Duff McKagan: baixista fala sobre "Chinese Democracy"

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Por Kako Sales, Fonte: AskMen.com, Tradução
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Matéria de 29/10/09. Quer matérias recentes sobre Rock e Heavy Metal?

AskMen.com entrevistou recentemente o músico Duff McKagan (VELVET REVOLVER, DUFF MCKAGAN’S LOADED, GUNS N’ ROSES). Trechos da entrevista podem ser vistos abaixo.

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AskMen.com: (O novo álbum do DUFF MCKAGAN'S LOADED) “Sick” tem uma sonoridade incrível e eu acho que é um reflexo de suas influências, mas é uma despedida dos seus dias com o GUNS e VELVET REVOLVER. O que você diria aos fãs de seus mais conhecidos trabalhos que estão interessados em adquirir este álbum?

Duff: Eu acho que o LOADED é uma banda única e acho que uma boa banda, pela minha experiência, é a grande soma de todas as suas partes. Cada cara trouxe algo para a mesa e nós pegamos as melhores partes e formamos um inteiro. A mesma coisa com o VELVET REVOLVER; você ainda tinha Slash e eu, você tem aqueles elementos, mas você tinha Scott Weiland lá e Matt (Sorum) como compositor e ainda Dave Kushner – você pega as melhores partes deles. Com o LOADED, nós sempre fomos um tipo de centro-esquerda; não somos uma banda comercial. As pessoas dizem que (“Sick”) é mais punl-rock, mas punk-rock para mim era uma coisa que eu experimentei e eu toquei em muitas bandas de punk-rock, mas isso foi há muito, muito tempo. Com certeza eu não estou voltando, não estou retornando àqueles tempos.

AskMen.com “Sick” soa bem cartártico e retrospectivo; você pode nos dizer por que tipo de coisa você estava passando durante a composição do álbum?

Duff: Você sabe, as letras que eu escrevi para o GUNS ou para o VELVET or mesmo coisas antes disso, foram sempre diretas, algo que aconteceu comigo ou uma observação minha. Nesse álbum, definitivamente há muitas observações, como “Mothers’s Day”. Eu peguei três histórias de três amigos meus que morreram por causa de overdose de drogas e compus sobre uma mulher. Então eu tento tirar um pouco da história real e não ser tão direto assim. Mas há músicas como “Wasted Heart” e “IOU” que são tipo que poemas para minha esposa. E há músicas que são alegres, como “Flatline”, é um single, um clássico término de relação. Não é nada que tenha acontecido comigo diretamente, mas todos nós nos sentimos daquele jeito com uma garota, ou se você for uma garota, você já sentiu daquele jeito com um cara. Mas estou tentando me afastar de canções autobiográficas. Eu estou escrevendo muito agora para a Playboy e (para o jornal) Seattle Weekly, então estou aprendendo como escrever e me tirar da história. Estou escrevendo semanalmente para o Weekly e eu não quero que as pessoas saibam tudo sobre mim. Então como faço isso? Como eu conto para as pessoas sobre algo que fiz mas não conto tanto sobre mim mesmo? Então eu tento fazer isso com minhas músicas, mas há músicas que influenciaram minha vida, uso de drogas, tristeza, e as coisas boas.

AskMen.com: O que você achou do (álbum do GUNS N’ ROSES) “Chinese Democracy”?

Duff: É engraçado... Tantas pessoas têm me perguntado isso e eu tenho que descobrir por que as pessoas acham que a minha opinião tem importância... Eu acho que o Axl (Rose) fez um ótimo trabalho naquele álbum e, independentemente disso, as músicas e a banda são uma coisa completamente diferente, então para eu realmente comentar sobre a banda, eu deveria também fazer um comentário sobre o novo álbum do SLIPKNOT. Isso foi tirado de mim há muito tempo. Nós (GUNS) fizemos nosso último álbum em 92 ou 93 – isso foi há 16 anos. Isso é uma vida pra mim. Eu ainda usava drogas naquela época... Então, faz muito, muito tempo para mim. É ótimo (o “Chinese Democracy”). Há músicas nele que eu eu gosto e há músicas nele que eu não gosto, como em qualquer outro álbum.

Leia a entrevista na íntegra no link abaixo.

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Sobre Kako Sales

Mineiro de Januária, baterista autodidata, cresceu em ambiente familiar ligado à música popular e erudita. Seu pai chegou a fazer pequenas turnês com bandas da Jovem Guarda como tecladista no fim da década de 70. Aos 10 anos, iniciou os estudos de teoria musical e piano clássico. Teve o primeiro contato com o mundo do metal ao escutar o CD Angels Cry do Angra, aos 15 anos. Desde então tem se dedicado a conhecer, colecionar e difundir o melhor do metal brasileiro e mundial. Graduado em Letras/Inglês, principalmente por influência da língua-mãe do rock, tem como principais ícones do metal as bandas Angra, Symphony X, Dream Theater e Opeth.

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