Tork: resenha de estréia ao vivo da banda em São Paulo

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Por Claudia Skobelkin, Fonte: Tork - site oficial, Press-Release
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O grupo TORK, formado por Marco Bavini (vocal), Eduardo Ardanuy (guitarra), Marcus Ardanuy (Baixo) e Gustavo Filipovich (bateria) se apresentou no último sábado, dia 20 de dezembro, no Teatro Dias Gomes, em São Paulo, para lançar seu primeiro CD, intitulado Tork.

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A banda entrou no palco às 21h30m e já na primeira música, Seu Caminho, carro-chefe do CD e cantada em coro pela platéia, surpreendeu o público pela produção do show. Durante essa canção, uma cortina branca mostrava imagens de um carro em alta velocidade, enquanto era possível ver a sombra dos integrantes da banda tocando ao vivo. Esse efeito especial tem relação direta com o nome da banda Tork, adaptação da palavra torque, que significa força, tração, potência.

Para os integrantes do conjunto, seu estilo musical é uma proposta que mistura o peso das guitarras, com melodias pop, em um discurso urbano que relata o cotidiano de qualquer metrópole, além de falar de carros, diversão e relacionamentos. Dava para sentir isso na musicalidade de cada um deles.

Em seguida, os músicos tocaram "Skydive", "tudo vai ser melhor" e "Alguém". Era nítida a química entre os integrantes da banda, a "veia" de tocar ao vivo, sem contar a técnica e qualidade musical da trupe.

O show também foi uma comemoração, pois o CD Tork demorou 2 anos de trabalho árduo para ficar pronto. E o resultado valeu a pena! O vocal rouco e rasgado no melhor estilo "rock and roll de Bavini", juntamente com a cozinha fantástica de Marcus Ardanuy e Filipovich, além da genialidade e criatividade dos solos de guitarra de Eduardo Ardanuy, considerado um dos melhores guitarristas do Brasil, fizeram do álbum tork,um achado no meio fonográfico. E era possível sentir essa *vibe* na troca de energia entre a banda e o público. A galera estava "pilhada" e compareceu em peso no show.

Na seqüência, vieram alguns covers, como "Suck my kiss" do RED HOT CHILLI PEPPERS, "Beautiful day" e "Vertigo" do U2, entre outros.

Efeitos especiais como sirenes que tocavam entre as músicas e lanternas que a banda usava para iluminar o público, completavam a proposta sonora do tork. Muito bem bolado. A banda passou a idéia de estar tocando em uma metrópole moderna, agitada, barulhenta e ao mesmo tempo caótica. Mais atual impossível.

Ainda foram executadas as músicas "Uma voz", "eternos", "coração de dragão", "Vôo livre" e do primeiro single, "Tork", "Seja como for", "Sem pressa" e "Colisão".

A surpresa da noite ficou por conta da versão que o grupo fez da música "Shine", do guitarrista Richie Kotzen, intitulada Mais e tocada na versão acústica por Bavini. Ficou linda!

Houve poucos erros e estes passaram despercebidos e não alteraram a alegria do show. A única coisa que faltou por parte da platéia, foi ter ficado de pé durante todo o espetáculo. O público, que interagiu muito bem com o tork e que ovacionava o grupo entre as músicas, só se levantou na segunda parte do show. Em show de rock não se fica sentado, por favor...

"O rock and roll não vai parar nunca. Estamos aqui", relatou Bavini antes do término do show. Contamos com o talento do grupo Tork para que muitas canções da banda ainda sejam criadas e várias gigs* sejam realizadas, assim eles poderão deixar a sua marca na história do rock. E como diz uma das letras, "sem pressa", "sigo em frente", "A minha história eu que vou contar".

Vida longa ao Tork!




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