Café com Rosas: Reunião do Oasis? Não, Obrigado!

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Por Guilherme Fernandes, Fonte: Café com Rosas Blog
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Falar sobre reuniões hoje dá ibope. Toda e qualquer possibilidade de reunião de bandas clássicas (ou não tão clássicas assim) são imediatamente noticiadas, deixando seus fãs ávidos por mais informações e gerando expectativas e frustrações a cada nota divulgada na imprensa especializada.

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Enquanto pipocam informações sobre o Black Sabbath, Guns N’ Roses, Sepultura e outras bandas, as possibilidades de reunião são comentadas, defendidas e repudiadas pelos seus admiradores e detratores.

Na contramão de todas essas noticias sobre reuniões, decidi pensar sobre bandas que eu não deveriam se reunir, pelo menos por enquanto. E o único nome que me vem à cabeça é o Oasis.

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Pode parecer estranho querer tal coisa, uma vez que sempre acompanhei a ótima carreira dos irmãos Gallagher. Estive presente em 2001 no memorável show que eles fizeram aqui no Brasil, no Rock In Rio 3 e confesso que ficaria feliz se as diferenças entre os irmãos fossem resolvidas e eles voltassem a trabalhar juntos em um futuro próximo.

No entanto, não agora.

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Separados, as mentes criativas do Oasis estão superando as expectativas até do mais fanático admirador dos irmãos encrenqueiros de Manchester. A criatividade que, em minha opinião, ficou esquecida depois do excelente "Standing of the Shoulder of Giants", agora transborda no Beady Eye e no Noel Gallagher's High Flying Birds.

É notável que Noel preferiu seguir o lado mais experimental, menos rocker, e, porque não, mais reflexivo em seu projeto. A liberdade criativa, antes contida, agora está presente em cada música, desde a épica "Everybody's On The Run" até a ótima "AKA... Broken Arrow", que garante a diversão dos fãs do Oasis e atrai novos admiradores de seu cartel de sonoridades sofisticadas.

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Enquanto isso, Liam e seu Beady Eye seguem uma pegada mais visceral, mais próxima dos primeiros álbuns do Oasis. Aqui a sofisticação está na simplicidade de suas ótimas composições. É claro que para a banda, composta por todos os integrantes da última formação do Oasis, exceto Noel, músicas como "Bring The Light" e "Four Letter Word" são passos naturais, confortáveis, dentro do estilo.

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O fato é que, separados, os irmãos Gallagher nos proporcionaram duas ótimas bandas, dois ótimos trabalhos com boas abordagens dentro do contexto que cada um buscou. Enquanto juntos, no Oasis, pareciam não estarem mais dispostos a brindarem seus fãs com bons álbuns. Ao que parece, hoje as possibilidades de termos ótimos álbuns, com boas surpresas provenientes de Liam e Noel Gallagher separados é maior que qualquer novo álbum do Oasis.

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Guilherme Fernandes
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