Suicidal Tendencies: Uma noite de caos inesquecível em BH

Resenha - Suicidal Tendencies (Music Hall, Belo Horizonte, 06/05/2012)

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Por Mário Pescada, Fonte: Mondo Metal
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Para comemorar seus 13 anos de atividades, a loja/gravadora 53HC realizou a Flaming Hell IV e trouxe para a capital mineira uma das bandas de skate rock/crossover/hardcore mais importantes e influentes da história desses estilos: os californianos do SUICIDAL TENDENCIES (EUA) com seus 30 anos de estrada na bagagem.

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Acompanhando o ST nessa pequena tour de quatro shows pelo país, foram convidadas as bandas POSSUÍDOS (MG) e D.F.C. (DF). Depois de BH a banda seguiu para mais 3 shows: 05/05 Santos, 06/05 e 09/05 São Paulo.

Devido a um atraso, não pude presenciar o POSSUÍDOS (MG). Ainda não tive a oportunidade de ver a banda ao vivo, mas eles estão crescendo e conquistando seu espaço no underground mineiro.

Para fazer um esquenta do que estaria por vir, os brasilienses do D.F.C. sobem ao palco do Music Hall já com um público razoável. Dispararam seu hardcore/crossover bastante veloz e suas letras políticas com alguns toques de humor (ainda que negro, é verdade). Em pouco menos de 1 hora, tocaram quase que sem intervalos petardos como Boletim de Ocorrência (nova), Possuído Pelo Cão, O Mal da Liberdade, Sou o Mesmo Filho da Puta, Cidade de Merda (uma “homenagem” a Brasília, segundo a banda), Petróleo Maldito, Vai Se Fuder No Inferno entre outras.

Assim como da última vez que estiveram aqui, concentraram o show em cima do CD Igreja Quadrangular do Triângulo Redondo (1996). Fizeram mais uma vez um ótimo show, fazendo o público dar um pouco de trabalho aos seguranças por causa dos stage dives (chegou até a rolar um princípio de confusão, mas nada grave) e com o vocalista Túlio agitando muito e cantando super rápido. Fecharam com a esperada Molecada 666 e sua letra provocando os fãs de black metal.

Pontualmente às 22:30 h o SUICIDAL TENDENCIES entra no palco já ao som do dedilhado de guitarra de You Can´t Bring Me Down. Pronto, já foi o suficiente para deixar o público mineiro louco e se acotovelando. Quando Mike Muir disparou “What The Hell’s Going On Around Here?” (Que Diabos Está Acontecendo Aqui?), foi o sinal para começar o caos.

O público agitou muito, cantou e vibrou com a banda o tempo todo. Em uma hora e meia de show, tocaram Institutionalized (talvez a mais esperada da noite), Sublimal, Join The Army, War Inside My Head com seu refrão repetitivo, Possessed To Skate para alegria dos skatistas presentes, Cyco Vision (com direito a um wall of death), Freedom, I Saw Your Momy..., How Will I Laugh Tomorrow, Send Me Your Money e Memories Of Tommorrow (a mesma que o SLAYER fez uma versão matadora alguns anos atrás). Sem querer bajular (sou fã de carteirinha há muitos anos da banda), uma coisa não tem como negar: foi um dos shows mais insanos que BH já teve o prazer de assistir.

Além de Mike Muir, que não parou de agitar, hoje o ST conta com Eric More (bateria), o bom Steve Brunner (baixo), Dean Pleasnts (guitarra) e o ótimo guitarrista Mike Clarck, que apesar da idade, parecia um garoto em cima do palco. Todos foram muito simpáticos com o público e nem se incomodaram com a quantidade de gente que subiu em cima do palco (para trabalho do roadie que tinha que ficar empurrando o povo de volta para a pista). Voltaram para um bis curto: I Want More e Pledge Of Allegiance.

Era meia noite quando o caos acabou para fim de uma noite inesquecível!

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Sobre Mário Pescada

Mineiro, leitor compulsivo, ouvinte de todas as vertentes do rock - do blues ao grindcore. Valoriza mais a honestidade e entrega em cima do palco do que a técnica. Guarda os flyers dos shows que vai como se fossem relíquias.

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