Gary Moore: "Jack Bruce, o mais talentoso com o qual toquei"

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Por Rafael Glezer, Fonte: Nightwatcher, Tradução
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Apesar de seu amor pelo blues, o lendário guitarrista do Reino Unido GARY MOORE se manteve com a mente aberta sobre a sua carreira, ganhando crédito por colaborar com todos, desde OZZY OSBOURNE até ANDREW LLOYD WEBER.

"Eu já toquei com pessoas incríveis", disse ao Eveningnews24.co.uk. "OTIS RUSH, BB KING, ALBERT KING, BUDDY GUY, GEORGE HARRISON, MICK JAGGER... Eu até toquei em um disco do BEACH BOYS! De qual desses eu tenho mais orgulho? Bem, JACK BRUCE é muito talentoso, eu o amava nos seus dias no CREAM. Ele é provavelmente o músico mais talentoso com quem eu já toquei.

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A colaboração mais conhecida de Moore, porém, foi em seu tempo com o THIN LIZZY de Phil Lynott. A dupla se conheceu no final dos anos 60, quando Moore se juntou a Lynott em seu projeto SKID ROW, antes do THIN LIZZY, aonde eles tocaram por alguns meses até que Lynott saiu e Moore continuou para fazer dois álbuns com o SKID ROW antes de seguir carreira solo.

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Em 1974, Moore se juntou temporariamente com o THIN LIZZY entre dois álbuns solo, uma associação que foi refeita em 1979 no álbum 'Black Rose: A Rock Legend'.

"Vou te contar como isso começou". relembra Moore. "Ele disse 'encontre-me amanhã às 9h' e eu pensei 'O que? 9h da manhã - isso é muito rock n' roll'. Então eu o encontrei e andamos por Belfast até ele me levar a um restaurante chinês e me fazer pedir algo que ele sabia que eu não iria gostar só para que ele pudesse comer o meu prato também - e isso não acabou aí - ele sempre pegava o que era meu, bebidas, mulheres... mas eu o amava. Ainda sinto falta dele".

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"Phil foi um grande catalisador para o que estava acontecendo. Se você estivesse se sentindo desconfortável com algo que estivesse acontecendo, bastava falar com ele e ele iria trivializar aquilo - Eu estava preocupado com o punk e ele disse 'isto é apenas rock com alfinetes de segurança'".

"Nós estávamos saindo com os caras do SEX PISTOLS - Eu acho que o THIN LIZZY foi aceito pela comunidade punk porque nós não éramos muito mais velhos do que eles. Isso não aconteceu com bandas como YES e LED ZEPPELIN, eles eram vistos como dinossauros".

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O artigo completo (em inglês) se encontra neste link.




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Sobre Rafael Glezer

Estudante de engenharia elétrica pela POLI-USP, começou a ouvir rock com o show do Guns N' Roses no Rock in Rio III em 2001 e nunca mais parou. É fã de automobilismo e de guitarristas como David Gilmour, Slash, Jimmy Page entre outros. Escreve as matérias como hobby e nunca imaginou ter tantos leitores. Encontrado no twitter em @rafaelglezer.

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