Barão Vermelho: entrevista com o baixista Rodrigo Santos no PBI
Por Edu Santos
Fonte: Projeto Banda Independente
Postado em 30 de maio de 2009
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O Projeto Banda Independente realizou uma entrevista com Rodrigo Santos, baixista do BARÃO VERMELHO; confira um trecho:
PBI: Rodrigo, como andam os shows e o lançamento do novo trabalho?
"Estou fazendo uma média de 10, 12 shows por mês, às vezes chegando a 15. O quesito show está indo muito bem, aonde vamos, conquistamos mais público e voltamos nos lugares. Alem disso tenho feito semanalmente uma casa noturna do Rio de Janeiro como residência fixa e isso deu uma unidade muito forte à banda nos shows. A casa é a Melt no Leblon, temos tido publico de 500 pessoas por show em média e lá tenho colocado convidados e participações especiais, tornando o show uma grande festa. É um outro tipo de show, mais voltado à confraternização e à participação do público, colocando parte da minha história musical (Kid, Lobão, Barão, Britos, Blitz, etc) na seqüência das musicas. Paralelamente a isso preparo meu novo show, só com músicas autorais e inéditas, por conta do lançamento do meu segundo cd solo em abril, montarei um novo modelo, com cenário, luz, etc. O lançamento do cd será em maio no Rio e São Paulo e tem me deixado com muito prazer de fazer, é uma nova etapa novos desafios. Chama-se 'O Diário do Homem Invisível', o novo projeto (CD e show)".
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PBI: Como surgiu a idéia do projeto solo?
"Já era um sonho antigo e essa idéia tomou corpo quando resolvemos tirar férias com o Barão Vermelho. Na primeira parada (2001 a 2004) fui tocar com o Kid Abelha e a Blitz, tendo meu tempo totalmente dedicado a essas bandas. O Acústico MTV do Kid Abelha foi um projeto que adorei participar e realmente ficou muito bom. A turnê foi hiper bem sucedida e não tve tempo de parar pra fazer meu disco solo. Ainda tinha Os Britos no auge (fomos à Inglaterra, gravamos um Dvd muito legal). Depois que anunciamos a segunda parada em 2007, decidi me dedicar não só ao meu primeiro cd solo (Um pouco mais de calma) quanto à minha carreira solo. Era uma decisão tomada e que eu sabia que levaria tempo pras coisas começarem a acontecer. Hoje, um ano e meio depois de lançado o cd, fiz mais de 300 shows e meu sustento (e da minha família) vem daí".

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