas.

MANOWAR

Eles haviam prometido se redimir de sua última passagem por aqui, e certamente conseguiram. Pra começar, fizeram o show com o volume mais alto do Festival, com seus amplificadores enormes. Com uma apresentação sendo 95% de músicas consagradas, como ‘Manowar’, ‘Metal Daze’ e ‘Batlle Hyms’, eles dominaram a plateia. Todos cantaram junto com a banda e mantiveram os braços erguidos durante quase todo o show. Eric Adams mostrou que o tempo ainda não afetou o seu poder vocalístico, o cara ta cantando pra caramba. Joey DeMaio é um show a parte, com sua forma característica de tocar o seu baixo, além de ser um comandante no palco. Joey fez um discurso em alto e claro português, sem ler papel nenhum, não sei se ele decorou aquilo tudo ou se ele manja da língua mesmo, mas foi perfeito. Só achei bobeira aquelas cordas quebradas por ele no fim do show, mas acho que faz parte da encenação deles em mostrar a fama do ‘eu sou foda’. Nunca fui muito fã desses caras, mas o show deles realmente surpreendeu, muito bom e agradou a todos.

JUDAS PRIEST

Mais uma apresentação daqueles que foram escalados no cast do Festival como ‘Special Guest’. Poucos apostavam que eles seriam um dos principais destaques do evento, tipo ‘ah estão velhos’. Quebrou a cara quem pensou assim, o Priest continua muito bem afiado. Seria praticamente impossível superar o show da noite anterior que beirou a perfeição, mesmo assim quem foi a Arena somente no domingo ficou bem satisfeito ao ver um desfile de clássicos do Metal, e uma boa performance dos integrantes no palco. Quem não se empolga em ver Halford entrando no palco com sua moto? Ou em ver o Tipton solando? Ou ainda na hora que Scott inicia a Painkiller? Enfim, vida longa ao Priest porque eles representam o Heavy Metal com autoridade.

KISS

Você pode até não ser fã das músicas do Kiss, mas um show como o deles você certamente nunca mais vai ver na sua vida. Com muitos efeitos pirotécnicos, luzes e explosões, eles facilmente impressionam aos presentes. A bateria de Eric Singer se eleva a vários metros do chão do palco, a guitarra de Tommy Thayer dispara rojões, Gene Simmons voa alto puxado por cabos, e Paul Stanley passa de tirolesa sobre as cabeças da galera. Além de tudo isso, é claro, a trilha sonora agita e é cantada por todos. Sons como ‘I Love It Loud’, ‘Detroit Rock City’ e ‘Love Gun’, entre muitos outros clássicos, são presenças garantidas. Só um detalhe negativo a citar, a voz do Paul não está legal, mas acredito que seja por um problema que ele teve nas cordas vocais uns anos atrás, e também já é um pouco do sinal da idade. Ainda bem que ele compensa isso e muito bem sendo carismático no palco. ‘Rock N’ Roll All Night’ traz um final apoteótico com os famosos papéis picados, anunciando o fim da festa. Depois, ainda tivemos uma linda queima de fogos ao som de ‘God Gave Rock N’ Roll To You’ tocando de fundo, o que emocionou muitas pessoas.

E assim se encerrou o evento. A satisfação nos rostos das pessoas que se dirigiam a saída do local era nítida. Aos que foram nos dois dias do Festival, quem foi só no sábado ou só no domingo, não importa, todos terão muitas histórias para contar, além de orgulho eterno em dizer ‘Eu Estava Lá’.

Não encontrei informações oficiais do Festival, mas soube de algumas fontes que o público presente foi de aproximadamente 53 mil no sábado, e 57 mil no domingo. Tinha gente do país todo, vi pessoas do Piauí, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Pará, e até pessoas com bandeiras de outros países, como Chile, Paraguai, Peru e Venezuela.

MRossi
MRossi

O Monsters Of Rock 2015 vai deixar saudades, me lembrarei eternamente. Espero que tenhamos Edições tão boas como esta em um futuro muito próximo.

Viva o Rock!

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Sobre Claudio Medina Junior

Meu nome é Claudio, tenho 30 anos e moro em Santo André - SP. Sou cadeirante, formado em Gestão Ambiental e amante de Rock. Fã desde criancinha dos Guns N´ Roses (o original!), e atualmente ouvindo muito Heavy Metal, de Iron Maiden a Scorpions, passando por Avantasia e outras maravilhas. O Rock N´ Roll tá no sangue!

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