Vince Neil: aeromoças peitudas, atelier de tatuagem e bares
Por Nacho Belgrande
Fonte: Vegas Seven
Postado em 09 de abril de 2010
Becky Bosshart, do semanário de Las Vegas "Vegas Seven" compareceu ao recente lançamento do serviço de táxi aéreo do vocalista do MÖTLEY CRÜE, Vince Neil. Eis suas impressões.
A realeza de Las Vegas enlatou o rock n' roll para os céus
De um hangar nada glamouroso do Henderson Executive Airport, o empreendedor e vocalista do MÖTLEY CRÜE, Vince Neil, lançou seu mais novo negócio: Vince Neil Aviation, um serviço de taxi aéreo heavy metal de luxo com jatos com labaredas pintadas e modelos como aeromoças.
"Funciona em Las Vegas porque Las Vegas é o máximo em tudo e é por isso que as pessoas vem pra Vegas," diz Neil, que tem várias marcas patenteadas, muitas baseadas na cidade de neon. "Tudo é maior e mais legal. Tem coisas que você nunca viu antes."
Neil diz que seus jatos – que ele opera com a Aerojet Aviation e dois sócios anônimos de Atlanta – vão atrair ricaços que querem ser vistos aterrizando com estilo, apesar das atuais condições do solo. O que nos leva à próxima pergunta: quantos endinheirados ainda restam nessa nova cidade de hotéis com estadias barateadas e supersaturação de opulência?
"Ainda que a economia vá mal, pra algumas pessoas isso não incomoda," Neil diz, enquanto senta dentro de seu jato com carpete de pele de leopardo e mini televisões para cada assento.
Mas seu público-alvo de fato caiu de nível social ao longo dos últimos anos. A maioria dos jogadores poderosos estão viajando em vôos comuns e rachando fretes, diz Anthony Curtis, presidente do site LasVegasAdvisor.com. Os jogadores de ponta (há somente alguns monstros de elite restante no mundo, ele diz) usam seu próprio transporte, ou o jato do cassino.
"Tem havido poucos caixa-altas vindo pelos últimos dois anos com certeza," Curtis diz. "Mas nos últimos dois ou três meses os números de visitantes tem aumentado."
Isso é notícia boa pra Neil, e a julgar pela sessão de fotos (onde ele posou com sua esposa Lia Gerardini e sua melhor amiga, Marley Taylor do Zowie Bowie), seu público-alvo quer ver loiras dotadas transbordando pra fora de vestidos de noite e enfeitadas sobre a asa do Hawker 700 e do Learjet 35. O serviço de táxi aéreo começa a cerca de $1.800 dólares por hora.
É claro que Neil, um morador de Las Vegas por 15 anos, não precisa de dois jatos pra ser bem-sucedido. O sucesso de Neil é baseado em sua imagem – que foi moldada excursionando com o vendedor de 80 milhões de discos MÖTLEY CRÜE – e seu poder de mercado parece infinito.
Um especialista em inter-promoção de nascença, Neil lança seu novo disco solo, "Tattoos & Tequila", no fim de junho. Suas memórias. "Tattoos & Tequila: The Life and Times of a Crüed Hellraiser" (editora Grand Central Co., ainda sem título em português), escritas em colaboração com o premiado jornalista e prolífico autor da revista Esquire, Mike Sager chega às lojas na segunda metade do ano. O filme baseado na bem-sucedida autobiografia do Crüe, "The Dirt" (editora Harper Entertainment, 2001, não publicado no Brasil), será lançado em 2011. Os salões de tatuagem da marca Vince Neil Ink estão na [avenida de Las Vegas] Strip e no [cassino da cidade] Rio.
Para uma celebridade vista (não se esqueça daquela fita de sexo) como hedonista, Neil descreve-se como "um cara normal... que curte o máximo." Ele tem um Lamborghini e dois jatos, mas ainda voa pela [empresa Norte-americana de aviação comercial conhecida por seus preços baratos] Southwest. Neil divide seu tempo entre Las Vegas e São Francisco, e comprou seu primeiro jato porque sua esposa não aguentava por seus dois cães da raça cocker spaniel numa caixa para transitar entre as duas casas. Mas o estilo de vida roqueiro não é apenas tolerado, é celebrado por fãs ferrenhos que comparecem a festivais de música e compram os livros. A Vince Neil Aviation pode não ser um serviço do qual todo fã do MÖTLEY CRÜE possa desfrutar – ainda que Neil preveja que alguns rapazes indo pra uma despedida de solteiro façam uma vaquinha pra um vôo. Mas se você precisa de ajuda pra se imaginar lá, a marca de tequila dele, Tres Rios, está disponível em seu bar, o Feelgood's Rock Bar & Grill na avenida West Sahara.
Agende seu voo particular online no endereço http://www.vinceneilaviation.com. O site em breve terá pacotes que incluem limusines e hotéis.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O hit da Legião Urbana que Nando Reis queria ter escrito: "Cara, como nunca dei bola?"
A canção que, para Bono, traz "tudo o que você precisa saber sobre música"
O supergrupo que tinha tudo pra estourar num nível Led Zeppelin, mas foi sabotado pela gravadora
Em documentário, Rodolfo Abrantes afirma que "o Raimundos era o Canisso"
A melhor música de "Countdown to Extinction", do Megadeth, segundo o Loudwire
The Troops of Doom une forças a músicos de Testament e Jota Quest em versão de "God of Thunder"
A melhor música de "The X Factor", do Iron Maiden, segundo o Loudwire
Gary Holt comenta sobriedade e apoio de Rob Halford: "troquei a cerveja por biscoitos"
Alissa White-Gluz lança clipe de "Checkmate", novo single do projeto Blue Medusa
A história de "Pretty", música do Korn inspirada em cena chocante vista por Jonathan Davis
Novo disco do Exodus conta com participação de Peter Tägtgren, do Hypocrisy
ShamAngra celebrará 30 anos do álbum "Holy Land" com 18 shows pelo Brasil
Os 3 baixistas que John Paul Jones sempre ouvia, e a gente pode notar isso no Zeppelin
60% dos melhores álbuns da década são dos EUA, aponta lista da Loudwire
Ex-esposa detona pedido de casamento de James Hetfield: "Ele abandonou sua família"
As opiniões contundentes de Raul Seixas sobre Gilberto Gil: "Ele me esculhambou"
A música dos Beatles que "inventou Jimi Hendrix", conforme George Harrison
As bandas brasileiras que aqui são underground e lá fora são sucesso, segundo Bruno Sutter


John Corabi sabe que não seria convidado a uma homenagem ao Mötley Crüe no Hall of Fame
Nikki Sixx se arrepende de tatuagem em tributo a Mick Mars
O "Big Four" das bandas de rock dos anos 1980, segundo a Loudwire
As bandas "pesadas" dos anos 80 que James Hetfield não suportava ouvir



