AC/DC: "uma das poucas bandas que usam o mesmo vestiário"

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Por Anderson Alves, Fonte: AC/DC Brasil.net, Tradução
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Matéria de 01/03/10. Quer matérias recentes sobre Rock e Heavy Metal?

"Que eles se fodam", diz o vocalista Brian Johnson.

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O AC/DC sobreviveu às eras do vinil e cassetes 8-track, mas Brian diz que a banda teria acabado se a amizade entre os membros mostrassem sinais de enfraquecimento.

"O AC/DC pode morrer amanhã, honestamente, se os rapazes entrarem e não sair algumas risadas", diz Brian. "Somos uma das poucas bandas que usam o mesmo vestiário e, acreditem, não estou brincando."

"De repente enquanto estamos conversando sobre as coisas, dizemos 'Vamos lá rapazes. Vamos lá'. Nós ainda estamos falando de cavalos ou qualquer coisa. Nunca paramos de pensar em coisas para conversar e acho que é o que nos mantêm vivos e queimando."

Brian, o mais velho da banda, entrou em cena após a morte do vocalista Bon Scott, em 1980. Com o seu 30º aniversário com o AC/DC se aproximando, Brian admite que a banda sempre se manteve a mesma, mas está lutando contra o mundo em evolução com seus novos riffs de rock.

"Sempre curtimos um pouco do sucesso e ser uma grande banda, mas não estamos habituados a ter os hotéis cercados e ter segurança especial - é uma coisa estranha. Você não encontra tantas pessoas como encontrava porque você não pode sair mais sem ser seguido. Você não pode ir a um jantar."

Brian fala que a banda está bastante protegida do mundo exterior nos dias de hoje. Se a banda não está no palco, estão escondidos em um hotel em algum lugar esperando para viajar, mas as duas horas no placo recompensam.

"Você percebe que todo o tédio e a merda que você teve que aturar no hotel como o serviço de quarto, é para essas duas horas de diversão", diz Brian.

"São 22 horas de viagem, de tédio e comendo a comida dos outros para ter as duas melhores horas de sua vida”. Parece injusto às vezes que mais pessoas não possam estar desfrutando desse sentimento, mas é divertido.”

"É assim, eles abrem a porta e dizem 'Vão ter suas duas horas de diversão agora, se apressem e subam lá. Vamos rapazes. A pausa para o chá terminou'".

A banda levou oito anos para lançar seu 16º álbum de estúdio, "Black Ice", que desembarcou como um trovão todo-poderoso em 2008 e, assim como fizeram os fãs, Brian também se indagou sobre o futuro da banda dessa vez. "Sim, me indaguei", diz ele. "Isso foi há um longo tempo atrás, eu me perguntava se isso iria acontecer novamente."

"Foi uma daquelas coisas que são como um intervalo natural, é da única maneira que consigo explicar isso e acho que precisava disso (da pausa). Não tínhamos parado desde 1980 até 2001 - 21 anos de turnês e gravações, e eu acho que precisávamos de um descanso - e um dos grandes."

O grande descanso pode explicar a grande energia que os velhos roqueiros têm nesta grande turnê mundial, tocando por mais de duas horas.

Antes de Brian sair da conversa, a pergunta inicial deve ser refeita - O real segredo do AC/DC é o lema de não ser excêntrico?

"Cerquei-me de bons amigos, boas pessoas e companheiros da escola", diz Brian. "É com quem você pode contar. Se você eliminar todas as pessoas negativas que tentam sugar a vida de você, esse é o segredo. Ah, caralho, estou começando a soar velho."

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Sobre Anderson Alves

Anderson Alves, nascido em 1990, é fã incondicional e apaixonado por rock and roll. O seu primeiro contato com o rock and roll foi quando conheceu o som de AC/DC, Ozzy Osbourne e Creeedence por volta do ano 2000 nos discos de vinis que encontrara em sua casa. Mais tarde conheceu a raíz do estilo, indo de Big Joe Turner, Hank Williams até Creedence e Elvis Presley. É também administrador, redator e editor de vídeos do fã site AC/DC Brasil.net, onde dedica uma parcela de seu tempo em tributo ao AC/DC e colaborador constante do site wiki brasileiro do rock e metal, Whiplash.net.

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