Capital Inicial: Show com repertório baseado no último e grande álbum
Resenha - Capital Inicial (ATL Hall, Rio de Janeiro, 26/10/2003)
Por Anderson Guimarães e Luiz Henrique Mendes
Postado em 26 de outubro de 2003
Fotos: Anderson Guimarães
Sábado à noite e show do Capital Inicial na cidade, nossa equipe não teve dúvidas em cobrir ou não o evento, especialmente por ser na melhor casa de shows do país. O ATL Hall (agora Claro Hall) possui uma infra-estrutura de primeiro mundo. Seria nota dez, se não fosse pela já famosa (falta de) educação dos "seguranças".
Mas este pequeno detalhe não conseguiu tirar o brilho da noite. Aproximadamente 8 mil pessoas lotaram até o camarote da casa para prestigiar a banda. O Capital Inicial entrou no palco deixando os fãs em polvorosa com a música 1.200 volts. O vocalista Dinho Ouro Preto é um cara que não para um segundo, pula de um lado para o outro, conversa com a galera, dá a mão aos fãs e canta fielmente aos álbuns da banda.
Capital Inicial - Mais Novidades
É preciso ressaltar que o Capital Inicial é seguramente a maior banda de Rock N’ Roll do Brasil. O álbum "Acústico Mtv" tirou-os do ostracismo e fez a banda voltar com material inédito no ótimo "Rosas e Vinho Tinto". O show deles é muito bom, tecnicamente perfeito e com a banda extremamente entrosada. A parte de som e luz também estava impecável.
O repertório não poderia ser melhor, pois contou com os maiores clássicos do grupo. Do acústico, tocaram "Tudo o que vai", "Eu vou estar", "Passageiro", "Veraneio Vascaína", "Independência" e os grandes sucessos: "Natasha", "Primeiros Erros" e "Fátima".
Porém nada mais justo do que basear o repertório no último e grande álbum. E foi uma grata surpresa ver como o público delirou em músicas como "Á Sua Maneira" (muito tocada em rádios), "Quatro Vezes Você", "Olhos Vermelhos" e "Mais". Estas músicas foram muito bem recebidas pela galera. Uma das mais celebradas foi "Que país é esse?" da Legião Urbana. Basicamente TODOS os presentes na pista pularam no refrão dessa música.
O ex-Viper Yves Passarell tem uma presença de palco muito melhor do que Loro Jones e a escolha não poderia ter sido melhor. Os irmãos Fê e Flávio Lemos são uma das cozinhas mais seguras do rock nacional.
Parabéns ao grande público que agitou sem brigas e á banda pelo profissionalismo e grande espetáculo. Ah, e para você que não foi, meus mais sinceros pêsames... Você não sabe o que perdeu!
Agradecimento especial a Bianca Senna (ATL Hall).
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O hit da Legião Urbana que foi mal interpretado como apologia ao fascismo
A criança que irritou Joey Ramone a ponto de inspirar um clássico dos Ramones
U2 volta ao Brasil no início de 2027, diz portal de notícias
As quatro bandas que Dave Mustaine incluiria em um novo Big Four
A formação do Black Sabbath que não funcionou, na opinião de Geezer Butler
Regis Tadeu elege melhores e piores shows do primeiro fim de semana do Rock in Rio 2026
65 grandes músicas gravadas por Dave Mustaine, que completa 65 anos neste domingo
Quando The Edge pensou em abandonar o U2 por causa dos egos inflamados
A música do Judas Priest que tem um dos solos "mais gloriosos" do metal, segundo Rob Halford
As dez melhores músicas de thrash lançadas entre 2000 e 2020, segundo a Metal Hammer
Os dois piores álbuns da discografia do Kiss segundo seu vocalista Paul Stanley
Em 1986, leitores da Kerrang! escolhiam os melhores discos do ano
As duas músicas do Judas Priest que Rob Halford detesta: "Lixo, só clichês"
A música que Bruce Springsteen escreveu tentando criar o maior rock de todos os tempos
O disco do Iron Maiden com Blaze Bayley que a Metal Hammer considera "metade de um clássico"
O indiscutível maior fenômeno do rock brasileiro dos anos 1980, segundo Roberto Frejat
David Gilmour apresenta "guitarra especial" que ficou com pena de leiloar e usou no disco novo
Tarja Turunen explica por que é difícil morar nos países nórdicos

Revista Veja Rio diz que bandas de rock não conseguem lotar o Rock in Rio: "Flopou"
4 clássicos do rock nacional em que a melhor parte não é o refrão
A única banda de rock nacional que não virou peça de museu, segundo Regis Tadeu
Deicide e Kataklysm: invocando o próprio Satã no meio da pista



